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Bico do Papagaio

DARCINÓPOLIS: Famílias impactadas por UHE reclamam falta de indenização

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Moradores do Projeto de Assentamento (PA) Formosa, localizado em Darcinópolis e pertencente ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), reclamam que 56 famílias ribeirinhas impactadas pela construção da Usina Hidrelétrica (UHE) de Estreito, que estão vivendo à margem da represa, ainda não foram indenizadas pela concessionária responsável pela obra, o Consórcio Estreito Energia (Ceste). A usina está sendo construída na divisa do Tocantins com o Maranhão.

De acordo com o fiscal da Associação Padre Jozimo, Silva de Carvalho, o Ceste chegou a oferecer uma carta de crédito no valor de R$ 42 mil, mas os assentados não aceitaram, alegando que necessitam de um novo pedaço de terra onde possam desempenhar atividades agrícolas, única fonte de renda da comunidade, juntamente com a pesca.

Segundo Carvalho, a decisão de não aceitar o dinheiro se deu porque os assentados almejam ser reassentados em uma outra área ribeirinha que atenda à forma de vida deles. “Nós nos reunimos e chegamos à conclusão de que o dinheiro não nos seria válido. Nascemos e vivemos como rurais e pescadores, se formos afastados desta nossa realidade, não sei se seria fácil nos adaptarmos a outra lógica produtiva.”, diz.

Incra

Em nota oficial, o Incra afirmou que foi assinado um termo de compromisso com o Ceste, estabelecendo obrigações para atendimento das reivindicações das famílias impactadas; o termo prevê o reassentamento das famílias em nova área, com a infraestrutura necessária ou a opção de adesão à carta de credito para indenização das benfeitorias construídas. “Quem optar pela carta”, diz o documento, “perde a condição de assentado e fica impedido de acessar políticas públicas na área de reforma agrária.”

Ainda de acordo com o Incra, apesar da decisão ser individual, a orientação é para que os impactados optem pelo reassentamento e que, “o Incra já avaliou novo imóvel para a realocação dos assentados, que deverá ser adquirido pela Ceste, caso esta seja a opção das famílias.” Segundo o documento.

Representantes de colônias de pescadores do Maranhão e Tocantins estiveram reunidos ontem com o procurador da República no Tocantins, Álvaro Manzano, para discutir sua inclusão como impactados pela construção da UHE de Estreito. Eles querem que os pescadores sejam considerados impactados. O Ceste foi procurado pelo JTo para repercutir o assunto, mas, até o encerramento desta edição, não apresentou um posicionamento. (JT – Marcus Mesquita)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: Dois homens morrem após moto bater em caminhão com 23 indígenas na carroceria

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Dois homens morreram após uma colisão entre uma motocicleta e um caminhão que transportava 23 indígenas da etnia Apinagé na carroceria. O acidente aconteceu na noite desta sexta-feira (14) na TO-126, próximo da entrada do povoado Mumbuca em Tocantinópolis. As vítimas estavam na moto e foram identificadas como Gustavo Borges de Sousa, de 39 anos, e Hildo de Araújo Moraes, de 42 anos.

O motorista contou à Polícia Militar que estava fazendo o transporte dos indígenas após passarem o dia coletando coco babaçu em uma fazenda da região. Durante a viagem ele ouviu um barulho e quando parou percebeu que a moto tinha colidido na traseira do caminhão.


A PM informou que uma equipe médica ainda foi chamada, mas apenas constatou a morte de Gustavo Borges e Hildo de Araújo.

Nenhum ocupante do caminhão se feriu. O motorista permaneceu no local e não apresentava nenhum sinal de alteração da capacidade psicomotora. Depois ele foi levado para prestar depoimento na delegacia de plantão.

A Polícia Científica foi chamada para fazer a perícia e depois o IML recolheu os corpos. Os dois veículos foram apreendidos e entregues na delegacia. (G1)

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Rixa em bar tem tapa na cara, tiro de espingarda e prisão

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A Polícia Militar apreendeu na noite de quinta-feira, 13, uma espingarda calibre 20, em poder de um homem de 36 anos, que acabou preso por porte ilegal de arma de fogo e também por efetuar disparo com a própria arma em vias públicas. A ocorrência se deu nas proximidades de um bar em um bairro de Araguatins, no Bico do Papagaio.

A equipe de policiais militares foi chamada para atender uma ocorrência nas proximidades de um bar, onde acontecia uma briga envolvendo o autor e outro homem de 38 anos, por motivos não revelados.


O autor disse aos policiais, que se encontrava no bar quando o homem de 38 anos, que também acabou sendo preso, chegou e começou a lhe agredir fisicamente com tapas, causando escoriações na cabeça e nas costas.

O autor também relatou à PM que após a agressão foi em sua residência e buscou a espingarda e apontou para o homem de 38 anos e só não atirou devido ter pessoas próximas. 

No momento da ação o autor acabou sendo contido por populares que estavam no bar, e que a espingarda disparou acidentalmente para o alto no momento em que ele era imobilizado. A espingarda foi escondida e entregue aos policiais militares a qual acabou sendo apreendida. 

Os dois homens e a arma de fogo foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Jacaré é visto nadando próximo a cidade

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Um jacaré-açu espécie predominante da Amazônia, foi filmado por moradores de Araguatins, esta semana, no Rio Araguaia, bem em frente a cidade de Araguatins, no Bico do Papagaio. O animal é grande e esmo com a aproximação dos populares, ele não fugiu ou reagiu.

Pelas dimensões do bicho, se trata de um exemplar adulto. Normalmente esse tipo de jacaré se alimenta de pequenos animais, como tartarugas, peixes, capivaras e veados. É uma espécie que esteve à beira da extinção, devido ao valor comercial do seu couro de cor escura e da sua carne. Atualmente, encontra-se protegido e sua população encontra-se estável no Brasil. É a maior espécie de jacaré, podendo atingir até 4,5 metros de comprimento.

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