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Pará

Das 100 piores cidades, 41 estão no PA

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De todo Brasil, o município paraense de Vitória do Xingu é o segundo pior para se viver

De todo Brasil, o município paraense de Vitória do Xingu é o segundo pior para se viver

Acaba de ser publicado mais um estudo que atesta algo lamentável, mas que todo paraense sente na própria pele, dia após dia: o Estado oferece péssima qualidade de vida aos seus habitantes. Pesquisa do Observatório das Metrópoles, coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), relacionou as 100 melhores e as 100 piores cidades brasileiras para se viver. O resultado é triste para o Pará. Dos 5 piores municípios do Brasil, 3 estão no Estado: Vitória do Xingu, Pacajá e Marituba.

Considerando todos os municípios do País, os pesquisadores elaboraram a lista, analisando 5 fatores fundamentais para a qualidade de vida dos moradores: mobilidade urbana, serviços coletivos urbanos, infraestrutura, condições ambientais e condições habitacionais. Como o Governo do Pará sempre figura entre os que menos investem nesses itens, não é de se estranhar que o Estado seja o pior entre os piores. Dos 100 piores municípios nacionais, o Pará tem nada menos do que 41 cidades na relação. Ou seja, quase metade.

O ranking foi montado a partir de pontuação dada pelos pesquisadores. Quando mais próximo de 1,0, melhor é a condição de bem-estar do lugar. A nível de comparação, o melhor município do Brasil é Buritizal, no norte de São Paulo, que recebeu índice de 0,951. Vitória do Xingu, o pior do Pará – e segundo pior de todo o País -, ficou com nota 0,474. Em todo o Brasil, a única cidade pior do que Vitória do Xingu é Presidente Sarney, no Maranhão, cujo índice foi de 0,444.

Pior cidade do Pará tem menos de 20 mil habitantes

Considerada a segunda pior cidade de todo o País em qualidade de vida e a pior do Pará, Vitória do Xingu tem números impressionantes. Ao mesmo tempo em que sofre com péssima distribuição de água, saneamento básico e esgoto, o município ocupa uma área de 3 mil quilômetros quadrados, o equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo, a mais rica e populosa do Brasil, com área de 1.500 quilômetros quadrados. Além das condições de vida e desenvolvimento, há outra enorme diferença entre as duas cidades. Vitória do Xingu tem apenas 15 mil habitantes, enquanto que São Paulo possui exatamente 1 mil vezes mais habitantes: 15 milhões.

São paulo tem 84 cidades entre as melhores

Enquanto o Pará tem o maior número de cidades entre as 100 piores, no outro lado da tabela aparece o Estado de São Paulo, com nada menos do que 84 municípios entre os 100 melhores. De acordo com a pesquisa, mais da metade dos municípios estão em condições ruins em relação a esgoto, coleta de lixo e atendimento de energia – justamente alguns dos pontos mais fracos do Pará. O pesquisador Marcelo Ribeiro, professor da UFRJ e membro do Observatório das Metrópoles, destaca que o levantamento revela uma grande desigualdade social, com as regiões Sul e Sudeste muito à frente do Norte e Nordeste. (Diário do Pará)

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Pará

PARAUAPEBAS: Mesmo com 28 novos leitos para casos da Covid-19, UTI’s continuam lotadas

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Mesmo com o novo espaço da Ala Covid do Hospital Geral de Parauapebas (HGP), inaugurado na quarta, dia 7, os leitos UTI’s e Enfermaria Clínicos na rede publica de Parauapebas, na região de Carajás, Pará, seguem totalmente lotados.

O município passou a contar com 68 leitos exclusivos para casos de Covid-19, dos quais 28 são de UTI e 40 Enfermaria Clínica.

Segundo dados do Boletim Epidemiológico deste sábado, 10, a taxa geral de ocupação dos leitos é de 92%, sendo:

• Leitos de enfermaria SUS: 100%;
• Ocupação de UTI SUS: 100%;
• Taxa de ocupação de enfermarias particulares: 79%;
• Ocupação de UTI particular: 100%.

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Pará

Assista o Conexão Rural deste final de semana

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Pará

MARABÁ: Após pressão do MP, Prefeitura reforça conscientização sobre protocolos de prevenção a Covid-19 no transporte público

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Com a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), locais onde podem ocorrer aglomeração causam preocupação nas autoridades de saúde. Pensando nisso, nesta semana, o Departamento Municipal de Trânsito Urbano (DMTU) realizou ações para mobilizar a população que utiliza o transporte público de Marabá sobre a importância da adoção de medidas preventivas contra a Covid-19 e o cumprimento de distanciamento social.

A ação de conscientização foi realizada em paradas de ônibus nos Núcleos Cidade Nova, Nova Marabá, Marabá Pioneira, Morada Nova e no Distrito São Félix.

Uma equipe do DMTU em parceria com agentes do Departamento Municipal de Segurança Patrimonial (DMSP), Guarda Municipal de Marabá (GMM) e Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa) atuaram abordando condutores de transporte coletivo e passageiros.

Os usuários do transporte coletivo foram orientados a saírem de suas casas somente quando necessário e sobre os cuidados que precisam tomar ao utilizar o transporte público para evitar o contágio como usar máscara e higienizar as mãos com álcool em gel. Já os motoristas receberam orientação para evitar exceder a lotação máxima de vagas no interior do ônibus.

Paralelo a essa mobilização nos pontos de ônibus, os agentes fiscalizaram a saída e chegada dos veículos na garagem da empresa e monitorando o cumprimento dos protocolos sanitários entre os funcionários.

De acordo com o DMTU, as iniciativas têm gerado resultados, reduzindo o fluxo de aglomeração nos pontos de parada de ônibus.

“A nossa presença nas ruas é para garantir a segurança de todos e inibir comportamentos inadequados que possam comprometer vidas”, destaca o diretor do DMTU, Jocenilson Souza.

“O momento é desafiador e exige, sobretudo, muito cuidado e prevenção. Dias melhores virão”, finaliza o diretor. (Ronaldo Palheta)

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