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Bico do Papagaio

Defensores públicos do Bico fazem paralisação nesta segunda e terça

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Em reunião ocorrida na tarde deste domingo, 15 de dezembro, a Associação das Defensoras e dos Defensores Públicos do Estado do Tocantins – ADPETO decidiu realizar uma mobilização nos dias 16 e 17 de dezembro (segunda e terça-feira) com a paralisação das atividades em todas as unidades da Defensoria Pública do Tocantins. Apenas os casos urgentes devem ser atendidos. A Defensoria Pública do Estado do Tocantins foi comunicada do ato, que conta com o apoio do Sindicato dos Servidores da Defensoria Pública – SISDEP.

Tal medida ocorre devido a diminuição de recursos destinados a Defensoria Pública do Estado do Tocantins na Proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA), que para 2020 teve uma redução superior a R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) se comparado ao orçamento executado agora em 2019.

Essa redução representa risco direto para o funcionamento regular das atividades de atendimento à população carente do Estado, que diariamente depende da Defensoria Pública para garantir acesso às políticas públicas básicas, a exemplo da saúde, educação e moradia dentre outras.

A Defensoria Pública hoje está presente em todas as 42 comarcas judiciárias do Tocantins, o que já permitiu, somente esse ano, 154 mil atendimentos a pessoas carentes que necessitam desde medicamentos a cirurgias mais complexas e ou tratamentos contra o câncer.

E por termos noção do que representa os nossos trabalhos nas vidas das pessoas mais humildes é que se tomou a decisão quanto a atividades e buscar articulação junto a Assembleia Legislativa para reverter as perdas no Orçamento. 

Temos a convicção, que assim como os Servidores e Defensores Públicos, os Deputados Estaduais também lutam pelos menos favorecidos e não permitirão tal retrocesso para a Instituição. Pois menos recursos significam menos acesso a busca pelos direitos da comunidade carente. (Alessandra Bacelar)

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Bico do Papagaio

SÃO MIGUEL: Rio Tocantins recua e algumas famílias começam a voltar para casa

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Moradores que ficaram desabrigados ou desalojados por causa das enchentes começaram a voltar para casa em São Miguel, no Bico do Papagaio. Isso porque o nível do rio Tocantins baixou cerca de quatro metros nos últimos dias.

Por outro lado, ainda há muitos moradores em abrigos públicos na cidade. Há quase 30 dias, a cidade sofre com a cheia. O rio chegou a subir cerca de 11 metros, desabrigando 233 famílias, que estão alojadas em 15 locais fornecidos pela prefeitura.

“A gente retirou esse pessoal para abrigos públicos e a gente tem dado toda a assistência, como alimentação, assistência médica. Fornecemos tanto alimentação pronta, como cestas básicas para aquelas famílias que foram desalojadas e não estão em abrigos públicos”, explicou o coordenador de incidência Paulo da Silva Pereira.

Com essa baixa, a travessia feita de balsa entre São Miguel e Imperatriz voltou a ser feita normalmente. O serviço tinha sido suspenso porque não havia lugar para que a embarcação pudesse ancorar.

Em vários pontos da cidade, a vida começa a voltar ao normal. A principal rua do bairro Bela Vista não está mais alagada, no entanto há muitos estragos causados pela cheia.

O que restou dos móveis está acumulado na frente das casas. Um estabelecimento foi interditado porque pode desmoronar. Mesmo o rio tendo baixado, a orientação da defesa Civil é que as famílias não retornem ainda para as residências.

“Ainda temos o risco de essa água voltar a subir e afetar novamente os moradores. A Defesa Civil está trabalhando na prevenção, tentando conscientizar a população para que não retorne agora até porque juntamente com a Secretaria de Saúde, vai ser iniciado o trabalho de dedetização das residências e das ruas que foram afetadas pela inundação”, explicou o secretário da Defesa Civil, Gustavo Enes.

Mesmo assim, alguns moradores têm retornado. O nível que a água chegou na casa do servidor público Jésser Oliveira está marcado nas paredes. Por 15 dias ele ficou na casa de parentes, mas agora que o rio está baixando, resolveu voltar.

“Não me sinto seguro, mas como a gente está de favor na casa de parentes, eu optei por voltar, na esperança de que o rio não chegue mais ao nível que chegou”, disse.

Nas áreas mais baixas, muitas casas ainda estão tomadas pela água. A dona de casa Joelma Matos o marido e o filho de 4 anos estão em um dos abrigos. Ela conta que não teve tempo de retirar quase nada antes da água subir.

“Está aqui o que eu consegui [retirar]. O meu botijão e a bicicleta do meu filho. Foi o que eu peguei, joguei nas costas e vim. O restante, documento dele, tirei um pedaço pregado no chão”, disse a dona de casa Joelma Matos. (G1)

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Homem é preso ainda pelado na casa da vítima após estupro

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Um homem de 18 anos foi preso pela Polícia Militar, suspeito de estuprar uma mulher de 30 anos. A ocorrência foi registrada na madrugada desta segunda-feira, 24, no centro da cidade de Araguatins, no Bico do Papagaio.

A Polícia Militar recebeu uma ligação feita por uma vizinha da vítima, relatando a situação onde a mulher havia sido violentada sexualmente e que necessitava de socorro da PM. 

A equipe de policiais de imediato deslocou ao local onde encontrou a vítima em desespero, chorando e bastante trêmula a qual foi de imediata socorrida pelos policiais militares. 

De acordo com a vítima, ela estava em sua casa juntamente com as suas duas filhas menores, quando o autor chegou e bateu na porta dizendo que era filho do namorado da vítima, e que naquele momento não tinha onde dormir. 

Ao abrir a fechadura, a mulher já foi surpreendida pelo indivíduo que forçou a porta adentrando a residência, já agredindo a vítima e forçando ela a ter relação sexual com o autor.  

A vítima disse à PM que mesmo sob ameaça e pressão psicológica ainda tentou se defender, mas o agressor a segurou violentamente e consumou o estupro. Com gritos e pedidos de socorro, a vítima conseguiu sair de casa junto com as filhas e pediu para uma vizinha ligar para a polícia.

O autor ainda estava no interior da casa da vítima quando foi preso pela PM. Os policiais encontraram o agressor despido e deitado em um colchão na sala. Sem reagir, o homem foi preso e conduzido para a Central de Flagrantes para as providências cabíveis.

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Bico do Papagaio

NAZARÉ: Prefeitura deixa matagal tomar conta de unidade de saúde e cobras invadem local

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O surgimento de serpentes na Unidade de Saúde Zilda Pereira de Oliveira, do município de Nazaré, no Bico do Papagaio, tem assustado moradores e pacientes. Desde novembro, vários animais foram encontrados no pátio e dentro dos consultórios. A matéria é do Portal G1.

A informação de moradores é que, em média, cerca de três jararacas aparecem por dia no local. Até o momento ninguém foi atacado, mas a comunidade teme os riscos.

A reportagem do G1, disse que fez contato com a Prefeitura de Nazaré para saber quais ações serão tomadas para evitar o número de aparecimentos e acidentes com essas serpentes na Unidade Básica de Saúde e aguarda uma resposta.

O especialista em toxicologia, Márcio Trevisan, explica que a jararaca é um animal peçonhento que está envolvido na maioria dos casos de acidentes ofídicos no Brasil.

“São serpentes que andam essencialmente pela noite, elas saem para explorar e caçar no final da tarde. É a espécie mais comum no Tocantins”.

O posto de saúde fica no bairro São Francisco, próximo a saída para o povoado Grota da Areia. Os moradores explicam que várias áreas da região estão cobertas por mato. Os funcionários da UBS relatam que o matagal está invadindo até a parte do pátio da unidade de saúde, deixando o espaço inutilizável.

Quem vive na região aguarda pelo serviço de roçagem e reclama que o matagal pode facilitar o aparecimento dos animais. O especialista explica que deixar o mato baixo deve ajudar a diminuir o número de aparições de serpentes.

“O matagal pode influenciar no surgimento dessas serpentes, já que o ambiente possibilita que o animal se esconda e se alimente. Por isso é sempre indicado que nesses lugares onde têm circulação de pessoas, se faça a roçagem para manter o mato baixo. Também é indicado que evite o acúmulo de objetos e matérias como madeira, tijolos e restos de materiais de construção, justamente porque esses locais acabam de tornando um refúgio para esses animais”.

Apesar do perigo, é crime matar animais silvestres. A orientação é que bombeiros, policiais e entidades ambientais sejam acionadas para fazer o resgate do animal.

“Esses animais estão sendo forçados a sair do ambiente natural deles. O ideal é que a serpente não seja morta, o ideal é solicitar o resgate para levar o animal a um lugar seguro, já que eles são importantes para a cadeia alimentar do ambiente”, explica Márcio Trevisan.

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