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Defesa Civil Nacional reconhece situação de emergência em sete municípios da Amazônia

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Sete municípios da região Norte tiveram o reconhecimento de situação de emergência publicado pela Defesa Civil Nacional. As chuvas intensas e as inundações causadas pela enchente nos rios foram os motivos da solicitação ao Governo Federal.

No Amazonas, quatro cidades obtiveram o reconhecimento federal por causa das inundações: Itacoatiara, Parintins, Tonantins e Urucurituba. Pela mesma situação, Monte Alegre, no Pará, e Laranjal do Jari, no Amapá, também foram reconhecidas. Já Pedra Branca do Amapari, no Amapá, tem sofrido com as chuvas intensas.


A partir do reconhecimento federal de situação de emergência, estados e municípios podem solicitar recursos para atendimento das famílias atingidas pelos desastres e para  ações de resposta e reconstrução nas cidades. 

Karine Lopes, diretora de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, explica como os municípios devem proceder para solicitar o reconhecimento federal.

“O município deve ter já em mão o decreto de situação de emergência. Com o decreto, que é o ato do executivo, o município cadastrado no S2id vai enviar por lá a solicitação de reconhecimento, enviando o ofício, o decreto assinado pelo prefeito e publicado, e as informações que estão disponíveis no FIDE, que é o Formulário de Informação de Desastres.”

Karine reforça que todo o processo é realizado por meio do S2iD, o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. A ferramenta pode ser acessada em s2id.mi.gov.br

Para saber mais sobre as ações de defesa civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br. (Brasil 61)

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Mortes por Covid-19 no Brasil somam 487,4 mil e casos chegam a 17,4 milhões

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O total de pessoas que contraíram a covid-19 desde o início da pandemia no Brasil subiu para 17.412.766. Em 24 horas, houve 37.948 novas ocorrências da doença notificadas. O país tem 1.130.817 casos de pessoas com a infecção ativa, em acompanhamento. Os dados são do balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado neste domingo (13).

O balanço sistematiza as informações coletadas por secretarias estaduais de Saúde sobre casos e mortes.

O número de óbitos da pandemia do novo coronavírus agora é de 487.401. De ontem para hoje, foram confirmadas 1.129 novas mortes.


Ainda há 3.824 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

O número de pessoas que foram infectadas, mas se recuperaram desde o início da pandemia, chegou a 15.794.548, o que representa 90,7% dos casos.

Estados

ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (118.121). Em seguida, vêm Rio de Janeiro (52.998), Minas Gerais (43.124), Rio Grande do Sul (29.672) e Paraná (28.135). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.679), Acre (1.712), Amapá (1.762), Tocantins (3.019) e Alagoas (5.002).

Vacinação

Na última atualização, o governo federal informou que foram enviados a estados e municípios 109,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, 72,1 milhões de doses foram aplicadas, sendo 50,5 milhões da primeira dose (23,7%) e 21,5 milhões da segunda (10,1%). (Rafael Vilela)

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Após acordo, Azul anuncia novos voos para o Amazonas

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Um acordo com os governos do Amazonas e federal a empresa aérea Azul Linhas Aéreas anunciou a expansão de suas operações no Amazonas. Se tudo correr conforme previsto, a companhia planeja começar a voar para oito cidades amazonenses e retomar as viagens para mais três destinos no estado ainda no segundo semestre.

As oito cidades que a companhia adicionará à sua malha aérea são Apuí, Barcelos, Borba, Eirunepé, Itacoatiara, Humaitá, Novo Aripuaña e São Gabriel da Cachoeira. O início das operações depende da conclusão de melhorias na atual infraestrutura aeroportuária.

O acordo com os governos estadual e federal também prevê a reativação dos voos para Coari, Lábrea e Maués e o aumento do número de assentos disponíveis na rota que passa por Parintins, um dos quatro municípios amazonenses onde a companhia atualmente opera – os outros três são Manaus, Tabatinga e Tefé.

O governador do Amazonas, Wilson Lima, a expansão das operações da empresa para 11 novos destinos do estado. “Estamos muito otimistas”, disse o governador ao explicar que, em contrapartida, o governo estadual ofereceu incentivos à empresa, como, por exemplo, a possibilidade de renovar a redução da alíquota do ICMS cobrado do combustível de aviação.

“Esse acordo foi possível a partir dos incentivos que o governo do estado dá a essa empresa, para fazer com que essas viagens se tornem viáveis para ela e também para o consumidor”, disse Wilson Lima.

Segundo o governo estadual, o acordo inicial vale para o biênio 2021/2022, mas pode vir a ser ampliado mediante a manutenção de voos e criação de novas rotas. O acordo também prevê que a empresa estabeleça voos diretos de Manaus para Belém, Boa Vista, Porto Velho, Recife, Santarém (PA) e Campinas (SP).

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também comemorou a iniciativa. “Estamos falando de levar a aviação para o interior. De democratizar o serviço de aviação e conectar as pessoas que lá, naquela região, dependem muito do serviço de transporte aéreo”, disse o ministro após se reunir com representantes da Azul, em Brasília, na manhã desta quinta-feira (10). “Essa é uma iniciativa que casa com a dinâmica da nossa economia, cada vez mais voltada para o Norte do Brasil”, acrescentou Freitas.

De acordo com o ministério, o governo federal tem investido em melhorias nos aeroportos regionais operados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) com vistas a expandir a aviação regional em todo o país. Segundo a pasta, mais de R$ 1,4 bilhão já foram investidos desde 2019 para a compra de equipamentos de navegação aérea ou revitalização de aeroportos das cinco regiões brasileiras.

“Muitos dos aeroportos foram construídos nas décadas de 50, 60 e 70 e, aos poucos, foram sendo deixados de lado, sem uma manutenção e operação corretas. Justamente por isso, estamos fazendo esse trabalho de revitalização e colocando esses aeroportos em condições de infraestrutura para atender a operação comercial, adequando ao porte das aeronaves demandadas”, disse o secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, em nota.

O governo federal espera atrair investimentos privados por meio da concessão de aeroportos. O governo já realizou seis rodadas de leilões, e a sétima está prevista para ocorrer em 2022. Há também um projeto que o próprio ministério trata como desestatização de oito aeroportos amazonenses (Barcelos, Carauari, Coari, Eirunepé, Lábrea, Maués, Parintins e São Gabriel da Cachoeira) e que prevê a concessão dos equipamentos por meio de parcerias público-privada. (Alex Rodrigues)

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Pessoas com mais de 18 anos serão vacinadas contra Covid até dezembro

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou durante coletiva de imprensa, sobre a antecipação de novos lotes de vacina contra a covid-19.

Todos os brasileiros com mais de 18 anos deverão estar vacinados contra a covid-19 até o fim do ano, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele participou, neste sábado (12), de evento médico, no Rio de Janeiro, sobre o Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita, e reforçou aos profissionais o que já havia adiantado durante sessão no Senado no último dia 8.

“Este ano, a despeito das condições ainda complexas na assistência à saúde, o Ministério da Saúde já contratou 600 milhões de doses de vacina, de tal maneira que a população acima de 18 anos será vacinada até o fim do ano. Isto eu posso assegurar. Somente em junho, nós vamos distribuir mais de 40 milhões de doses de vacina. Nós estamos antecipando doses”, disse Queiroga, que participou do evento por videoconferência.


O ministro da Saúde lembrou também que o acordo de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fiocruz já foi firmado, o que permitirá, em breve, vacinas produzidas a partir do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) nacional.

“Nós já temos 200 milhões de doses da Pfizer contratadas e 100 milhões dessas doses estarão disponíveis até setembro. Outros 100 milhões de doses estarão disponíveis até dezembro. E avança o contrato para mais 100 milhões de doses da [vacina da empresa] Moderna. Então, isso é a certeza que nós vamos vacinar a nossa população e por fim ao caráter pandêmico dessa doença”, finalizou Queiroga. (Vladimir Platonow / Foto: Marcello Casal Jr)

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