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segunda-feira, 08 / agosto / 2022
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Deputado Rubens Bueno diz que Siqueira Campos quase entregou a loteria do TO a Cachoeira

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O líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), afirmou à revista IstoÉ desta semana que as relações do governador Siqueira Campos (PSDB) com o contraventor Carlinhos Cachoeira são antigas.

Conforme o deputado, em 1999, quando Siqueira Campos também era governador, “ele quase entregou a loteria do Tocantins para o Cachoeira”. “Siqueira Campos se reuniu várias vezes com o irmão dele [Cachoeira], Júlio de Almeida Ramos, para tratar desse assunto”, afirmou Bueno na entrevista.

Para o parlamentar, existem muitas provas da ligação de Cachoeira com o governador do Tocantins. “A própria Polícia Federal produziu vasto material, com encontros diretos entre o governador e o empreiteiro Rossine (Aires Guimarães)”, afirmou Bueno.
Segundo ele, Rossine doou R$ 4,3 milhões para a campanha de Siqueira Campos. “Ele terá que esclarecer o envolvimento dele com Cachoeira”, avisou o deputado.

Apesar da declaração, o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra uma doação de R$ 3 milhões de Rossine para a campanha de Siqueira. Outros R$ 500 mil vieram da empresa JM Terraplenagem e Construção, de Goiânia, que também teria relação com o bicheiro. Numa conversa com o diretor afastado da Delta, cláudio Abreu, Cahcoeira chegou a citar essa doação como resultado de um suposto acordo para o governo Siqueira entregar os serviços do Detran do Estado ao grupo do contraventor, o que o secretário de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos, negou desde quando a revista Época divulgou essa informação. Semana passada, Eduardo afirmou que essa empresa é de dois irmãos que não têm nenhuma relação com o contraventor.

Outra doação de pessoas ligadas a Cachoeira para a campanha de Siqueira, em 2010 – todas após elas após a eleições – foi do sócio do contraventor, Marcelo Henrique Limírio, que atua no setor de medicamentos e doou R$ 300 mil ao Comitê Central do governador.

Conforme o jornal Folha de S.Paulo, dos R$ 10,5 milhões de receita declarada à Justiça Eleitoral por Siqueira em 2010, R$ 4,3 milhões (41%) foram doados por citados na investigação da Polícia Federal na Operação Monte Carlo. (Portal CT)

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