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Desenvolvimento sustentável da Amazônia é debatido pelo vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, e presidente da CNI

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O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, general Hamilton Mourão, e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, vão debater caminhos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia em live nesta quarta-feira, 19 de agosto, a partir das 10h. O diálogo on-line, ao vivo e gratuito, é parte do Fórum Mundial Amazônia +21, uma ampla iniciativa para mapear perspectivas e buscar soluções para temas como biociência, tecnologia, meio ambiente, inovação, sustentabilidade, que levem crescimento à região e melhores condições de vida para seus mais de 20 milhões de habitantes. Também participa da conversa o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia e presidente da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho, Marcelo Thomé de Almeida. As inscrições podem ser feitas aqui.

“A ideia é que a identidade cultural e o desenvolvimento econômico da Amazônia caminhem juntos para que sejam criados novos modelos sustentáveis para a região, com articulação e colaboração entre governo, setor produtivo, academia, sociedade civil e instituições de fomento”, defende o presidente da CNI, Robson Andrade.

A live do dia 19, Visão de Futuro, Oportunidades e Desafios para a Região Amazônica, é um dos eventos preparatórios do Fórum Mundial Amazônia+21. A iniciativa reúne mais de cem instituições nacionais e internacionais, além de empresários, especialistas, pesquisadores, órgãos de fomento, formadores de opinião, autoridades públicas e investidores, na busca de um novo modelo, com geração de riquezas e renda para as comunidades amazônicas e proteção do bioma. “Precisamos sair da falsa dicotomia entre conservação versus desenvolvimento. Ambas caminham juntas e precisam garantir mais qualidade de vida às populações amazônicas”, destaca Thomé.

Até novembro, vários outros debates serão realizados, como preparação para o Fórum, que ocorrerá de 4 a 6 de novembro deste ano. O movimento, permanente, promoverá conversas sobre os desafios e as soluções para a Amazônia em quatro eixos temáticos negócios sustentáveis, cultura, financiamento dos programas (funding) e ciência, tecnologia e inovação.

O Fórum é uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), com apoio da CNI, da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho, da Prefeitura Municipal de Porto Velho e da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura de Rondônia.

SERVIÇO

Debate virtual ao vivo sobre o desenvolvimento da Amazônia
Quando: 19 de agosto, às 10h
Inscrições (gratuitas e mediante breve cadastro): https://amazonia21.encontrodigital.com.br/
Para acompanhar o debate ao vivo: https://www.youtube.com/watch?v=bPEySn7ZM_w&feature=youtu.be

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Durante passagem por Roraima, Mike Pompeo, anuncia ajuda de US$ 30 milhões na crise migratória de venezuelanos

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Em visita a Boa Vista, capital de Roraima, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, anunciou que os Estados Unidos vão investir mais de US$ 30 milhões no gerenciamento da crise migratória de venezuelanos no Brasil. Pompeo compareceu na última sexta-feira (18) às instalações da Operação Acolhida, na capital de Roraima.

O objetivo da visita do secretário de Estado, que também foi a outros países da região amazônica, foi de pressionar de pressionar o regime do presidente venezuelano Nicolás Maduro e expressar o alinhamento norte-americano com essas nações. Em Boa Vista, Pompeo chegou a dizer que Maduro era “traficante de drogas”.

O governador de Roraima,  Antonio Denarium, acompanhou a visita da autoridade americano em Boa Vista e disse que a ajuda dos Estados Unidos é fundamental. Segundo ele, atualmente Roraima abriga 100 mil venezuelanos. Ele afirmou que o estado não tem como gerenciar a crise migratória sozinho. (Brasil 61 / Foto: Juliana Dama/G1)

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Pará e Tocantins são alvos de fraudes em certificados digitais de fiscais e gestores do IBAMA

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A Polícia Federal deflagrou, desde as primeiras horas desta terça-feira, 15, a operação TOKENS, que apura ações de estelionatários com o uso de dados de servidores do IBAMA, com o fim de realizar alterações indevidas nos sistemas do Órgão Ambiental Federal, utilizando certificados digitais (tokens) fraudulentamente obtidos.

As fraudes tiveram como beneficiários proprietários rurais e empresários do ramo de exploração florestal e agropecuária com áreas embargadas nos estados do Pará e Mato Grosso. Foram constatados 122 desembargos irregulares em nome 54 pessoas físicas ou jurídicas, com potencial prejuízo para a União da ordem de R$150 milhões, em multas não recolhidas e descumprimento de embargos em áreas ambientais sensíveis da Amazônia legal.

Foram cumpridos 48 mandados de busca e apreensão, em empresas e residências de pessoas que foram beneficiadas com as fraudes, além de 5 prisões de falsificadores e estelionatários membros da associação criminosa. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal do Distrito Federal e cumpridas em 29 cidades de 9 estados da Federação (Goiás, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal).

O Inquérito Policial foi instaurado a partir da identificação, pelo IBAMA, de fraudes ocorridas contra diversos de seus Superintendentes, Agentes e fiscais, com o uso de Tokens expedidos indevidamente por terceiros falsificadores. Houve colaboração de informações de inteligência entre o IBAMA e PF para levantamento dos fraudadores, beneficiários e suposto envolvimento de outros intermediários e servidores públicos.

De início, os policiais federais identificaram uma quadrilha já investigada pela PF no estado de Goiás, com conexão com diversas fraudes ocorridas em todo o Brasil. Os principais beneficiados são propriedades rurais localizadas nos estados do Pará e do Mato Grosso. Essas fazendas têm como sócios pessoas físicas e jurídicas de diversos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A Operação tem por objetivo a coleta de mais provas e dados acerca das fraudes, inclusive identificação de intermediários entre os falsários e beneficiários, inclusive com auxílio de servidores públicos.

Os fatos investigados podem configurar diversos crimes contra o meio ambiente (Arts. 38, 48, 60 e 68 da Lei 9605/98), bem como os crimes de estelionato e uso de documento falso (Art 171, §1º, 307, 399 e 330 do Código Penal), além da alteração de sistemas de dados (art. 313-A do Código Penal), descumprimento de ordens de embargos (330) e de possível prevaricação e corrupção (arts. 319 e 319 do CPB), que cominam aos infratores penas que variam de reclusão de dois a doze anos e multa.

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO DEM ARAGUATINS – CONVENÇÃO MUNICIPAL 2020

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