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Pará

Duas vítimas da queda de torres de energia no Pará seguem na UTI

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Duas das três vítimas da queda de torres de transmissão de energia do sudoeste do Pará, que estão internadas no Hospital Regional de Altamira, estão internadas na UTI. A informação foi divulgada pelo próprio hospital na manhã desta segunda-feira (19). O outro internado está na ala de pronto atendimento da unidade.

Apesar da informação, ainda não se sabe o real estado de saúde das vítimas do acidente que matou sete pessoas na BR-230, a Transamazônica. De acordo com o Hospital Regional de Altamira, a unidade está impossibilitada de repassar boletins médicos dos pacientes envolvidos no acidente. A ordem foi dada pelos próprios familiares das vítimas.

A queda das estruturas no sudoeste do Pará ocorreu na tarde de sexta (16). Conforme apurou a reportagem, duas torres interligadas desabaram. Em cada uma das torres estariam pelo menos seis trabalhadores. Outros homens também trabalhavam na área e viram o acidente de perto.


Na tarde do último domingo (18), a Polícia Civil do Pará informou que esteve no local do acidente e realizou uma nova perícia na região. Segundo a polícia, a nova análise contou com a participação de técnicos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. O relatório final da perícia será incorporado ao processo de investigação.

Vítimas

O acidente deixou cinco mortos na hora, que ficaram presos às estruturas e mais de dez feridos. O primeiro atendimento às vítimas foi no Hospital Municipal de Pacajá, que teve de reforçar as equipes de saúde. Um dos trabalhadores que teve múltiplas fraturas morreu logo após dar entrada na unidade.

Quatro vítimas foram transferidas durante a noite para o Hospital Regional Público da Transamazônica, em Altamira, a 220 km de Pacajá. Um deles morreu dentro da ambulância durante o transporte, próximo a Belo Monte.

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Pará

PARAUAPEBAS: Construção do sistema viário avança às margens do Igarapé Ilha do Coco

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Do quintal da casa da aposentada Maria Pereira Batista, de 66 anos, é possível ver a movimentação de homens e máquinas da empresa Transvias na construção de novas vias às margens do Igarapé Ilha do Coco. As execuções resultarão em maior proteção ao canal, melhor mobilidade urbana na área do projeto, e benefícios para toda a comunidade.

Moradora da rua 19, no bairro União, dona Maria acompanha de perto os trabalhos, confiante de que as melhorias serão sentidas por ela e seus vizinhos.  “Se Deus quiser, isso aqui vai ficar muito bom! Vai melhorar cada dia mais. Agora eu estou gostando, meu filho também está satisfeito”, diz a aposentada sobre os serviços realizados na área.


O engenheiro civil do Prosap, Lucas Carvalho, reforça que nessa primeira etapa de obras serão construídos 3,44 quilômetros de vias marginais ao longo do Igarapé Ilha do Coco, em ambos os lados do canal, com sarjeta, meio-fio, calçada e ciclofaixa, além de dispositivos de drenagem, sinalização e iluminação pública.

“Ainda na semana passada, realizamos uma obra de drenagem visando à melhoria de uma situação ocorrida em uma margem do viário na rua 19, que gerou um alagamento pontual. Como ainda vamos aumentar a dimensão do sistema viário, uma drenagem provisória foi executada com a implantação de manilhas”, explica o engenheiro civil.

O sistema viário vai interligar os bairros Liberdade e Rio Verde, alcançando a avenida Liberdade, e a estrutura em construção em frente à prefeitura municipal. “Com os Parques Lineares do Liberdade e Rio Verde, o Parque Urbano Municipal e a lagoa, a população terá mais lazer e bem-estar”, acrescenta o engenheiro Lucas. (Jéssica Borges / Fotos: Jéssica Borges)

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Pará

Três inquéritos sigilosos no STJ miram gestão Helder no enfrentamento à Covid-19

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A revista Veja, trouxe este final de semana, matéria em que trata sobre três inquéritos sigilosos do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que miram a gestão do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) no combate à Covid-19. Material está com a CPI da Pandemia.

Helder é suspeito de participar de um esquema criminoso instalado na administração pública para fraudar licitações e desviar recursos públicos da área de saúde. As apurações revelaram que Helder discutia com empresários assuntos relacionados a compras que seriam efetuadas depois pelo Estado. Um dos processos se debruça sobre contratos feitos entre o governo paraense e organizações sociais para a gestão de hospitais de campanha em Belém e municípios do interior. Os valores firmados ultrapassam a cifra de 1,2 bilhão de reais.

Esses contratos dos hospitais de campanha seriam loteados, direcionados, fraudados e superfaturados, segundo os investigadores. O Ministério Público Federal (MPF) encontrou indícios de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção e lavagem de dinheiro em um esquema ilegal envolvendo empresários e pelo menos quatro secretarias estaduais, por meio da participação de agentes públicos. O material, de cerca de 280 mil páginas, foi compartilhado com a CPI da Pandemia.


Entre as irregularidades apontadas na gestão de hospitais estão sobrepreço de itens, ausência de parecer jurídico sobre os contratos, indícios de que propostas apresentadas por organizações diferentes eram idênticas e até mesmo subcontratação de serviços médicos por parte dessas entidades. “O descaso com a gestão do sistema de saúde fica evidente nas divulgações que relatam a precariedade das unidades de saúde e dos serviços prestados, a despeito dos repasses milionários de recursos públicos aqui expostos”, apontou o relator do caso no STJ, ministro Francisco Falcão.

Os procuradores também investigam compras efetuadas pelo governo do Pará, como a aquisição de 400 respiradores e 1,6 mil bombas de infusão. Barbalho participou diretamente das tratativas,
trocando mensagens com o empresário André Felipe Silva, que atuou como representante comercial da empresa de importação SKN. De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o negócio é fruto de relações pessoais.

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Pará

PARAUAPEBAS: Corpo de Faisal é sepultado sob forte emoção

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Velório na Câmara Municipal

O médico pediatra Faisal Salmen foi sepultado no final da tarde deste sábado, 24, no Cemitério Jardim da Saudade, em Parauapebas, região de carajás, Pará. O corpo foi velado na Câmara Municipal.

Faisal foi o primeiro prefeito de Parauapebas, deputado estadual por dois mandatos e vereador. Ele vinha lutando contra as sequelas de um câncer.

Faisal Faris Mahmoud Salmen Hussain, tinha 68 anos e era paulista de Agudos. Foi eleito prefeito de Parauapebas, em novembro de 1988 e cumpriu o mandato de 1989 a 1992.

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