Todos mundo se manifestou, menos Dulce Miranda (MDB).

Na terça-feira, 11, a base aliada ou a própria prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB), passou em primeira mão para a jornalista Roberta Tum, a informação de um suposto fechamento de apoio do MDB e DEM, além de conversas bem adiantadas com PTB e SD, para a reeleição e participação na gestão da capital.

As negativas não demoraram a vir de forma oficial e também via imprensa. O deputado federal, Carlos Gaguim, vice presidente estadual do DEM negou. Depois, foi a vez dos presidentes municipal e estadual do MDB, deputado estadual Valdemar Júnior e o ex-governador Marcelo Miranda, respectivamente, também negarem tal acordo. Não tão mais tarde, o federal Eli Borges, também negou.

Depois das enfáticas negativas, a deputada federal e presidente estadual do DEM, Professora Dorinha e o senador emedebista Eduardo Gomes, rebateram, mas em um cenário que ficou bastante claro, o fechamento de apoio à Cinthia, era pessoal dos dois parlamentares e não de DEM e MDB como um partido. Portanto, a encomenda anunciada via Tum na noite anterior, ficou clara que não seria entregue, assim tão fácil.

O resultado dessa funesta articulação ficou apenas no campo do desagregamento e mostra que a prefeita da capital, ainda tem muito o que “costurar”’, para criar musculatura e falar em disputar reeleição.

Mas o curioso disso tudo, é que a deputada federal Dulce Miranda, mesmo três dias depois, até hoje, sexta-feira, 14, não se manifestou, apesar de seu nome, ter sido citado diretamente. Valdemar Júnior e Marcelo Miranda não são Dulce Miranda, e, vale lembrar, que mesmo depois das claras negativas de MDB, SD, e a ala governista do DEM, a jornalista Roberta Tum, voltou a publicar artigo, reiterando o fechamento de Dulce, com o projeto de Cinthia, pontuando inclusive que a parlamente deve indicar os gestores da área social da Prefeitura de Palmas.

Enquanto tudo isso acontece, Dulce segue calada, não nega, nem confirma nada.

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