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Bastidores

Eduardo Gomes avalia oficializar pré-candidatura a governador em março

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Aliados do senador Eduardo Gomes (MDB), já proclamam que não passa de março, a oficialização da pré-candidatura do parlamentar ao Governo do Estado do Tocantins. Nos bastidores, Gomes já trata com peças estratégicas do tabuleiro político, planejamentos mais contundentes para fevereiro, mês que antecede o anúncio.

Gomes ainda avalia se permanece no MDB ou segue para o PL, acompanhando o presidente Jair Bolsonaro. O senador avalia que a filiação no PL, poderia dificultar a ampliação do palanque estadual, e que a permanência no MDB, facilitaria essa questão, mesmo apoiando a reeleição de Bolsonaro.

Líderes do MDB, trabalham para aproximar Gomes e Marcelo Miranda, e editar uma chapa formada pelos dois, com Miranda ao Senado e Gomes ao Governo.

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Bastidores

Governo do Tocantins repassa mais de R$ 114 milhões aos municípios de recursos do ICMS, IPVA e Fundeb

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Mais de R$ 114,2 milhões foram repassados pelo Governo do Tocantins aos 139 municípios tocantinenses nesta segunda-feira, 17. O montante corresponde a cota-parte do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), IPVA (Imposto Sobre Propriedade de Veículo Automotor) e do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).

A maior parte do total liberado, ou seja, mais de R$ 55,3 milhões, são oriundos do Fundeb; R$ 50,3 milhões da Cota-Parte do ICMS; e R$ 8,5 milhões do IPVA. 

O governador em exercício do Estado do Tocantins, Wanderlei Barbosa, destacou que o governo priorizou o repasse desses recursos levando em consideração a delicada situação que alguns municípios se encontram. “Houve um esforço conjunto do nosso Governo para que esses repasses fossem executados ainda no início de janeiro, isso porque, devido às condições impostas pela pandemia da covid-19 e os danos causados por conta das cheias dos rios, muitos municípios se encontram em situação delicada, precisando de recursos para socorrer sua população”, afirmou. 

O Governador ressaltou ainda que houve um grande esforço, por parte de todos os servidores da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), envolvidos no processo, para que os repasses fossem feitos da maneira mais rápida possível. 

“A Secretaria da Fazenda está em fase de implantação da codificação de novas fontes de receitas, com isso, foram necessárias alterações nos sistemas orçamentários do Estado. Lembrando também que no ano passado, foram feitas alterações nos índices de participação dos municípios tendo em vista algumas inconsistências que foram identificadas em publicações anteriores. Foram feitas várias reuniões com os prefeitos e com os técnicos da Fazenda envolvidos no processo, para que chegássemos a um consenso que regularizou a situação e nos permitiu fazer os repasses com eficiência”, finalizou o governador Wanderlei Barbosa. 

A republicação dos índices do IPM/ICMS foi publicada na forma do Decreto nº 6.383/2021, no Diário Oficial do Estado (DOE), edição do dia 6 de janeiro deste ano. (Laiane Vilanova)

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Bastidores

Wanderlei Barbosa discute propostas com setor empresarial para reduzir casos de Covid-19

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“Temos que proteger a própria vida e a do próximo”. A declaração foi dada pelo governador em exercício do Tocantins, Wanderlei Barbosa, na tarde desta segunda-feira, 17, durante reunião com representantes do setor empresarial para tratar de ações a serem colocadas em prática nas empresas a fim de evitar a proliferação da covid-19. A reunião foi realizada no Palácio Araguaia.

Na oportunidade, o governador Wanderlei Barbosa fez um breve relato do aumento dos casos de covid-19 em todo o Estado, principalmente nas maiores cidades, e chamou a atenção para a necessidade de o setor empresarial retomar de forma mais contundente os protocolos sanitários para que os casos de contaminação sejam reduzidos. O Governador destacou que é preciso estabelecer normas dentro das empresas e nos ambientes empresariais para evitar o colapso da saúde e, automaticamente, um novo fechamento do comércio.

“Isso é uma situação muito triste para a cidade, para o Estado e para o País. Vamos estabelecer normas para prevenir a proliferação desse vírus e o colapso do sistema de saúde”, recomendou Wanderlei Barbosa, lembrando a importância da vacina nesse contexto. 

Papel dos empresários

O secretário de Estado da Saúde, Afonso Piva, afirmou que com a redução dos casos alguns leitos covid foram fechados porque estavam ociosos, mas por outro lado foram retomadas as cirurgias eletivas. Ele explicou que os empresários tem um papel muito importante no processo de conscientização das pessoas para a necessidade da vacina e no cumprimento dos protocolos sanitários.

“Além da vacina é preciso retomar as precauções com o uso da máscara, do álcool em gel. Temos que despertar na população essa consciência. Já estamos reabrindo leitos covid, mas é preciso que todos façam a sua parte nesse processo”, explicou. 

Campanhas

 O titular da pasta da Comunicação, Luis Celso, garantiu que, por determinação do governador Wanderlei Barbosa, já estão sendo elaboradas campanhas no sentido de conscientizar a população para a importância da vacina e de retomar os cuidados para evitar a contaminação. Também adiantou que com apoio do setor empresarial serão elaboradas novas campanhas.

“Temos feito campanhas de divulgação da importância da vacinação e contactado os prefeitos, que são os responsáveis pela vacinação, para que mobilizem a população para procurar os postos de saúde e obedeçam às recomendações de distanciamento, uso de máscara e álcool gel”, explicou o secretário. 

Empresariado

O presidente da Federação das Associações Comerciais e Industriais do Tocantins (Faciet), Fabiano do Vale, admitiu que houve um certo afrouxamento dos protocolos sanitários em virtude da redução dos casos e elogiou a iniciativa do governador Wanderlei Barbosa em ouvir o setor empresarial em busca de um regramento para evitar o crescimento do contágio pelo novo coronavírus. “Temos que retomar todos os protocolos de forma mais incisiva ainda, para que a situação não se agrave mais. Queremos agradecer ao Governo que está juntando todos para evitar o pior, que é o fechamento do comércio novamente. É possível que tudo funcione normalmente desde que todos tomem a vacina e respeitem os protocolos sanitários”, defendeu. 

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa), Joseph Madeira, também elogiou a iniciativa e disse que na atual gestão os empresários tem a oportunidade de ser ouvidos. “Estamos tendo no seu governo aquilo que sempre buscamos, que é a oportunidade de sermos ouvidos, respeitados e reconhecidos. Somos parceiros e estamos aqui para retribuir essa generosidade. Conte conosco”, disse.

O evento contou com representantes da Federação da Indústria do Tocantins (Fieto), Federação das Associações Comerciais e Industriais do Tocantins (Faciet), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), Câmara de Dirigentes Lojistas de Palmas (CDL), Federação do Comércio (Fecomércio), dentre outros. A reunião contou ainda com a presença do secretário de Estado da Indústria e Comércio e Serviços, Carlos Humberto Lima. (Jarbas Coutinho / Foto: Antônio Gonçalves)

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Bastidores

Balança comercial do Brasil registra maior superávit da série histórica em 2021

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O Indicador de Comércio Exterior (Icomex), divulgado hoje (14) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta que a balança comercial brasileira registrou, no ano passado, o maior superávit da série histórica, no valor de US$ 61,2 bilhões, US$ 10,8 bilhões a mais em relação ao saldo de 2020.

A corrente de comércio, que soma exportações mais importações, atingiu recorde de US$ 500 bilhões, resultado do aumento de 34,2% nas exportações e de 38,2% nas importações em 2021, ante o ano anterior. Segundo a FGV, contribuiu para o aumento das exportações a variação dos preços, que subiram 29,3%, enquanto o volume evoluiu apenas 3,2%. Já nas importações, o volume cresceu 21,9% e os preços aumentaram 13,1%.

As exportações de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior) tiveram participação de 67,7% nas exportações totais, mostrando expansão de 37,3% em valor. Os preços tiveram incremento de 38,9%, contra recuo no volume de 1,8%. Já as exportações de não commodities cresceram 28,1%, resultado do aumento dos preços (12,4%) e do volume (13,5%).

Do mesmo modo, as importações de commodities elevaram sua participação na pauta de 7% para 8,5%, na passagem de 2020 para 2021. Essa alta foi associada a uma variação de 69,5% em valor, com aumento nos preços de 36,4% e no volume de 23%. No caso das não commodities, que explicaram 91,5% das compras externas do Brasil, a variação em valor foi de 35,8%, com aumento no volume de 22% e nos preços de 11,1%.

De acordo com o Icomex da FGV, não é esperada uma nova onda de aumento nos preços das commodities no mercado internacional, embora este ano mostre um cenário de incertezas em função dos efeitos da seca e da chuva em algumas safras, do menor ritmo de crescimento da China e de uma possível intensificação do uso de subsídios em alguns países, como Estados Unidos, em relação ao mercado de carne bovina. Preocupa também, no âmbito interno, a variação cambial no ano eleitoral.

Indústria

Por tipo de indústria, o comércio exterior brasileiro registrou aumento, em valor, de 62,7% nas exportações da indústria extrativa, explicado pelo aumento de preços (59,7%) e de volume (1,3%). A participação da indústria nas exportações totais subiu de 23% para 28%, de 2020 para 2021. Minério de ferro e óleo bruto de petróleo concentraram 94% do total das vendas externas do setor, no ano passado. Os dois produtos tiveram variações, em valor, de 73% e 55,3%, respectivamente.

O Icomex indica que a segunda maior variação em valor foi da indústria de transformação (26%), com participação de 51% nas exportações totais nacionais em 2021, revelando queda de 4 pontos percentuais em relação a 2020. 

O índice de preços aumentou 17,8% e o de volume 6,5%, entre 2020 e 2021. A FGV destacou que a pauta de exportações da indústria é mais diversificada que a da agropecuária e da indústria extrativa. Os dez principais produtos vendidos no mercado internacional explicaram 46% das vendas externas do setor, sendo, majoritariamente, produtos que podem ser classificados como commodities.

Por sua vez, a agropecuária marcou expansão de 23,6% em valor e 27,2% nos preços, com recuo de 1,8% no volume. Sua participação foi de 20% no total das exportações brasileiras. A soja liderou, respondendo por 70% das vendas do setor e mostrando incremento de 35,3%, em valor, seguida do café, com 10,5% de participação e aumento de 16,7%.

Do lado das importações, os dez principais produtos compõem 36% das compras externas e os três – adubos, óleos combustíveis e medicamentos – ficaram com 16,7%. A indústria de transformação participou com 91,5% das importações e registrou aumento de 34,6%, em valor, 11,7% nos preços e 20,3% no volume, entre 2020 e 2021. A indústria extrativa participou com 6% no total das importações, com aumentos de 89,8% em valor, 43,2% em volume e 31,6% nos preços. Os principais produtos importados foram gás natural liquefeito (GNL) e óleo bruto de petróleo. Destaque para o incremento em valor de 298% das importações de gás, resultado de uma variação de 108% no preço e de 91% no volume. A agropecuária teve peso de 2,5% nas importações totais, com variações positivas de 30,7% (valor), 22% (preços) e 7,2% (volume). O principal produto importado foi o trigo, com participação de 31% e crescimento de 24,3%.

Composição

O Icomex da FGV mostra que não ocorreram mudanças na composição da pauta brasileira. Os setores de agropecuária e extrativa registraram saldos positivos de U$ 46,6 bilhões e 62,8 bilhões, respectivamente, enquanto a indústria de transformação teve saldo negativo de US$ 45,3 bilhões. “A dependência de commodities primárias na geração de superávits torna o comércio exterior mais sujeito às flutuações de preços”, analisa o documento.

Destinos

A China continua liderando as exportações e importações brasileiras. Embora sua participação nas exportações tenha recuado de 32,4% para 31,3%, em 2021 em comparação a 2020, as exportações para o mercado chinês aumentaram 29,4%. As importações também cresceram em valor (45,2%), com aumento de preços de 9,9% e de 22,5% no volume. O superávit subiu de US$ 33 bilhões para US$ 40,1 bilhões.

Em contrapartida, o déficit comercial com os Estados Unidos, segundo maior parceiro do Brasil, evoluiu de US$ 6,4 bilhões para US$ 8,3 bilhões. Para a Argentina, o superávit de US$ 591 milhões registrado em 2020 deu lugar a um déficit, em 2021, de US$ 69,9 milhões.

O Icomex aponta ainda que, puxada pela China, a Ásia confirmou sua liderança no comércio exterior brasileiro. A participação da região nas exportações do país, sem a China, atingiu 15,1%, superando a da União Europeia (13%). Nas importações, a participação foi de 12,2%, inferior aos 17,4% de participação da União Europeia.

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