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quarta-feira, 25 / maio / 2022
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Em Tocantinópolis, professores discutem intolerância ao glúten

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Servidores da Diretoria Regional de Ensino (DRE) Tocantinópolis, estão participando de uma série de reuniões como objetivo de estudar a Doença Celíaca, a popular intolerância ao glúten. O grupo é formado por professores da rede estadual de ensino, da Universidade Federal do Tocantins, estudantes, além de nutricionistas, empresários do ramo da alimentação e portadores da doença.

A intenção da DRE é realizar um trabalho de esclarecimento nas escolas sobre os sintomas e o tratamento da doença. De acordo com a professora Giselda Moura, a DRE estuda ainda a possibilidade de modificar o cardápio escolar oferecendo opções de merenda sem glúten para os estudantes que apresentam intolerância à proteína.

A Doença Celíaca

É a intolerância permanente ao glúten, uma proteína encontrada no trigo, centeio, cevada, aveia e malte. Nos indivíduos afetados, a ingestão de glúten causa danos na parede do intestino delgado e é considerada uma desordem auto-imune, na qual o organismo ataca a si mesmo.

Os sintomas podem surgir em qualquer idade e os pacientes costumam apresentar problemas intestinais, pouco ganho de peso, retardo de crescimento, anemia, carência de ferro, osteoporose, entre outros.

Segundo a Fenacelbra – Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil – em todo o país, são mais de um milhão de celíacos, e um grande número de pessoas têm a doença, mas não sabem.

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