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quarta-feira, 25 / maio / 2022
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Emater do Pará debate, em Brasília, mudanças no Código Florestal

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A reformulação do Código Florestal é o principal tema a ser debatido no 2° Fórum dos Dirigentes das Entidades de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), que começou nesta segunda-feira (21), em Brasília (DF), e prossegue até quarta-feira (23). O Fórum acontece paralelamente à 40ª Assembleia Geral da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer).

Na próxima quarta-feira, dirigentes das 27 Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural do país se reunirão com a direção da Asbraer. Para o presidente da Assembleia Geral, Nilton Cosson, é importante o posicionamento do sistema oficial de extensão rural diante das alterações propostas ao Código Florestal. Alguns Estados já possuem leis próprias e, segundo ele, é preciso respeitar as especificidades dos recursos naturais e dos produtores de cada região.

A discussão sobre as alterações no Código começou nesta segunda-feira. Cada representante expôs a situação em seu Estado. A presidente da Emater-PA, Cleide Amorim, e o diretor técnico, Humberto Reale, apresentaram o panorama da empresa paraense.

Aperfeiçoamento

Para Cleide Amorim, falar sobre a Emater do Pará para profissionais ligados à assistência técnica e extensão rural do país é uma troca de experiências, que contribuirá para aperfeiçoar as atividades da empresa. “O Pará é um Estado com dimensões continentais, com características peculiares e problemas únicos. A acessibilidade a determinadas regiões e a conexão à internet são alguns deles”, ressaltou.

Atendendo às diretrizes do 2° Fórum, os Estados escolheram comitês relacionados às suas áreas de interesse. A Emater-PA se candidatou ao Comitê de Agroecologia, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA); à Unidade Nacional de Articulação do Programa de Ates, do Incra; às Câmaras Setoriais da Castanha do Brasil e Cadeias Produtivas da Mandioca e derivados, da Borracha, de Flores e Plantas Ornamentais, das Oleaginosas e Biodiesel, do Cacau, do Mel e Produtos Apícolas e do Óleo de Palma.

Segundo Cleide Amorim, o próximo passo é aumentar o intercâmbio com os representantes dos outros Estados que se candidataram às mesmas entidades. “Temos uma força muito grande em questões ligadas à apicultura, à mandioca, ao cacau e ao óleo de palma. Fazer parte dessas Câmaras Setoriais será um salto positivo para as cadeias produtivas”, afirmou.

Vagas

A negociação com os representantes dos demais Estados é necessária porque há somente duas vagas, uma para titular e outra para suplente, nos diversos comitês, câmaras e conselhos. São 41 setores ligados à agricultura familiar. Atualmente, a Emater do Pará participa de apenas três câmaras setoriais: da castanha do brasil, de produtos apícolas e de óleo de palma.

Na programação desta terça-feira (22) será eleita a nova presidência da Asbraer, para o biênio 2011-2012, com voto de cada Estado. Depois serão escolhidos os diretores das cinco regiões do Brasil. Os eleitos se reunirão para escolher, entre eles, o vice-presidente da Asbraer. Cleide Amorim é uma das candidatas pela Região Norte.

A escolha do Conselho Fiscal também acontecerá na terça-feira. O Conselho tem seis dirigentes – três titulares e três suplentes.

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