Connect with us

Tocantins

Empresas investigadas pela PF têm contratos com Governo do TO

Publicado

em

Das oito empresas investigadas na Operação Paralelo 31-S da Polícia Federal (PF), a Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária (SEAGRO) confirmou que três possuem contratos com o governo do Estado. Os contratos da Engeplus Engenharia e Consultoria e a Magna Projetos e Construções, firmados desde 2001 até 2013, somam mais de R$ 56,8 milhões. Sobre a empresa Marco Projetos e Construções, a SEAGRO informou que o contrato (R$ 8,9 milhões) está em processo de recisão devido ao fim do convênio com o Ministério da Integração Nacional.

As empresas e mais 11 pessoas – detalhamento no final da matéria – estão impedidas de firmar contratos com o Poder Público. A decisão foi proferida na quarta-feira pelo Tribunal Regional Federal (TRF), da 4ª Região, e se restringe à esfera cível. O TRF ainda destacou que as empresas atuam no Tocantins no Projeto de Irrigação do Rio Formoso e na obra de Barragem no Rio Manuel Alves, entre os municípios de Porto Alegre do Tocantins e Dianópolis.

A assessoria de comunicação do TRF explicou que a medida cautelar visa impedir a celebração de novos contratos, mas não suspende os contratos em vigência. Os únicos contratos suspensos foram os referentes às obras da Barragem da Arvorezinha, em Bagé (RS), e o projeto de Irrigação da Costa Doce, em Arambaré, também no Rio Grande do Sul, devido a suspeita de irregularidades na execução das obras.

Tocantins

O diretor do Departamento de Irrigação e Drenagem da SEAGRO, Diego Cavalcante Fernandes, afirmou que o Estado ainda não tem conhecimento da decisão judicial e que aguarda uma notificação. “O que podemos dizer é que determinação judicial tem que ser cumprida”, afirmou.

Fernandes destacou que a SEAGRO não identificou nenhuma irregularidade nos contratos da Engeplus e Magna. “As obras executadas pela Magna nos projetos Sampaio, Manuel Alves e Arraias já foram auditados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e não foram apontadas irregularidades”, afirmou.

Posicionamento

Por meio de nota, a assessoria de comunicação da Marco informou que a empresa não teve acesso ao processo investigatório, mas destacou que “irá contribuir com todas as solicitações das autoridades”. A Asteca Topografia e explicou que a empresa prestava serviço técnico para a Marco, mas que o contrato foi encerrado em abril deste ano.

A Engeplus afirmou que não se posicionará sobre o assunto. A Magna afirmou que retornaria a ligação para dar um posicionamento, mas ainda não fez.

Operação

Deflagrada na última terça-feira, a PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Palmas. Contudo, a polícia não divulgou os nomes das pessoas envolvidas na investigação. Também foram cumpridos 23 mandados no Rio Grande do Sul e dois no Distrito Federal. O objetivo da operação é desarticular um suposto esquema de desvio de recursos em obras públicas. (Com informações do JT)

publicidade
FAÇA UM COMENTÁRIO
Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.
Faça um comentário

Tocantins

Leitos de UTIs para Covid são bloqueados no Tocantins por risco de desabastecimento

Publicado

em

O Instituto Saúde e Cidadania (ISAC) que administra leitos de UTI para Covid-19 nos três maiores hospitais do Tocantins, anunciou nesta quarta-feira (20) o bloqueio de parte dos leitos. A justificativa apresentada pelo instituto é de que há risco de desabastecimento nas unidades, mas não foi informado qual o produto que está sob risco de faltar. O Instituto afirma que há problemas no “abastecimento de materiais e medicamentos essenciais para o tratamento dos pacientes internados”.

O ISAC disse que os leitos bloqueados estão no Hospital Geral de Palmas e também nos Hospitais Regionais de Araguaína e Gurupi. Segundo a nota, “atualmente, as unidades citadas não possuem condições de novas admissões até que o abastecimento seja normalizado pelos fornecedores”.

O ISAC informou que o bloqueio atinge 17 leitos que estão livres atualmente na unidade. Segundo o portal Integra Tocantins, alimentado pelo Governo do Estado, atualmente há 24 leitos livres nas três unidades. Os outros sete leitos que estão livres já estavam bloqueados antes da decisão do instituto pela equipe de controle de bactérias do hospital, já que alguns pacientes não podem ficar perto de outros, e também por casos de pacientes suspeitos.

A nota afirma ainda que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) havia sido notificada sobre o risco de desabastecimento em três ocasiões e que a situação não foi normalizada.

O painel que monitora a ocupação de leitos na rede hospitalar, o Integra Tocantins, indica que até à 16h havia 43 pacientes internados nas UTIs das três unidades citadas pelo ISAC e 24 vagas livres nos três hospitais. Veja a situação de cada hospital:

  • Hospital Geral de Palmas – 17 leitos ocupados e 13 livres (57% de ocupação)
  • Hospital Regional de Araguaína – 12 leitos ocupados e cinco livres (71% de ocupação)
  • Hospital Regional de Gurupi – 14 leitos ocupados e seis livres (70% de ocupação)

Já há relatos de pacientes que aguardam transferências para UTIs nas unidades e não estão conseguindo. É o caso de Carlos Antônio Pereira Paz. Ele está internado na Unidade de Pronto Atendimento da região norte da capital e a família conseguiu uma liminar na Justiça que determina a transferência dele para uma UTI. Uma sobrinha do paciente informou que quando a UTI móvel chegou para realizar a transferência eles foram informados que o HGP não poderia receber o paciente. A justificativa apresentada a eles foi de falta de pagamento de salário aos enfermeiros.

O ISAC afirma no entanto que o bloqueio dos leitos é por causa do risco de desabastecimento e não de atrasos nos pagamentos. A folha de pagamento de dezembro é a única, segundo o instituto, que está atrasada.

A SES foi procurada para explicar a situação e dizer para onde os pacientes que precisarem de UTI serão encaminhados enquanto o bloqueio durar. O G1 aguarda retorno da pasta.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) decidiu terceirizar o gerenciamento e operacionalização dos leitos de UTI adultos do Hospital Geral de Palmas e dos Hospitais Regionais de Gurupi e Araguaína em agosto. O governo contratou o Instituto Isac pelo valor de R$ 33,2 milhões, sem licitação. O contrato tem validade de pelo período de seis meses, mas prevê a prorrogação sucessiva enquanto durar a pandemia.

Continue lendo

Tocantins

Para enfrentar a crise, 64% das empresas tocantinenses vendem por canais digitais

Publicado

em

O comércio eletrônico foi a forma que a grande maioria das empresas encontrou para enfrentar a crise gerada pela pandemia de Covid-19. De acordo com a 9ª edição da pesquisa “O Impacto da Pandemia de Coronavírus”, elaborada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), sete em cada dez empresas brasileiras já atuam nas redes sociais, aplicativos ou internet para impulsionar suas vendas. Em maio, bem no início da pandemia, esse percentual era de 59%.

Para o superintendente do Sebrae Tocantins, Moisés Gomes, a internet tem sido uma grande aliada na sobrevivência dos negócios. “As compras pela internet se intensificaram e os empresários tiveram que se readaptar para manter o negócio funcionando. O ambiente virtual se tornou um aliado cada vez mais forte e importante para compra e venda de produtos e serviços”, afirmou.

No Tocantins, a plataforma WhatsApp é a preferida pelos empreendedores que inseriram o mundo virtual nas suas vendas, com 94% de adeptos. Instagram e Facebook são as próximas opções, com 47% e 39%, respectivamente. Apenas 8% dos negócios vendem por sites próprios.

“Isso demonstra que plataformas já conhecidas e com grande capilaridade são mais procuradas pelos empreendedores, que levam em consideração custos de manutenção e a confiabilidade do meio”, destacou Gomes.

Outro dado apontado pela pesquisa é que 59% das empresas tocantinenses continuam funcionando, mas tiveram mudanças em suas rotinas em 2020. Além disso, 34% dos entrevistados comercializaram novos produtos e serviços desde o surgimento da crise do coronavírus. Para 45% dos empresários tocantinenses, os desafios estabelecidos pela instabilidade provocaram mudanças valiosas em seus negócios.

Continue lendo

Tocantins

Ministério da Saúde aumenta de 29 mil para 44 mil doses da Coronavac para o Tocantins

Publicado

em

A quantidade de doses da vacina CoronaVac, que inicialmente seria de 29.840 para o Tocantins, teve porção aumentada para 44 mil. A informação foi oficializada pelo secretário de estado da Saúde, Edgar Tollini, na noite desta segunda-feira, 18, no lançamento da campanha de vacinação contra a Covid-19.

Essas doses serão destinada para profissionais da saúde, idosos e indígenas.

A CoronaVac foi desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e, no Brasil, será produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo. O uso emergencial da vacina foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no domingo (17). A agência também aprovou o uso emergencial da vacina de Oxford, cujas doses devem chegar ao país nas próximas semanas.

Continue lendo
publicidade Bronze