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Tocantins

Garota de programa é indiciada por falsa acusação de estupro no TO

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A Polícia Civil de Colméia, na região Centro-Norte do Estado indiciou uma mulher com iniciais de C. R. S., 20, por falsa acusação de estupro cometido por um homem com iniciais M.C. M, de 36 anos. Segundo a Polícia Civil, o homem é casado e teria acertado uma relação sexual mediante pagamento com a denunciante.

Segundo o delegado Roberto Assis, a relação sexual teria acontecido próximo a um motel da cidade, uma vez que a a vítima não tinha dinheiro para pagar o motel. “Porém, C.R.S., desacordando do preço do programa ou por outro motivo que desconhecemos, saiu de onde estavam, de dentro do carro da vítima, e pediu para parar no Posto Sales. Lá, continuou consumindo bebida alcoólica até 05 horas da manhã, conforme câmeras de segurança do Posto”, afirmou.

Ainda de acordo com o delegado, no dia seguinte a mulher teria informado familiares e amigos que fora vítima de estupro. Após investigações da Policia Civil de Colméia, foi descoberto que na verdade, a relação sexual foi consentida. “Identificamos que a denunciante inverteu as informações repassadas à Polícia, movimentando todo um aparato policial para falsamente acusar um homem que sabia inocente. Agora, ela está à disposição do Poder Judiciário, e responderá pelo crime de denunciação caluniosa, previsto no artigo 339 do Codigo Penal, podendo pegar até 08 anos de prisão.

O delegado afirmou ainda que o cidadão precisa ter elementos comprobatórios e verídicos ao fazer uma denúncia contra terceiros. “Alertamos que denúncias falsas serão rigorosamente investigadas pela Policia Civil, pois as pessoas não podem usar a Polícia como mero capricho para resolver suas desavenças pessoais, merecendo punição rigorosa por parte da Justiça tais condutas”, relata o Delegado Roberto Assis.

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Tocantins

Menor é apreendido no interior do Tocantins com dinheiro falso comprado pela internet

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Na tarde desta terça feira, 27, um menor de 16 anos de idade foi apreendido pela Polícia Militar durante abordagem em Ponte Alta do Tocantins, por ato infracional (moeda falsa). Ele portava um envelope com conteúdo ilícito e confessou que se tratava de notas falsas compradas na Internet pelo valor de R$ 200,00.

O menor foi apreendido durante abordagem realizada pelos militares de Ponte Alta do Tocantins. No interior do envelope que o infrator portava os policiais encontraram sete notas de R$ 100,00 totalizando R$ 700,00. Para os policiais, o autor informou que havia comprado as moedas pela Internet, no site de  compra e venda OLX e pagou pelas notas falsas o valor de R$ 200,00. A conduta é tipifica como crime pelo art. 289, § 1º, do Código Penal (aquisição de moeda falsa). 

Diante da situação o menor foi autuado em flagrante. O Conselho Tutelar foi acionado por se tratar de um menor de idade e o pai do jovem acompanhou toda a ação policial. Depois de apreendido o infrator foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil em Porto Nacional, para os procedimentos legais cabíveis. 

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Tocantins

ARAGUAÍNA: Crime de estupro e roubo solucionado com a ajuda de análise de material genético deixado na cena do crime

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A Polícia Civil do Estado do Tocantins, por intermédio da Delegacia de Repressão a Roubos (DRR) de Araguaína, com apoio do Laboratório de Genética Forense da Superintendência da Polícia Científica, concluiu o primeiro caso de crimes de Estupro e Roubo apurado pelo exame de DNA de vestígio encontrado na cena do crime.

Conforme o delegado Breno Eduardo Campos Alves, o crime ocorreu no mês de março de 2020, quando a vítima e o namorado foram abordados no momento em que se encontravam no interior de um veículo, no período noturno no Bairro JK, em Araguaína. Na ocasião, as vítimas foram amarradas e roubadas, tendo o autor do crime violentando sexualmente a vítima mulher.

A Delegacia Especializada de Repressão a Roubos encampou a investigação e, diante do exame de local direto e indireto do crime, foi possível realizar a coleta de vestígios que foram encaminhados ao Laboratório de Genética Forense.

Ainda segundo a autoridade policial, o árduo trabalho de investigação resultou na identificação de um suspeito e seu perfil genético foi colhido, tratado e comparado com amostras coletadas do vestígio recolhido na cena do crime pelo LGF, confirmando cabalmente ser ele o autor do crime.

O Delegado Breno Eduardo ressaltou que “se tratou de investigação complexa que culminou na prisão preventiva do autor do crime, bem como do partícipe, um indivíduo que emprestou ao autor a arma utilizada no crime e a motocicleta com a qual se aproximou e fugiu após o ato”. O autor do crime foi preso no Estado do Piauí e o partícipe preso pelo mesmo crime, no Estado do Pará.

Genética

O Laboratório de Genética Forense informou que esse foi o primeiro caso de apuração de crimes de estupro e roubo que foi elucidado por meio de investigação genética de vestígio coletado na cena do crime, marco pioneiro do processo de investigação moderna que a Polícia Civil vem construindo. 

O Delegado Breno Alves ainda informou que o autor se encontra preso preventivamente e já responde a mais de uma dezena de processos por crimes de estupros, roubo e homicídios nos estados do Pará, Tocantins, Piauí e Maranhão, sendo que na época do crime se encontrava foragido.

Além do trabalho técnico da DRR – Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e do Laboratório de Genética Forense, a investigação teve auxílio da Polícia Civil dos estados do Piauí, Pará e Goiás.

O perito Paulo Henrique Teixeira ressaltou que o isolamento do local do crime e a consequente preservação dos vestígios foram de fundamental importância para a realização da análise contundente do perfil genético do suspeito, o que contribui sobremaneira para a elucidação do crime.

Já o perito Marciley Alves Bastos ressaltou a importância do Banco Nacional de Perfis Genéticos. Segundo ele, com a inserção dos dados e dos vestígios do suspeito nesse banco outros crimes passados ou futuros poderão ser solucionados. O perito também frisou que através da colocação dos dados, bem como dos vestígios do suspeito preso, não somente crimes sexuais, mas também, roubos, homicídios sequestros, enfim, uma série de outros delitos que podem deixar vestígios poder ser desvendados trazendo mais segurança à população. Por fim, Marciley agradeceu o apoio recebido da Polícia Científica do estado de Goiás. (Rogério de Oliveira)

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Tocantins

Estagiário aplica golpe de mais de R$ 40 mil em agência bancária do Tocantins

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Na tarde desta terça-feira, 27, a Polícia Civil do Tocantins, por meio da 1ª Delegacia de Palmas, em ação conjunta com policiais do Sistema Integrado de Operações (SIOP), efetuou a apreensão de cerca de R$ 40 mil, que estavam na residência de um homem de 21 anos, o qual foi detido e conduzido até a sede da 1ª DP, por suspeita de crimes de estelionato e falsificação de documento público.

Conforme os delegados Ricardo Real e Túlio Pereira, as investigações estavam sendo realizadas pela Polícia Civil, há algumas semanas, pois havia a suspeita de que o indivíduo, que é estagiário de uma empresa que presta serviços jurídicos a instituições financeiras, estaria desviando dinheiro de uma agência bancária em Palmas.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, o referido estagiário estaria, em tese, falsificando documentos referente ao pagamento de emolumentos cartorários para obter valores ilícitos junto à instituição. Restou apurado ainda que o estagiário vinha praticando as atividades criminosas há cerca de um ano e pode ter obtido aproximadamente R$ 170 mil.

A atuação da Polícia Civil e do SIOP teve como objetivo principal evitar que o estagiário obtivesse êxito ao retirar valores nesta terça-feira, 27, bem como tentar recuperar valores que ele, porventura, estivesse ocultando. “No momento em que o suspeito deixava a agência bancária, fizemos a abordagem e o conduzimos até a sede da 1ª DP, onde ele acabou confessando a prática delituosa”, disse o diretor do SIOP, delegado Ricardo Real. Ao mesmo tempo, outra equipe de policiais civis foi até a residência do suspeito, onde foram localizados e apreendidos cerca de R$ 40 mil, dinheiro que jovem confessou ser produto de desvio do banco.

O delegado-chefe da 1ª DP, Túlio Pereira Motta esclareceu que a Polícia Civil aprofundará às investigações no sentido de individualizar as ações criminosas do estagiário, que aguardará as apurações em liberdade. “Ao final das investigações, o indivíduo pode ser indicado pela prática dos crimes de estelionato e falsificação de documento público e crime contra a fé pública”, disse o delegado Túlio Pereira Mota.

O diretor do SIOP, delegado Ricardo Real, ponderou que a atuação integrada e imediata interrompeu as atividades criminosas, recuperou e devolveu cerca de R$ 40 mil que haviam sido subtraídos da agência bancária. “Com o aprofundamento das investigações, será possível esclarecer todas as circunstâncias do crime e apurar se há outras pessoas envolvidas na ação”, frisou a autoridade policial. A Polícia Civil reitera que tem intensificado a atuação no combate aos crimes contra o patrimônio em Palmas e em todo o Estado e que novas ações podem ser deflagradas nos próximos dias.

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