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Pará

Governo autoriza financiamento da casa própria pelo Banpará a todos os servidores estaduais

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Servidores públicos efetivos e temporários do Estado e clientes do Banco do Estado do Pará (Banpará) já podem recorrer ao crédito imobiliário para financiamento de imóveis residenciais novos e/ou usados. A modalidade foi disponibilizada no início deste ano, mas estava restrita aos integrantes da área de Segurança Pública, e agora passa a ser oferecida a todo o funcionalismo, que pode financiar até 90% do valor de avaliação do imóvel e em até 35 anos.

O Banpará detém, neste momento, a melhor taxa de juros do mercado para este tipo de financiamento, a qual varia em função do segmento, do indexador e do nível de relacionamento com o Banco. Para servidores efetivos, por exemplo, as taxas estão a partir de 3,18% ao ano + IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e a partir de 6,45% ao ano + TR (Taxa Referencial). Pelo site banpara.b.br é possível simular o financiamento, com base nas condições disponíveis.

De acordo com a responsável pela Superintendência de Crédito Imobiliário do Banpará, Lauryanne Coimbra de Castro, reativar essa carteira foi uma das diretrizes estabelecidas pelo presidente da instituição bancária, Braselino Assunção, e do diretor Comercial, Jorge Antunes – traçada em acordo com o governador Helder Barbalho, que solicitou prioridade para servidores da Segurança Pública, visando possibilitar a aquisição de imóveis localizados em áreas mais seguras.

“Essa carteira é de extrema relevância para o Banco, pois é muito satisfatório auxiliar os nossos clientes a realizar o sonho de adquirir a casa própria, além de contribuir com o desenvolvimento da economia local”, explica a superintendente de Crédito Imobiliário.

Para alcançar o valor do imóvel desejado é possível compor renda com pais, irmãos, filhos e cônjuges. “O Banpará está habilitado para prestar o serviço de saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o que significa que os clientes que possuem saldo podem utilizá-lo, se atendidos os requisitos, para compor o valor de compra e venda do imóvel, reduzindo o valor financiado”, reforça Lauryanne Coimbra de Castro. O cliente também pode incluir no financiamento os valores estimados para pagamento de despesas cartorárias do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e o valor mínimo de avaliação do imóvel – R$ 80 mil.

É possível também escolher entre a possibilidade de uma mensalidade fixa (tabela Price) ou decrescente (Sistema de Amortização Constante – SAC).

Como fazer – Para submeter uma proposta à análise, basta ser correntista e dirigir-se a qualquer agência do Banco, munido de documentos de identificação e de comprovação de renda e residência. Nem precisa já ter o imóvel escolhido, e quem já tiver um financiamento ativo pode solicitar a portabilidade, e assim usufruir também dessas vantagens. Todo o processo é sujeito à aprovação de crédito.

Após apresentar a proposta, o processo segue com as seguintes etapas: apresentação da documentação completa do imóvel, compradores e vendedores; avaliação de engenharia do imóvel; avaliação documental, assinatura contratual; registro em cartório e liberação ao vendedor. 

“Nós recomendamos aos clientes que já estão procurando para que submetam a proposta à análise. Dessa forma, assim que definido o imóvel, o cliente já estará com o crédito aprovado e com a primeira etapa concluída. Às vezes, o cliente perde a oportunidade de compra da vida porque quem vende tem pressa e o comprador, estando com a análise de crédito concluída, já possui essa vantagem”, acrescenta Lauryanne Coimbra de Castro.

A expectativa é que a procura pelo novo produto movimente as agências do Banpará em todo o Estado. “Embora restrito apenas à Segurança Pública, recebemos muitos servidores em busca do sonho da casa própria. Com todas as condições que oferecemos agora, de taxas extremamente competitivas, mínimo de 10% de entrada, quando a maioria das outras instituições financeiras solicita 20%, e outras vantagens, esperamos receber ainda mais interessados”, disse a superintendente.

Empreendimentos – Pelo Plano Empresário Banpará, pessoas jurídicas que exerçam atividade de incorporação imobiliária também possuem acesso ao produto para a construção de empreendimentos imobiliários residenciais urbanos ou comerciais, com financiamento de até 80% do custo de obra. 

“É uma maneira de também contribuirmos para a economia do Estado, fomentando a ampliação da renda, já que a construção civil é um setor relevante para a geração de emprego. E a grande vantagem é que o Banpará, por ser um banco regional, conhece as excepcionalidades e necessidades do nosso Estado e dos incorporadores locais, além de possuir equipe especializada para atendimento regionalizado”, frisou Lauryanne de Castro.

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Pará

BREJO GRANDE: Geraldo Bila diz que declaração de inelegibilidade só pode ser feita pela Justiça Eleitoral

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Citado na matéria intitulada, “BREJO GRANDE: Pesquisa Gauss aponta grande vantagem de Jesualdo, apoiado pelo atual prefeito Baxim”, em que aponta sua inelegibilidade, Geral do Bila (MDB), candidato a prefeito pela Coligação “Unidos Somos Mais Fortes”, rebateu a informação por meio de sua assessoria jurídica. Leia a declaração do candidato:

Geraldo Francisco se Morais (Geral do Bila), brasileiro, viúvo, pecuarista, residente em Brejo Grande do Araguaia, Estado do Pará, vem respeitosamente à presença de Vossa Senhoria expor o seguinte:

Foi publicada uma matéria por esse respeitável Jornal sobre pesquisa eleitoral realizada no Município de Brejo Grande do Araguaia, Estado do Pará. No meio da reportagem foi declinado que o Sr. Geraldo Francisco de Morais tem quatro processos de contas julgados irregulares pelo Tribunal de Contas da União-TCU.

Foi declinado ainda que em decorrência dessas contas julgadas irregulares, o Sr. Geraldo Francisco se encontra inelegível até 2026.

Conforme podemos verificar no julgado a seguir citado, a declaração de inelegibilidade só pode ser feita pela Justiça Eleitoral, cabendo aos Tribunais de Contas a competência para oferecer parecer prévio, e alguns casos, julgar se as contas são regulares ou irregulares.

A irregularidade nas contas que gera a inelegibilidade pressupõe a presença de alguns requisitos de aferição exclusiva pelo Poder Judiciário Eleitoral.

Vossa Senhoria pode consultar os acórdãos que julgaram irregulares as contas do Sr. Geraldo Francisco de Morais no TCU e jamais encontrará uma palavra afirmando sobre inelegibilidade.

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Pará

BREJO GRANDE: Pesquisa Gauss aponta grande vantagem de Jesualdo, apoiado pelo atual prefeito Baxim

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Em recente pesquisa, realizada pelo Qualiquanti Gauss, o candidato a prefeito, Jesualdo (PDT), que é apoiado pelo atual prefeito Baxim, aparece na liderança da corrida pela Prefeitura de Brejo Grande do Araguaia, na região de Carajás, estado do Pará, com grande vantagem sobre o 2º colocado, o ex-prefeito Geraldo Bila (MDB), da Coligação “Unidos Somos Mais Fortes”.

O Qualiquanti Gauss ouviu 160 entrevistados, durante o dia 18 de setembro. Com uma margem de erro de 3,5 pontos percentuais, a pesquisa possui nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará com o número PA-02100/2020.

Perguntados sobre se as eleições fossem hoje, em quem votariam, 60,00 % dos eleitores afirmaram votar em Jesualdo e 29,38% disseram votar em Geraldo Bila. Nenhum dos candidatos e não responderam somam 10,62%.

O candidato Geraldo Bila tem 4 processos com contas julgadas irregulares, com trânsito julgado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em razão de ilegalidades identificadas em convênios e que o tornaram inelegível até 2026.

Na resposta espontânea do eleitor, 46,25% disseram votar em Jesualdo, 23,75% em Geraldo Bila e 8,13% em Baxim (que não é candidato). 21,88% não sabem ou não opinaram.

A pesquisa aponta, também, que a maioria dos eleitores aprova a administração do prefeito Baxim. Perguntados, 32,5% dos eleitores apontam a administração de Baxim, como ótima, 45,62% como boa, 15,63% como regular e ruim e péssimo somam apenas 6,25%.

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Pará

Helder é alvo de buscas da PF que investiga contratos para gestão de hospitais no Pará

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O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), é alvo de buscas da Polícia Federal em uma operação que investiga supostos desvios em contratos para a gestão de hospitais do estado. Dois secretários e um assessor do governador foram presos:

  • Parsifal de Jesus Pontes – secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia e ex-secretário da Casa Civil
  • Antonio de Padua – Secretário de Transportes
  • Leonardo Maia Nascimento – assessor de gabinete

Em nota, o governo do Pará disse que apoia qualquer investigação que busque proteger o dinheiro público.

Segundo a PF, a investigação, batizada de S.O.S., mira 12 contratos firmados entre o governo do Pará e organizações sociais para administração de hospitais públicos do estado, inclusive os hospitais de campanha criados por conta da pandemia do coronavírus.

A suspeita que os contratos, que somam R$ 1,2 bilhão, sejam irregulares, segundo o Ministério Público Federal. Os crimes investigados são fraude em licitações, falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O MPF afirma que Helder possivelmente exercia “função de liderança na organização criminosa” no esquema, e “tratava previamente com empresários e com o então chefe da Casa Civil sobre assuntos relacionados aos procedimentos licitatórios que, supostamente, seriam loteados, direcionados, fraudados, superfaturados”.

Foram expedidos 74 mandados de prisão, 12 deles pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e 62 pelas Varas de Birigui e Penápolis, cidades do interior de São Paulo, e 278 de buscas.

Os mandados do STJ foram pedidos pela subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo e expedidos pelo ministro Francisco Falcão.

Além dos 3 detidos, são alvos de mandados de prisão:

  • Peter Cassol de Oliveira, ex-secretário-adjunto de gestão administrativa de Saúde,
  • Nicolas André Tsontakis Morais
  • Nicholas André Silva Freire
  • Cleudson Garcia Montali
  • Regis Soares Pauletti
  • Adriano Fraga Troian
  • Gilberto Torres Alves Junior
  • Raphael Valle Coca Moralis
  • Edson Araújo Rodrigues
  • Valdecir Lutz

Além de Pará e São Paulo, há mandados cumpridos em Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná. A Controladoria-Geral da União e o Ministério Público e a Polícia Civil de São Paulo participam da operação.

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