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Bastidores

Governo do TO renova concessão da Folha de Pagamento com o Banco do Brasil e consignados

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O governador do Tocantins, Mauro Carlesse, recebeu nesta terça-feira, 17, em seu Gabinete, no Palácio Araguaia, representantes do Banco do Brasil para assinatura do contrato de renovação da concessão da folha de pagamento dos servidores públicos do Estado e a liberação dos consignados junto à instituição financeira, que estavam suspensos há cerca de três meses.

De acordo com o governador Carlesse, o acordo foi firmado com vantagens aos servidores públicos. “Com a assinatura do contrato, o Banco do Brasil vai garantir benefícios diretos aos servidores como menor taxa de juro para empréstimo e também comodidade, já que eles não precisarão mudar suas contas de banco. Além disso, destravamos também a questão dos empréstimos consignados junto ao Banco”, afirmou.

O superintendente do Banco do Brasil no Tocantins, Raul Wahbe, confirmou que a renovação vai proporcionar aos servidores públicos do Estado acesso a taxas de juros mais baratas como a do crédito consignado em folha; crédito imobiliário; e crédito para aquisição de veículo. “Isso vai proporcionar que muitas pessoas consigam passar o fim de ano mais tranquilo. Essa reabertura do crédito consignado já acontece a partir de hoje [17]”, adiantou.

O secretário de Estado da Fazenda e do Planejamento, Sandro Henrique Armando, explicou que, com a assinatura do contrato, o Banco do Brasil permanecerá com exclusividade da folha de pagamento do Estado pelos próximos cinco anos. “O Banco do Brasil foi a instituição que reuniu a melhor proposta e a melhor condição para todos os servidores e para o Estado, como as taxas de juro menores e agilidade no processamento da folha de pagamento”, argumentou. (
Jesuino Santana Jr./Foto: Tharson Lopes)

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Bastidores

Balança comercial do Brasil registra maior superávit da série histórica em 2021

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O Indicador de Comércio Exterior (Icomex), divulgado hoje (14) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta que a balança comercial brasileira registrou, no ano passado, o maior superávit da série histórica, no valor de US$ 61,2 bilhões, US$ 10,8 bilhões a mais em relação ao saldo de 2020.

A corrente de comércio, que soma exportações mais importações, atingiu recorde de US$ 500 bilhões, resultado do aumento de 34,2% nas exportações e de 38,2% nas importações em 2021, ante o ano anterior. Segundo a FGV, contribuiu para o aumento das exportações a variação dos preços, que subiram 29,3%, enquanto o volume evoluiu apenas 3,2%. Já nas importações, o volume cresceu 21,9% e os preços aumentaram 13,1%.

As exportações de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior) tiveram participação de 67,7% nas exportações totais, mostrando expansão de 37,3% em valor. Os preços tiveram incremento de 38,9%, contra recuo no volume de 1,8%. Já as exportações de não commodities cresceram 28,1%, resultado do aumento dos preços (12,4%) e do volume (13,5%).

Do mesmo modo, as importações de commodities elevaram sua participação na pauta de 7% para 8,5%, na passagem de 2020 para 2021. Essa alta foi associada a uma variação de 69,5% em valor, com aumento nos preços de 36,4% e no volume de 23%. No caso das não commodities, que explicaram 91,5% das compras externas do Brasil, a variação em valor foi de 35,8%, com aumento no volume de 22% e nos preços de 11,1%.

De acordo com o Icomex da FGV, não é esperada uma nova onda de aumento nos preços das commodities no mercado internacional, embora este ano mostre um cenário de incertezas em função dos efeitos da seca e da chuva em algumas safras, do menor ritmo de crescimento da China e de uma possível intensificação do uso de subsídios em alguns países, como Estados Unidos, em relação ao mercado de carne bovina. Preocupa também, no âmbito interno, a variação cambial no ano eleitoral.

Indústria

Por tipo de indústria, o comércio exterior brasileiro registrou aumento, em valor, de 62,7% nas exportações da indústria extrativa, explicado pelo aumento de preços (59,7%) e de volume (1,3%). A participação da indústria nas exportações totais subiu de 23% para 28%, de 2020 para 2021. Minério de ferro e óleo bruto de petróleo concentraram 94% do total das vendas externas do setor, no ano passado. Os dois produtos tiveram variações, em valor, de 73% e 55,3%, respectivamente.

O Icomex indica que a segunda maior variação em valor foi da indústria de transformação (26%), com participação de 51% nas exportações totais nacionais em 2021, revelando queda de 4 pontos percentuais em relação a 2020. 

O índice de preços aumentou 17,8% e o de volume 6,5%, entre 2020 e 2021. A FGV destacou que a pauta de exportações da indústria é mais diversificada que a da agropecuária e da indústria extrativa. Os dez principais produtos vendidos no mercado internacional explicaram 46% das vendas externas do setor, sendo, majoritariamente, produtos que podem ser classificados como commodities.

Por sua vez, a agropecuária marcou expansão de 23,6% em valor e 27,2% nos preços, com recuo de 1,8% no volume. Sua participação foi de 20% no total das exportações brasileiras. A soja liderou, respondendo por 70% das vendas do setor e mostrando incremento de 35,3%, em valor, seguida do café, com 10,5% de participação e aumento de 16,7%.

Do lado das importações, os dez principais produtos compõem 36% das compras externas e os três – adubos, óleos combustíveis e medicamentos – ficaram com 16,7%. A indústria de transformação participou com 91,5% das importações e registrou aumento de 34,6%, em valor, 11,7% nos preços e 20,3% no volume, entre 2020 e 2021. A indústria extrativa participou com 6% no total das importações, com aumentos de 89,8% em valor, 43,2% em volume e 31,6% nos preços. Os principais produtos importados foram gás natural liquefeito (GNL) e óleo bruto de petróleo. Destaque para o incremento em valor de 298% das importações de gás, resultado de uma variação de 108% no preço e de 91% no volume. A agropecuária teve peso de 2,5% nas importações totais, com variações positivas de 30,7% (valor), 22% (preços) e 7,2% (volume). O principal produto importado foi o trigo, com participação de 31% e crescimento de 24,3%.

Composição

O Icomex da FGV mostra que não ocorreram mudanças na composição da pauta brasileira. Os setores de agropecuária e extrativa registraram saldos positivos de U$ 46,6 bilhões e 62,8 bilhões, respectivamente, enquanto a indústria de transformação teve saldo negativo de US$ 45,3 bilhões. “A dependência de commodities primárias na geração de superávits torna o comércio exterior mais sujeito às flutuações de preços”, analisa o documento.

Destinos

A China continua liderando as exportações e importações brasileiras. Embora sua participação nas exportações tenha recuado de 32,4% para 31,3%, em 2021 em comparação a 2020, as exportações para o mercado chinês aumentaram 29,4%. As importações também cresceram em valor (45,2%), com aumento de preços de 9,9% e de 22,5% no volume. O superávit subiu de US$ 33 bilhões para US$ 40,1 bilhões.

Em contrapartida, o déficit comercial com os Estados Unidos, segundo maior parceiro do Brasil, evoluiu de US$ 6,4 bilhões para US$ 8,3 bilhões. Para a Argentina, o superávit de US$ 591 milhões registrado em 2020 deu lugar a um déficit, em 2021, de US$ 69,9 milhões.

O Icomex aponta ainda que, puxada pela China, a Ásia confirmou sua liderança no comércio exterior brasileiro. A participação da região nas exportações do país, sem a China, atingiu 15,1%, superando a da União Europeia (13%). Nas importações, a participação foi de 12,2%, inferior aos 17,4% de participação da União Europeia.

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Bastidores

Bolsonaro, Michele e Damares estarão no Tocantins dia 4 de fevereiro

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No próximo dia 4 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro; a primeira-dama, Michele Bolsonaro e a ministra, Damares Alves, estarão na cidade de Porto Nacional, na região central do Tocantins, para o lançamento do Programa DNA Esportivo do Brasil Talentos, no estado.

Em Porto Nacional, aproximadamente cinco mil alunos, do 1º ao 9º ano, devem participar do programa federal e cerca de 63 municípios enviarão representantes para o evento de lançamento.

O Programa tem como intuito, detectar talentos para esporte e a vocação profissional, restringido em um método científico nas áreas que tem nos seus fundamentos os seguintes pressupostos: avaliação biológica, psicológica, sociológica, vocacional e motora.

Em Porto Nacional, o programa irá atuar na formação de atletas, adequação e criação de infraestrutura esportiva, detecção de talentos esportivos, orientação vocacional, implantação de sistema de gestão nos centros esportivos, disseminação das metodologias de atletas olímpicos e criação de uma campanha social para envolvimento da população.

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“Grande conquista”, diz Vanda Monteiro sobre repasse direto do transporte escolar a municípios

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Durante participação na solenidade de assinatura de termos de cooperação e convênio entre o Governo do Tocantins e prefeitos de diversos municípios para adesão à administração dos recursos do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar, neta terça, 11, em Palmas, a deputada estadual, Vanda Monteiro (PSL), destacou a importância da ação.

“O Tocantins é o 18° Estado a integrar este sistema que vai possibilitar também aumento no repasse dos recursos e fortalecimento da nossa educação. Grande conquista. Os prefeitos terão uma facilidade maior em organizar e gerir os seus sistemas de transporte e melhorar a qualidade”, enfatizou a parlamentar.

Os recursos repassados pelo Governo Estadual e pelo Governo Federal, por meio do PNATE, visam custear despesas com manutenção, seguros, licenciamento, impostos e taxas, pneus, câmaras, serviços de mecânica em freio, suspensão, câmbio, motor, elétrica e funilaria, recuperação de assentos, combustível e lubrificantes do veículo ou, no que couber, da embarcação utilizada para o transporte de alunos da educação básica pública residentes em área rural.

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