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Governo do TO renova concessão da Folha de Pagamento com o Banco do Brasil e consignados

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O governador do Tocantins, Mauro Carlesse, recebeu nesta terça-feira, 17, em seu Gabinete, no Palácio Araguaia, representantes do Banco do Brasil para assinatura do contrato de renovação da concessão da folha de pagamento dos servidores públicos do Estado e a liberação dos consignados junto à instituição financeira, que estavam suspensos há cerca de três meses.

De acordo com o governador Carlesse, o acordo foi firmado com vantagens aos servidores públicos. “Com a assinatura do contrato, o Banco do Brasil vai garantir benefícios diretos aos servidores como menor taxa de juro para empréstimo e também comodidade, já que eles não precisarão mudar suas contas de banco. Além disso, destravamos também a questão dos empréstimos consignados junto ao Banco”, afirmou.

O superintendente do Banco do Brasil no Tocantins, Raul Wahbe, confirmou que a renovação vai proporcionar aos servidores públicos do Estado acesso a taxas de juros mais baratas como a do crédito consignado em folha; crédito imobiliário; e crédito para aquisição de veículo. “Isso vai proporcionar que muitas pessoas consigam passar o fim de ano mais tranquilo. Essa reabertura do crédito consignado já acontece a partir de hoje [17]”, adiantou.

O secretário de Estado da Fazenda e do Planejamento, Sandro Henrique Armando, explicou que, com a assinatura do contrato, o Banco do Brasil permanecerá com exclusividade da folha de pagamento do Estado pelos próximos cinco anos. “O Banco do Brasil foi a instituição que reuniu a melhor proposta e a melhor condição para todos os servidores e para o Estado, como as taxas de juro menores e agilidade no processamento da folha de pagamento”, argumentou. (
Jesuino Santana Jr./Foto: Tharson Lopes)

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Bastidores

Luana Ribeiro realiza live nesta quarta-feira, 23, com médico referência em hematologia

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A deputada estadual Luana Ribeiro participa nesta quarta-feira, 23, às 19h, de um evento online que tem como objetivo ampliar a conscientização sobre a importância da doação de sangue e de medula óssea com o médico Dr. Vanderson Rocha, especialista em hematologia e hemoterapia. O evento será online e a transmissão será realizada através das redes sociais da parlamentar @luanaribeiroto.

Luana é a autora da Lei 3099/2016 que estabelece a campanha Junho Vermelho de conscientização sobre a doação de sangue no Tocantins. De acordo com a deputada, a conversa será um momento para que a população entenda a importância da doação de sangue e tire dúvidas sobre a doação de medula óssea. “Acompanho o trabalho do Dr. Vanderson já tem uns anos e hoje será um momento de troca bastante enriquecedor. Ele tem um vasto trabalho prestado na área de hematologia e é reconhecido internacionalmente. É um momento oportuno para que todos possam participar, agregar conhecimento e sanar dúvidas”, disse.

O evento online conta com o apoio da União Nacional dos Legisladores e Legislativos do Brasil. A deputada estadual Luana Ribeiro preside a Secretaria de Saúde da Unale.

Dr. Vanderson Rocha

O Doutor Vanderson Rocha é médico especialista em Medicina Interna e em Hematologia e Hemoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais, e Transplante de Médula Óssea pela Universidade de Paris VII. O médico também é diretor presidente da Fundação Pró Sangue (Hemocentro de São Paulo), cientista e professor convidado da Universidade Oxford, no Reino Unido.

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Correção do saldo de contas do FGTS pode ter impacto de R$ 401 bilhões

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A mudança na correção do saldo do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), cuja discussão está parada no STF (Supremo Tribunal Federal), pode ter um impacto de R$ 401 bilhões de reais nas contas do fundo. O cálculo foi feito pela Secretaria de Política Econômica, vinculada ao Ministério da Economia. 

Ao mesmo tempo em que as entidades representantes dos trabalhadores pressionam a Corte para colocar o processo em pauta novamente, o governo alerta para o risco da medida representar um financiamento mais caro para os próprios trabalhadores.

O saldo das contas do FGTS, segundo a lei em vigor, deve ser corrigido pela Taxa Referencial (TR), atualmente zerada, com acréscimo de um juro de 3% ao ano. Os ministros precisam decidir se a TR será corrigida de 1993 até 2013. 

Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) pede a correção monetária e a aplicação de um dos índices de inflação ao consumidor medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais o juros de 3%.

“Por muito tempo, o FGTS rendeu menos do que os juros e a inflação, mas recentemente, essa situação se inverteu”, comenta Thomas Carlsen, COO e co-fundador da mywork, startup focada em controle de ponto online para pequenas e médias empresas. “É um assunto espinhoso que pode afetar muito o governo”, diz o executivo. (Beatriz Candido Di Paolo)

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Bastidores

Brasil ocupa o 2º lugar no ranking do índice de mal-estar entre 38 países

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Com alta taxa de desemprego e inflação crescente, o Brasil ocupa a 2a posição em ranking que mede o mal-estar de 38 países, ficando atrás apenas da Turquia. De acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre-FGV), o país tem 19,83% de desconforto socioeconômico, contra 26,28% da nação turca.

A lista de países que é avaliada relaciona membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que engloba economias avançadas e o Brasil, e quanto maior o índice de desconforto apresentado, pior é a taxa. Em terceiro lugar no ranking está a Espanha (16,09%), seguida por Colômbia (15,63%), Grécia (14,08%) e Chile (13,42%).

O índice de infelicidade, que é medido através da soma das taxas de inflação e de desemprego, atingiu o pior patamar dos últimos cinco anos no primeiro trimestre de 2021. O mesmo índice foi registrado em 2016, quando o país enfrentava uma grave recessão econômica.

Segundo Daniel Duque, pesquisador responsável pela pesquisa, o índice brasileiro é preocupante, pois, ao contrário da líder do ranking, o indicador brasileiro vem piorando ao longo do tempo, especialmente durante a segunda onda da pandemia causada pela Covid-19.

“A pandemia sem dúvidas tem um impacto profundo no índice de desconforto socioeconômico dos brasileiros, tendo em vista o crescimento das taxas de desemprego e alta da inflação”, comenta Thomas Carlsen, COO e co-fundador da mywork, startup especializada em controle de ponto online e gestão de departamento pessoal para pequenas e médias empresas. “Embora o PIB do país esteja voltando a crescer, os efeitos negativos sobre a economia vão perdurar por um bom tempo”, avalia ele. (Beatriz Candido Di Paolo)

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