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Pará

Governo lançará campanha de valorização da cadeia produtiva do açaí

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O Governo do Pará lançará no próximo dia 11 de julho (quinta-feira) uma campanha destinada a ampliar a visibilidade da produção de açaí no Estado. Os detalhes do lançamento, que acontecerá no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, foram definidos em uma reunião realizada na manhã desta terça-feira (25), na sede da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), com representantes da instituição, da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), da Vigilância Sanitária do Estado e do Programa Pro Paz.

O Programa de Qualidade da Cadeia Produtiva do Açaí foi lançado em 2005 (no primeiro governo de Simão Jatene). Desde essa época, o governo vem discutindo e implantando ações para melhorar a produção do açaí, um dos alimentos mais consumidos no Pará, e que já ganhou adeptos em outros Estados do Brasil e no exterior.

Sagri, Sespa e a Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma), em parceria com a Associação dos Vendedores Artesanais de Açaí de Belém (Avabel), promovem desde o início deste ano, na sede da Sagri, o curso de capacitação em Boas Práticas para batedores de açaí da Região Metropolitana de Belém, usando pela primeira vez a máquina de branqueamento (ou branqueador), um equipamento que consegue retirar quase 100% das impurezas do fruto.

Recursos

Durante o lançamento da campanha será assinado um termo de compromisso entre o Governo do Estado, por meio da Sagri, e a Avabel, prevendo o repasse de verba para a aquisição de 100 branqueadores para os associados da Avabel. Ainda no evento serão entregues os primeiros 500 certificados aos participantes dos cursos de capacitação, e a Prefeitura de Belém assinará um convênio de repasse de recursos destinados à aquisição de 100 filtros de água para os trabalhadores.

A campanha publicitária terá como alvo produtores de açaí e o público em geral, a fim de que todos tomem conhecimento sobre as constantes ações das entidades que compõem o Grupo de Trabalho do Açaí, e como ter acesso a elas. Essas ações contemplam, inclusive, as linhas de financiamento de entidades bancárias, para que os trabalhadores possam se adequar às exigências das Boas Práticas e oferecer um produto saudável e de qualidade à população.

O Estado do Pará é referência em todo o Brasil no processo de qualificação da cadeia produtiva do açaí. Por isso, Sagri, Sespa, Vigilância Sanitária do Estado, Sesma e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PA) trabalham em conjunto para manter cursos de qualificação continuada, vistorias a estabelecimentos e pesquisas.

Um dos resultados desse trabalho é o protótipo da máquina de branqueamento, todo desenvolvido por uma empresa paraense. O custo do equipamento está em torno de R$ 2.200,00. A máquina é um tanque de aço inoxidável, com um cesto do mesmo material, onde a água é aquecida a 80°C. O açaí é colocado na água aquecida por alguns segundo e posto, logo em seguida, em água fria. Esse processo é o suficiente para eliminar microorganismos, como o Trypanosoma cruzi (agente causador da doença de Chagas), a Salmonella Spp. e coliformes fecais. O mais importante é que esse procedimento não promove alterações na cor e nem no sabor do produto.

A campanha vai mostrar que o equipamento é importante, tanto para quem produz, quanto para quem consome o açaí, e como o Pará está trabalhando para melhorar a qualidade do açaí consumido no Estado e também o destinado à exportação.

Para o gerente de Fruticultura da Sagri, Geraldo Tavares, a cadeia do açaí envolve s áreas social, econômica e de saúde. “A cadeia do açaí é muito grande. Começa na forma como o fruto é colhido, em como ele é transportado, e, por fim, manipulado. O que pretendemos com a campanha é mostrar que se pode ter um açaí mais saudável, e que o consumidor precisa saber que existe uma forma diferenciada de se obter e consumir um açaí com mais qualidade”, afirmou.

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Pará

Pará recebe 49 mil doses da vacina Astrazeneca e interior terá prioridade na imunização

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Pela primeira vez, o Pará recebe a vacina produzida pela Oxford/AstraZeneca contra o novo Coronavírus. A carga com 49 mil doses dos imunizantes foi recebida neste domingo, (24), no Aeroporto Internacional de Belém pelo governador Helder e pela equipe técnica de governo. 

“Nesse momento, estamos recebendo as 49 mil doses de vacina, todas serão encaminhadas ao interior do Estado. Com essa chegada estaremos garantindo a vacinação de 63% de todos os profissionais de saúde do Estado. Vamos priorizar essa carga para as regionais do interior do Estado”, explicou Helder.

O governador destacou ainda que a estratégia, nesse momento, é fortalecer o oeste paraense. A região já enfrenta uma segunda onda de contaminação pela doença, devido à proximidade com o estado do Amazonas. 

“Vamos priorizar os 10 municípios da Calha Norte, que estão na divisa com o estado do Amazonas. Nessas cidades já se inicia a imunização de pessoas acima de 80 anos, faixa considerada mais suscetível  ao vírus e que podem precisar de serviços médicos como internações e de leitos de UTI”, afirmou Helder.

Durante a chegada da nova remessa de vacinas, Helder Barbalho adiantou que um terceiro lote do imunizante pode ser enviado ao Pará, ainda esta semana, com novidades. O governador paraense solicitou um quantitativo extra de doses para municípios próximos ao estado do Amazonas.

“A expectativa que nos foi repassada pelo Ministério da Saúde é que nos próximos dias será iniciada a distribuição de 900 mil doses. O Pará receberá uma parte dessa quantidade, com um detalhe, solicitamos que o Ministério da Saúde possa disponibilizar um fundo para os estados que estão tendo uma maior pressão por vacina ou de percentual de população contaminada. Assim, além do Pará receber a parcela prevista, aguardamos um incremento do fundo de reserva para os estados vizinhos ao Amazonas”.

O lote entregue ao Pará neste domingo é considerado o segundo maior destinado a um estado da região Norte. A quantidade encaminhada aos paraenses só fica atrás das 132,5 mil doses destinadas  ao estado do Amazonas, que ainda vive um momento de crise na saúde pública.

De passagem por Belém e aguardando o voo com destino a Manaus, o marceneiro Pedro de Souza avaliou positivamente a chegada das vacinas. “Acho importante que a vacina chegue logo. É bom que assim, no momento certo, nós vamos nos imunizar”.

LOGÍSTICA

Com a entrega deste domingo é a segunda leva de vacinas contra Covid-19 que chega ao Pará. A primeira ocorreu último dia 18, quando o estado recebeu 173 mil doses da CoronaVac. Logo após a chegada dos imunizantes neste domingo, o governo do Estado providenciou um plano logístico para iniciar o repasse das vacinas. A expectativa da Secretaria de Estado de Segurança e Defesa Social (Segup) é continuar com a logística da entrega anterior. 

“Dando continuidade à logística de recebimento e distribuição de medicamentos, o sistema de segurança pública atuará da mesma forma que na primeira remessa, tanto com o apoio dos voos, lanchas, viaturas no meio terrestre, para que a gente dos municípios do Pará receba a vacina o mais rápido possível. Priorizando as regiões que apresentam maior necessidade, a exemplo do oeste do Pará.  Porém, o Graesp irá atuar como da primeira vez, levando uma boa parte da vacina pela via aérea, e as demais forças atuando também pela via terrestre e fluvial”, explicou o titular da Segup, Ualame Machado.

O secretário de Estado de Saúde Pública (Sespa), Rômulo Rodovalho, disse que as doses recebidas serão utilizadas na imunização dos grupos prioritários, seguindo o Plano de Imunização.  “Com essa segunda rodada de vacinas, o Pará dá continuidade à vacinação dos grupos prioritários, que são os profissionais de saúde, idosos acima de 80 anos e os indígenas. Conforme definido dentro da estratégia nacional do Plano de Imunização da população. A continuidade do processo de vacinação é de suma importância para a estratégia de vencimento do novo coronavírus”, avaliou Rodovalho. 

PLANO 

O primeiro lote de vacinas foi entregue ao estado do Pará no último dia 18 de janeiro. Na primeira remessa foram enviadas 173 mil e 240 doses, 48,680 mil das quais à população indígena paraense. No primeiro momento, os imunizantes também foram direcionados aos profissionais da Saúde que atuam na linha de frente, conforme previsto no Plano Paraense de Vacinação Contra a Covid-19.

O plano desenvolvido pela Sespa prevê ainda que a campanha de vacinação ocorrerá, simultaneamente, em todos os 144 municípios do Pará, e os grupos serão cumulativos no decorrer das etapas definidas. 

FASES 

1ª Fase: trabalhadores de Saúde; pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência e indígenas aldeados. 

2ª Fase: profissionais da Segurança Pública na ativa; idosos de 60 a 79 anos de idade; idosos a partir de 80 anos e povos e comunidades tradicionais quilombolas. 

3ª Fase: pessoas com comorbidades (doenças como diabetes, hipertensão e obesidade);

4ª Fase: trabalhadores da Educação; Forças Armadas; funcionários do sistema penitenciário; população privada de liberdade e pessoas com deficiência permanente severa.

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Pará

MARABÁ: Corpo de homem que caiu de ponte e desaparece no rio Itacaiúnas é localizado

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O Corpo de Bombeiro do Pará localizou na tarde deste sábado o corpo do idoso José Ribeiro de Cristo, de 64 anos que estava desaparecido deste a sexta-feira (22) quando a vítima caiu de uma ponte sobre o rio Itacaiunas, em Marabá, na região de Carajás, estado do Pará. O corpo foi encontrado por volta das 16h30 da tarde próximo a orla da cidade.

O idoso era natural da cidade de rio branco do sul, no Paraná, estava visitando a família na cidade paraense. Na sexta-feira (22) quando ia ao aeroporto comprar a passagem de volta para sua cidade, parou para registrar as belezas do rio Itacaiunas quando se desequilibrou e caiu a uma altura de 15 metros. Tudo foi filmado pela sobrinha do idoso que estava no local e chegou a alertar sobre o perigo.

O corpo do turista foi encaminhado para perícia no Instituto Médico Legal de Marabá.

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Pará

MARABÁ: Ex-deputado Olávio Rocha morre vítima de Covid-19

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Morreu na madrugada de sábado, 23, o ex-deputado federal e ex-prefeito de Rondon do Pará, Olávio Rocha, de 82 anos. A cauda da morte foi complicações provocadas pela Covid-19.

Ele estava internado em Marabá, na região de Carajás, onde residia.

Olávio Rocha foi eleito prefeito em 1988 e deputado federal no ano de 1994.

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