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segunda-feira, 08 / agosto / 2022
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Governo tenta calote e médicos do Plansaúde suspendem atendimento

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Cerca de 88 mil pessoas, entre servidores públicos do Estado e seus dependentes, podem ficar sem atendimento médico ou hospitalar por meio do Plano de Saúde do Governo do Estado (Plansaúde). O Sindicato dos Médicos do Tocantins (Simed) informou a suspensão dos atendimentos aos usuários de Araguaína e, caso não ocorram pagamentos, a medida será adotada em Palmas, a partir da próxima segunda-feira.

A decisão foi tomada por unanimidade em assembleia realizada na última quinta-feira. Além do atraso dos pagamentos relativos ao mês de maio, o Simed pede a reformulação da data de referência, a atualização da tabela e dos honorários, bem como a criação de um meio de fiscalizar os repasses do governo para a Unimed Federação Interfederativa das Cooperativas Médicas do Centro-Oeste e Tocantins, administradora do Plansaúde.

A presidente do Simed, Janice Painkow, afirma que nenhuma clínica recebeu o pagamento referente a junho, e apenas alguns médicos já foram pagos por volta do dia 28 de agosto. Janice explica que a Secretaria da Administração do Tocantins (Secad) criou uma data referência para pagamento das faturas, que corresponde a serviços prestados 45 dias antes da data da fatura.

Deste modo, a folha gerada no mês de junho tem como referência o mês de abril e a primeira quinzena do mês de maio, totalizando mais de três meses de atraso entre a prestação dos serviços e o pagamento. Um acordo firmado com o sindicato e a Secad, no início da gestão estadual, previa os pagamentos de faturas em, no máximo, 40 dias. Segundo o Simed, há cercade um ano isso não tem acontecido.

Para o sindicato, é impraticável continuar atuando nestes moldes, visto que não se trata apenas do trabalho do médico, mas de todos os insumos utilizados, que vão desde medicamentos a gastos com manutenção dos prédios e funcionários. De acordo com a presidente, as clínicas não têm condições financeiras para manter o atendimento aos usuários do Plansaúde, visto que têm gasto material e não têm sido reembolsadas há meses.

Outra reclamação diz respeito à desatualização da tabela utilizada pelo Plansaúde. Segundo Janice, alguns procedimentos sequer existem na tabela que vem sendo utilizada.

Usuários

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado (Sisepe-TO), Cleiton Lima, declarou que a falta de repasses da verba para as clínicas e médicos é uma “brincadeira com o servidor público, que paga rigorosamente em dia pelo serviço”.
Segundo Lima, o Sisepe irá solicitar hoje à Secad esclarecimentos sobre os pagamentos. De acordo com ele, o sindicato vai cobrar os motivos do atraso e mais fiscalização do Estado frente à Unimed. O presidente afirmou ainda que, se for necessário, irá à Justiça para garantir o cumprimento dos direitos dos servidores.

Posicionamentos

Em nota, a Unimed afirmou desconhecer qualquer paralisação de médicos credenciados ao Plansaúde. Segundo a nota, o pagamento dos médicos e demais prestadores credenciados estava previsto para ontem e seria realizado conforme calendário previamente acordado com o Simed.

A Secad também informou desconhecer que haja atraso nos pagamentos ou que tenha havido suspensão dos atendimentos. De acordo com a nota, a Secad repassa “rigorosamente em dia à Unimed Centro-Oeste e Tocantins os valores devidos aos prestadores de serviço”.

Segundo a Secad, o Simed e demais sindicatos que representam os prestadores de serviço do Plansaúde, devem comunicar oficialmente caso haja atraso de pagamentos, para que sejam tomadas as medidas cabíveis. O Simed informou que apesar de nenhum ofício ter sido encaminhado ao secretário Lúcio Mascarenhas, um representante do Plansaúde esteve presente à reunião que decidiu pela paralisação.  Até o fechamento desta edição, o pagamento previsto  ainda não havia sido efetuado.

Usuários


88 mil. Este é o número de usuários atendidos atualmente pelo Plansaúde. Eles poderão ficar sem acesso a consultas ou atendimentos médicos de urgência e emergência pelo plano de saúde. (Com informações do Jornal do Tocantins)

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Duciléa Vieira dos Santos

É desgastante pagar em dias o plan saúde, chegar em Imperatriz e ter que voltar sem consulta, sem médico e sem atestado para justificar a nossa falta, Peço aos responsáveis observar com cuidado esse problema para que seja resolvido o quanto antes, a fim de evitar mais transtornos.

verdadeiro

iar turma do 25 o que vcs mim diz de um governo calouteiro como o siquerido onde nos funcionarios pagamos um plano de saude e ele embossa é com esse governo que a dona deija quer governar augustinopolis ja mais nos eleitores deixaremos isso acontecer, com certeza é com esse dinheiro que esse desgoverno esta´tentando enganar o povo mandando o dinheiro para o Antonio do bar o compra votos enganar o povo. O defilcel é voces enganar mais alguem pois o povo ja conhecem todos vcs fichas sujas.

Bico do Papagaio

Não era o Siquerido que vocês queriam? Então eguente as consequencias.

Antonio Francisco

em 2014 Siqueira de novo pela vontade do povo…ops, Eduardo de novo…ah rumores q seja ele o candidato a governador…

Ana maria

Só podia acontecer no governo do Siqueira mesmo. É uma falta de vergonha, o servidor público ter que passar por isso. Sr governo, tome as providencias.

Geisa

è triste isso acontecer, pois é descontado impreterivelmente de nós funcionários o Plansaúde e agora o Gov. não paga os médicos e nós ficamos na mão, mas ele SIQUERIDO, pode ir pro Albert Eisten, então ele ta pouco importando com a gente.

luz

toma bando de otario!! quebrando a cara que se aprende,,,ele voltou com todo gas!!!!!!kkkkkkkkkkk

Sincelo

Bem feito, a maioria dos funcionáris do estado votaram no “siquerido” com Marcelo e Gaguim isso não acontecia estou dando risadas…bem feito pra vcs vcs merecem muito mais.

RAIMUNDA ARAUJO

se com o siqueira tá assim imagina com os outros que deram calote antes de se eleger. se o siqueira fosse ruim muita gente tinha sido exposso do estado por calúnia e difamação.

Araguatinense contrariada

Pensa gente de Araguatins. Cheguei em Imperatriz para consultar a minha mãe, a doutora não atendia mais pelo plano. Consultou particular. Chegando em Araguatins ela foi a um laboratório fazer os exames pelo plano. Chegando lá ainda cobraram um exame. Estou indignada com isto.Que Araguatins é este. Que Tocantins é este.

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