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Tocantins

Grupo União Química anuncia a instalação de um Centro de Distribuição no TO

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A Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços recebeu, nesta terça-feira, 12, executivos da União Química que pretendem instalar, em Palmas, uma filial da F&F Distribuidora, uma das empresas do grupo. Os executivos vieram conhecer os incentivos fiscais concedidos pelo Governo do Estado, por meio do Programa de Incentivos ao Comércio Atacadista de Medicamentos.

A expectativa do grupo é investir, inicialmente, até R$ 1 milhão para a implantação do Centro de Distribuição, com contratação imediata de dez colaboradores, além de outras dezenas de indiretos. A previsão dos executivos é começar a operar no primeiro trimestre de 2020.

Segundo o gerente de Planejamento Tributário da União Química, Marcello Coria Massaini, o Tocantins foi escolhido para receber uma filial da F&F distribuidora para que o Estado possa ser atendido com mais agilidade, já que hoje o envio dos pedidos é feito pelo Centro Logístico Unificado de Pouso Alegre (MG), o que leva de dois a três dias o processo de entrega. “Com a abertura de uma distribuidora aqui no Estado, vamos diminuir bastante este tempo para atender melhor e com mais agilidade a população do Tocantins”, afirmou.

Sobre a empresa

Com mais de oito décadas de atuação, a União Química está posicionada como uma das maiores e mais sólidas empresas da indústria farmacêutica do país.

Com capital 100% nacional, está estruturada nas seguintes Unidades de Negócios: Saúde Humana (linha farma, Genom, Hospitalar), Saúde Animal (linha Pet e de grandes animais) e Outsourcing (foco na terceirização de produtos da linha humana e animal).

O Grupo União Química conta com 5.400 colaboradores, distribuídos por sete unidades fabris no Brasil, uma unidade fabril no EUA e um Centro Logístico unificado em Pouso Alegre(MG).

Indústria

Durante a reunião, os diretores da pasta apresentaram as vantagens fiscais que o Estado oferece para as empresas com atividade econômica no setor industrial e sugeriram que o Grupo implante aqui um parque fabril.

O assessor especial do Governador, José Arimateia, colocou os técnicos da secretaria à disposição do grupo para ajudá-los a resolver os trâmites burocráticos na instalação do empreendimento. “Estamos aqui para prestar o suporte necessário para que o projeto se concretize”, enfatizou.

O gerente de Planejamento Tributário não descartou esta possibilidade e disse que o presidente do Grupo, Fernando de Castro, tem ideia de ampliar o parque fabril e um dos estados em mente é o Tocantins. “Existe uma possibilidade de estudarmos a fundo a abertura de uma expansão da indústria União Química aqui para o Estado”, afirmou. (Fábia Lázaro)

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Tocantins

Tocantins contabilizou 236 novos casos de Covid-19 e passa de 74 mil

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Neste sábado, 24, o Tocantins contabilizou 236 novos casos confirmados da Covid-19, sendo 82 das últimas 24h. O restante é de exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Dos 236 novos casos 84 foram detectados por RT-PCR, 24 com sorologia e 128 através testes rápidos.

Atualmente, o Tocantins contabiliza 229.179 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 74.118 casos confirmados. Destes, 61.459 pacientes estão recuperados, 11.577 pacientes seguem em isolamento domiciliar ou hospitalar e 1.082 pacientes foram a óbito.

Os dados contidos no boletim são consolidados com resultados de exames realizados no Lacen e notificações recebidas dos municípios até as 23h59 do último dia.

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Tocantins

Sebrae e Agrojem estabelecem parceria que beneficia o agronegócio

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A oferta de animais precoce de qualidade na recria, com esse objetivo o Sebrae Tocantins firmou parceria com a empresa Agrojem. No acordo estão previstas qualificações que envolvem melhoramento genético por meio da inseminação artificial em tempo fixo e consultorias especializadas na intensificação no uso de pastagens para os produtores rurais fornecedores da empresa no Estado do Tocantins.

O anúncio da parceria foi feito durante o último dia programação da Arena do Conhecimento e contou com as participações do presidente e CEO José da Agrojem, Eduardo Motta, do coordenador de operações da Agrojem, Danilo Figueiredo, do superintendente do Sebrae Tocantins, Moisés Gomes, e da diretora Técnica Eliana Castro.

Na prática, a parceria beneficiará os pequenos negócios do campo com capacitação e tecnologia. A conexão entre produtores e compradores abreviará o processo de comercialização e geração de renda. Inicialmente, serão 300 matrizes, e o número de 200 propriedades participantes. Os interessados em ingressar na parceria devem buscar a Unidade do Sebrae mais próxima.

“Com o apoio do Sebrae, cada fornecedor aperfeiçoa seus serviços, cumpre exigências, condições e critérios demandados pelas grandes compradoras. Juntos percebemos que tínhamos objetivos em comum em relação ao melhoramento e produção de bezerros. Iniciamos o projeto e esperamos poder contribuir com os produtores rurais tocantinenses. Agora queremos fazer esse programa rodar”, revelou José Eduardo Motta.

Para o superintendente do Sebrae Tocantins, Moisés Gomes, essa iniciativa impulsiona a competitividade e a inovação aos produtores rurais do Tocantins. “Isso vem a partir da necessidade de adoção de padrões técnicos e de qualidade definidos por empresas líderes das cadeias de valor. Nos enche de alegria poder participar de um momento tão enriquecedor para o setor aqui no Estado e por nossa instituição estar fazendo parte desse processo.

A diretora técnica do Sebrae Tocantins, Eliana Castro, destacou que o próximo passo é selecionar os produtores que irão participar do programa. “Estamos iniciando o maior projeto de encadeamento produtivo do Estado, que provavelmente se tornará referência no nosso país. O que vamos ver nos próximos meses é a melhoria na genética, aumento na produtividade e rebanho do Tocantins”, destacou Eliana Castro.

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Tocantins

População desocupada aumenta 40,4% no Tocantins de maio a setembro

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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid19 (PNAD Covid19), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira, 23, estima que a população desocupada no Tocantins passou de 80,7 mil para 91,7 mil de agosto para setembro – alta de 13,6% na variação mensal e de 40,4% desde maio (início da pesquisa) que registrava cerca de 65,3 mil pessoas. Já a taxa de desocupação saiu de 12% para 13,5%, aumentando 1,5 ponto percentual.

“Há um aumento da população desocupada ao longo de todos esses meses. Esse crescimento se dá em função tanto das pessoas que perderam suas ocupações até o mês de julho quanto das pessoas que começam a sair do distanciamento social e voltam a pressionar o mercado de trabalho”, explica a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.

A pesquisa revela que cerca de 588 mil pessoas estavam trabalhando em setembro, no mês anterior eram aproximadamente 591 mil. Porém, cerca de 42 mil estavam afastadas do trabalho, dos quais 19 mil estavam afastadas por motivo de doença, licença maternidade, férias, qualificação, entre outros e 23 mil devido ao distanciamento social. Frente a agosto, a queda foi de 38,6%. Estes indicadores vêm apresentando quedas sucessivas desde o início da pandemia, à medida que as restrições de isolamento vão sendo abrandadas.

A redução dos afastamentos do trabalho devido à pandemia também pode ser verificada através da queda do percentual de pessoas afastadas por este motivo no total de pessoas ocupadas, que de agosto para setembro passou de 6,3% para 3,9%. Em julho, este percentual era de 9,3%, em junho 12,2% e em maio 15,9%. De acordo com a coordenadora da PNAD Covid19, Maria Lúcia Vieira, essas pessoas podem ter sido demitidas ou retornado ao trabalho.

Analisando todos os meses da pesquisa, o número de pessoas inseridas no mercado de trabalho também vem diminuindo no estado: cerca de 611 mil em maio, 605 mil em junho, 603 mil em julho, 591 mil em agosto, chegando a 588 mil em setembro. O nível da ocupação, isto é, o percentual de pessoas ocupadas em relação às que tem idade de trabalhar (14 anos ou mais), passou de 50% em maio, para 49,4% em junho, 49,2% em julho, 48,3% em agosto e no mês passado registrou 47,9%.

Já o número de tocantinenses que trabalhavam remotamente se manteve praticamente estável em setembro, segundo a pesquisa. No mês de maio, em torno de 31,4 mil pessoas (6,3% do total de ocupados e não afastados do trabalho) exerciam suas atividades no estilo home office. Em junho, esse contingente subiu para 34,4 mil (6,7%), já em julho caiu para 29,6 mil (5,7%), em agosto chegou novamente a 34 mil (6,4%) e em setembro a cerca de 33,7 mil (6,2%).

Rendimento e auxílio

Foi verificado que entre os 42 mil trabalhadores tocantinenses que estavam afastados do trabalho, em setembro, aproximadamente 8 mil não receberam remuneração. Esse contingente representava 19% do total de pessoas afastadas do trabalho. Em agosto, esse percentual era de 22%, mas vem caindo consistentemente ao longo da pandemia.

No Tocantins, o rendimento médio real domiciliar per capita efetivamente recebido em setembro foi de R$ 1.079, ficando estável em relação a agosto (R$1.078). Já a renda média per capita dos lares onde nenhum dos moradores recebia algum auxílio do governo relacionado a pandemia (R$ 1.485) era, em média, quase duas vezes superior ao daqueles onde alguém recebia benefício (R$ 781).

A proporção de domicílios no estado que recebeu algum auxílio relacionado à pandemia (como o Auxílio Emergencial e o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda) passou de 50,2% em maio para 53,8% em junho, caiu para 53% em julho, 52,2% em agosto e chegou a 51,4% dos lares, no mês passado. O valor médio do rendimento proveniente do benefício recebido, vinha aumentando nos últimos meses, mas sofreu leve retração em setembro ficando em R$ 923,00.

Os estados das regiões Norte e Nordeste, foram os que apresentaram as maiores proporções de domicílios onde um dos moradores é beneficiário de programa de auxílio emergencial. Da Região Norte, três estados estão entre os cinco primeiros com maior percentual: Amapá (68,4%); Maranhão (63,7%); Pará (63,3%); Alagoas (63,1%) e Amazonas (60,9%). Na sequência os demais estados do Nordeste e Norte, todos com mais da metade dos domicílios recebendo auxílio emergencial, exceto Rondônia, que possui 49,5% dos domicílios recebendo auxílio, enquanto os estados das demais regiões, todos abaixo de 50%. Tocantins ficou em 14º no ranking (51,4%). Rio Grande do Sul (29,3%) e Santa Catarina (24,1%) apresentaram as menores proporções.

Informalidade

A pesquisa aponta ainda que o número de tocantinenses considerados como trabalhadores informais foi de aproximadamente 240 mil em setembro, equivalente a 40,8% do total de ocupados, A quantidade de informais em relação a agosto e a taxa de informalidade se mantiveram estáveis. As regiões com as maiores taxas de informalidade foram a Norte e a Nordeste: 49,2% e 45,0% respectivamente, em seguida, a região Centro-Oeste figurou com 34,6%, as regiões com as menores taxas foram a Sudeste e a Sul com, respectivamente, 29,6% e 25,0%. Na comparação entre os estados, Tocantins ficou com a 14º menor taxa. Santa Catarina registrou o menor percentual de informais (20,3%) e Maranhão o maior (52,6%).

Dados nacionais

A população desocupada do Brasil, que era de aproximadamente 10,1 milhões no começo da pesquisa, passou para 12,9 milhões em agosto e, agora, 13,5 milhões de pessoas (aumento de 4,3% no mês e de 33,1% desde o início da pesquisa). A Região Sul foi a única a apresentar queda da população desocupada (-1,4%). Nordeste (10,6%) e Norte (6,4%) apresentaram as maiores variações. A taxa de desocupação aumentou em 0,4 pontos percentuais de agosto para setembro, passando de 13,6% para 14,0% e atingindo o maior nível da série histórica da PNAD Covid19 mensal. (Wendy Almeida)

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