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Pará

Hospitais Públicos de Marabá, Belém e Barcarena ofertam vagas de emprego

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Hospitais Púbicos Estaduais gerenciados pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, no Pará, estão com vagas de emprego abertas em Belém, Barcarena e Marabá, para diversas áreas de atuação. Os interessados devem cadastrar o currículo no site clicando AQUI

No Hospital Regional do Sudeste do Pará Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, as vagas são para Jovem Aprendiz e Auxiliar Administrativo de Arquivos Médicos e Estatísticos (SAME). Para participar da seleção de Jovem Aprendiz os interessados devem estar cursando o ensino médio, para o cargo de Auxiliar Administrativo de Arquivos Médicos e Estatísticos (SAME), deve possuir ensino médio completo, conhecimento básico do pacote Office e desejável experiência anterior.

No Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), em Belém, a vaga é para Técnico de Enfermagem. Para se candidatar, é necessário registro no Conselho de Classe Ativo, conhecimento básico a intermediário do Pacote Office, Ensino Médio completo e experiência de seis meses na área.

Em Barcarena, no Materno-Infantil Dra. Anna Turan, há cinco vagas abertas para cargos nas áreas assistenciais e administrativas. As vagas são para Enfermeiro, Farmacêutico Bioquímico, Técnico de Enfermagem, Técnico em Laboratório e Copeiro. Para todas as vagas é recomendável ter conhecimentos em Pacote Office, além de habilidades, como administração do tempo, boa comunicação, planejamento e organização no trabalho, proatividade e relacionamento interpessoal.

Para vaga de Enfermeiro, é necessário Ensino Superior Completo em Enfermagem, registro no Conselho Regional de Classe e experiência de dois anos na área. Para vaga de Farmacêutico Bioquímico, o candidato precisa ter Superior Completo em Farmácia, registro no Conselho de Classe, com experiência de um ano na área, além de conhecimentos específicos, como treinamentos institucionais e Hemovigilância (Hemopa).

A vaga de Técnico de Enfermagem exige Ensino Médio completo, um curso Técnico de Enfermagem com o registro no Conselho de Classe ativo, e Experiência de seis meses na área. Para atuar como Técnico de Laboratório no HMIB, o candidato precisa ter Ensino Médio completo, e um curso Técnico em Análise Clínica (Laboratório), e é desejável experiência de um ano na área laboratorial. Já a vaga de Copeiro, é destinado a candidatos com ensino Fundamental completo, com seis meses de experiência na área, e conhecimento técnico sobre o manuseio dos alimentos.

Mais informações sobre as vagas estão disponíveis no site da Pró-Saúde.

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de 11 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensora gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição. (Ederson Oliveira)

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Pará

Absurdo no interior do Pará. Criança de 9 ano é agredida e sofre violência sexual de próprios parentes

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Uma criança de apenas nove anos foi resgatada por moradores de Maracanã, no interior do estado do Pará, após sofrer torturas, cárcere e violência sexual, segundo o boletim de ocorrência realizado pelas pessoas que a encontraram na noite de sábado, 17.

A garotinha foi resgatada em situação deplorável, aparentando desnutrição, com  feridas por todo o corpo, cabeça raspada e muito magra. Na delegacia, a ocorrência foi registrada como estupro de vulnerável, maus-tratos e abandono material de incapaz.

A menina foi resgatada por pessoas da comunidade do bairro onde ela estava morando, de acordo com o boletim de ocorrência e de vídeos que circulam nas redes sociais. Dois homens, resgataram a menina e brigaram com outro homem, que também estaria tentando violentar a criança.

Muito assustada, chorando, ela conta que era agredida com chicote pelo casal onde ela morava e mostra as marcas das feridas nos braços,pernas, cabeça, rosto e até no olho. A situação absurda causou espanto nas pessoas que a socorreram, dado o nível de maus-tratos da garotinha.  

Eles acionaram a polícia e contaram que por volta das 4 h da madrugada encontrada a criança sem roupa, apenas de calcinha, deitada no chão, com vários hematomas. A criança contou que seu tio a teria colocado para fora da casa. Além do tio, um homem aparentando mais de 30 anos, suposto irmão da vítima a violentava sexualmente.

A Polícia Civil e Militar prenderam o casal de supostos tios da vítima em flagrante. J. A. S. da C. e sua mulher I. do E. S., estariam com a responsabilidade de cuidar da menina, após a mãe apresentar problemas de saúde e não poder criar a garotinha. 

Em vez de cuidar, eles praticavam todo tipo de maus tratos à criança, chegando ao absurdo de expulsar a criança de casa e obrigá-la a dormir na rua. Os dois estão presos na delegacia local.

O Conselho Tutelar foi acionado e em seguida a Promotoria de Justiça, que levaram a criança ao hospital municipal, onde ela se encontra em tratamento de saúde e para providências do exame de corpo de delito. (Com informações de RomaNews)

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Pará

Paysandu e Vila Nova empatam sem gols no Mangueirão

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Vila Nova e Paysandu ficaram no empate sem gols na noite deste domingo, em duelo da 11ª rodada da Série C. Mérito dos goleiros Fabrício e Paulo Ricardo, que se destacaram e mantiveram o placar de 0 a 0 no Mangueirão.

O Paysandu foi levemente superior ao Vila Nova. O time paraense finalizou mais e melhor que o adversário na etapa inicial. O goleiro Fabrício teve que fazer pelo menos duas intervenções importantes, aos cinco e aos 31 minutos. Do outro lado, Paulo Ricardo praticamente só assistiu ao jogo. Mesmo quando chegou ao ataque, o Tigre foi pouco incisivo. Rondou a área, trocou passes, alçou bolas, mas finalizou só duas vezes, ambas sem perigo.

No segundo tempo, porém, o panorama mudou. O Vila cresceu e passou a ser mais perigoso, sobretudo em jogadas de contra-ataque. O artilheiro Henan foi quem teve as melhores chances, mas parou na trave, aos 26 minutos, e em grande defesa de Paulo Ricardo, aos 27. O Paysandu respondeu aos 33, em cabeceio de Nicolas; Fabrício defendeu. Na reta final, as duas equipes caíram de rendimento e não conseguiram tirar o 0 a 0 do placar.

Além do goleiro Fabrício, a zaga do Vila, formada por Rafael Donato e Adalberto, confirmou o bom momento e fez jus ao fato de ser a defesa menos vazada da Série C. São apenas seis gols sofridos em 11 rodadas.

O Vila Nova segue na vice-liderança do Grupo A, agora com 20 pontos. Com 12, o Paysandu é sétimo colocado, mas ainda pode perder posições dependendo do resultado do jogo entre Manaus e Botafogo-PB, que acontece nesta segunda-feira. O Tigre volta a jogar só na outra segunda-feira (26), quando recebe o Ferroviário-CE no OBA. Antes, no sábado (24), o Papão visita o Treze no Amigão. (GE / Foto: Jorge Luiz)

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Pará

Pará registra 241.262 casos de Covid-19 e 6.682 mortes

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A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou neste domingo (18) mais 20 casos de Covid-19 e cinco mortes. Agora são 241.262 casos de Covid-19 e 6.682 óbitos no estado.

Segundo a Sespa, foram três novos casos e dois óbitos nos últimos sete dias, além de 17 casos e três óbitos de dias anteriores.

O Pará possui, até então, 225.770 recuperados, 27.748 casos descartados e 458 casos em análise.

Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem 31.66% dos leitos clínicos e 55.6% das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) ocupados.

De acordo com a Sespa, já foram realizados 384.620 testes rápidos e 53.648 testes de PCR para Covid-19, até então.

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