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Tocantins

IDH do TO cresce 89,43% nas últimas duas décadas

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O Tocantins subiu quatro posições, de 2000 a 2010, entre os estados com maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH) conforme ranking do Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, divulgado nesta segunda-feira, 29, pela Organização das Nações Unidas (ONU). Em 2000, o Estado registrou IDH de 0,525, ocupando a 18ª posição no ranking entre as 27 Unidades da Federação (UF), ante o índice de 0,699 registrado em 2010, figurando na 14ª posição. Nas últimas duas décadas o IDH do Tocantins cresceu 89,43%.

Quando comparado o IDH de 2010 com o primeiro, levantado em 1991, o Tocantins subiu onze posições saltando de 0,369 (25ª posição) para 0,699 em 2010. O Estado registrou IDH abaixo no nacional, que tem índice 0.727 (2010).

Palmas superou tanto o IDH do Estado (0,699) quanto o do País (0.727), registrando índice de 0,788, em 2010. O município está situado na faixa de Desenvolvimento Humano Alto (IDH entre 0,700 e 0,799). Conforme dados do Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, entre 2000 e 2010, a área que mais cresceu em termos absolutos na capital tocantinense foi Educação (com crescimento de 0,241), seguida por Renda e por Longevidade.

A Capital do Tocantins ocupa a 76ª posição, em 2010, em relação aos 5.565 municípios do Brasil. Em relação aos 139 outros municípios do Tocantins, Palmas ocupa a 1ª posição. O IDH de Palmas passou de 0,654 em 2000 para 0,788 em 2010 – uma taxa de crescimento de 20,49%. A distância entre o IDH do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 38,73% entre 2000 e 2010.

Considerando as últimas duas décadas, Palmas teve um incremento no seu IDH de 79,50%, acima da média de crescimento nacional (47,46%) e abaixo da média de crescimento do Tocantins (89,43%). No período (1991-2010), a distância entre o IDH do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 62,21%.

População

O levantamento revelou ainda que, entre 2000 e 2010, a população de Palmas teve uma taxa média de crescimento anual de 5,21%. Na década anterior, de 1991 a 2000, a taxa média de crescimento anual foi de 21,49%. No Estado, estas taxas foram de 1,02% entre 2000 e 2010 e 1,03% entre 1991 e 2000. No país, foram de 1,01% entre 2000 e 2010 e 1,02% entre 1991 e 2000. Nas últimas duas décadas, a taxa de urbanização cresceu 24,08% na Capital tocantinense.

Outro dado que chamou a atenção foi a queda da mortalidade infantil (mortalidade de crianças com menos de um ano) em Palmas, que registrou redução de 40%, passando de 25,8 por mil nascidos vivos em 2000 para 15,3 por mil nascidos vivos em 2010.

Renda

Conforme a pesquisa da ONU, a renda per capita média de Palmas cresceu 143,53% nas últimas duas décadas, passando de R$ 446,49 em 1991 para R$ 714,58 em 2000 e R$ 1.087,35 em 2010. A taxa média anual de crescimento foi de 60,04% no primeiro período (1991-2000) e 52,17% no segundo (2000-2010). A extrema pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 70,00, em reais de agosto de 2010) passou de 12,30% em 1991 para 5,62% em 2000 e para 1,52% em 2010.

Índice

O IDH é o resultado da análise de mais de 180 indicadores socioeconômicos dos censos do IBGE de 1991, 2000 e 2010. O estudo é dividido em três dimensões do desenvolvimento humano: a oportunidade de viver uma vida longa e saudável [longevidade], ter acesso a conhecimento [educação] e ter um padrão de vida que garanta as necessidades básicas [renda]. O índice varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. (JT)

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Tocantins

Leitos de UTIs para Covid são bloqueados no Tocantins por risco de desabastecimento

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O Instituto Saúde e Cidadania (ISAC) que administra leitos de UTI para Covid-19 nos três maiores hospitais do Tocantins, anunciou nesta quarta-feira (20) o bloqueio de parte dos leitos. A justificativa apresentada pelo instituto é de que há risco de desabastecimento nas unidades, mas não foi informado qual o produto que está sob risco de faltar. O Instituto afirma que há problemas no “abastecimento de materiais e medicamentos essenciais para o tratamento dos pacientes internados”.

O ISAC disse que os leitos bloqueados estão no Hospital Geral de Palmas e também nos Hospitais Regionais de Araguaína e Gurupi. Segundo a nota, “atualmente, as unidades citadas não possuem condições de novas admissões até que o abastecimento seja normalizado pelos fornecedores”.

O ISAC informou que o bloqueio atinge 17 leitos que estão livres atualmente na unidade. Segundo o portal Integra Tocantins, alimentado pelo Governo do Estado, atualmente há 24 leitos livres nas três unidades. Os outros sete leitos que estão livres já estavam bloqueados antes da decisão do instituto pela equipe de controle de bactérias do hospital, já que alguns pacientes não podem ficar perto de outros, e também por casos de pacientes suspeitos.

A nota afirma ainda que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) havia sido notificada sobre o risco de desabastecimento em três ocasiões e que a situação não foi normalizada.

O painel que monitora a ocupação de leitos na rede hospitalar, o Integra Tocantins, indica que até à 16h havia 43 pacientes internados nas UTIs das três unidades citadas pelo ISAC e 24 vagas livres nos três hospitais. Veja a situação de cada hospital:

  • Hospital Geral de Palmas – 17 leitos ocupados e 13 livres (57% de ocupação)
  • Hospital Regional de Araguaína – 12 leitos ocupados e cinco livres (71% de ocupação)
  • Hospital Regional de Gurupi – 14 leitos ocupados e seis livres (70% de ocupação)

Já há relatos de pacientes que aguardam transferências para UTIs nas unidades e não estão conseguindo. É o caso de Carlos Antônio Pereira Paz. Ele está internado na Unidade de Pronto Atendimento da região norte da capital e a família conseguiu uma liminar na Justiça que determina a transferência dele para uma UTI. Uma sobrinha do paciente informou que quando a UTI móvel chegou para realizar a transferência eles foram informados que o HGP não poderia receber o paciente. A justificativa apresentada a eles foi de falta de pagamento de salário aos enfermeiros.

O ISAC afirma no entanto que o bloqueio dos leitos é por causa do risco de desabastecimento e não de atrasos nos pagamentos. A folha de pagamento de dezembro é a única, segundo o instituto, que está atrasada.

A SES foi procurada para explicar a situação e dizer para onde os pacientes que precisarem de UTI serão encaminhados enquanto o bloqueio durar. O G1 aguarda retorno da pasta.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) decidiu terceirizar o gerenciamento e operacionalização dos leitos de UTI adultos do Hospital Geral de Palmas e dos Hospitais Regionais de Gurupi e Araguaína em agosto. O governo contratou o Instituto Isac pelo valor de R$ 33,2 milhões, sem licitação. O contrato tem validade de pelo período de seis meses, mas prevê a prorrogação sucessiva enquanto durar a pandemia.

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Tocantins

Para enfrentar a crise, 64% das empresas tocantinenses vendem por canais digitais

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O comércio eletrônico foi a forma que a grande maioria das empresas encontrou para enfrentar a crise gerada pela pandemia de Covid-19. De acordo com a 9ª edição da pesquisa “O Impacto da Pandemia de Coronavírus”, elaborada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), sete em cada dez empresas brasileiras já atuam nas redes sociais, aplicativos ou internet para impulsionar suas vendas. Em maio, bem no início da pandemia, esse percentual era de 59%.

Para o superintendente do Sebrae Tocantins, Moisés Gomes, a internet tem sido uma grande aliada na sobrevivência dos negócios. “As compras pela internet se intensificaram e os empresários tiveram que se readaptar para manter o negócio funcionando. O ambiente virtual se tornou um aliado cada vez mais forte e importante para compra e venda de produtos e serviços”, afirmou.

No Tocantins, a plataforma WhatsApp é a preferida pelos empreendedores que inseriram o mundo virtual nas suas vendas, com 94% de adeptos. Instagram e Facebook são as próximas opções, com 47% e 39%, respectivamente. Apenas 8% dos negócios vendem por sites próprios.

“Isso demonstra que plataformas já conhecidas e com grande capilaridade são mais procuradas pelos empreendedores, que levam em consideração custos de manutenção e a confiabilidade do meio”, destacou Gomes.

Outro dado apontado pela pesquisa é que 59% das empresas tocantinenses continuam funcionando, mas tiveram mudanças em suas rotinas em 2020. Além disso, 34% dos entrevistados comercializaram novos produtos e serviços desde o surgimento da crise do coronavírus. Para 45% dos empresários tocantinenses, os desafios estabelecidos pela instabilidade provocaram mudanças valiosas em seus negócios.

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Tocantins

Ministério da Saúde aumenta de 29 mil para 44 mil doses da Coronavac para o Tocantins

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A quantidade de doses da vacina CoronaVac, que inicialmente seria de 29.840 para o Tocantins, teve porção aumentada para 44 mil. A informação foi oficializada pelo secretário de estado da Saúde, Edgar Tollini, na noite desta segunda-feira, 18, no lançamento da campanha de vacinação contra a Covid-19.

Essas doses serão destinada para profissionais da saúde, idosos e indígenas.

A CoronaVac foi desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e, no Brasil, será produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo. O uso emergencial da vacina foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no domingo (17). A agência também aprovou o uso emergencial da vacina de Oxford, cujas doses devem chegar ao país nas próximas semanas.

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