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Pará

IFPA apresenta projeto de expansão na região de Carajás

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O governador do Estado em exercício, Zequinha Marinho, recebeu nesta segunda-feira (17) diretores dos campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) de Parauapebas e Marabá, no sudeste paraense. Em pauta, a expansão dos cursos técnicos para municípios vizinhos de modo a suprir as demandas do mercado produtivo local com mão de obra qualificada.

“Recebemos o convite para que possamos levar este tipo de ensino para outros municípios do interior do Estado. Além de Parauapebas, temos algumas áreas de abrangência e atendimento, como a região do entorno com Canaã dos Carajás, Eldorado dos Carajás, Curionópolis e Água Azul do Norte. O governador também nos passou outras demandas de cidades próximas, como Tucumã, São Félix do Xingu e Ourilândia do Norte,para vermos o que a gente pode proporcionar a esses municípios”, afirmou o diretor geral do IFPA em Parauapebas, Rubens Chaves Rodrigues. Hoje o instituto conta com dois cursos e sete turmas, com a previsão para lançar em 2017 mais seis, além de um curso superior e de um longo de mineração.

O governador em exercício sinalizou positivamente à apresentação. “Fizemos um levantamento, e a intenção é proporcionar os cursos técnicos de forma direcionada, levando em consideração o potencial produtivo da região e a demanda de cada cidade. Dessa maneira, a mão de obra capacitada será mais facilmente absorvida pelo próprio município”, disse Zequinha Marinho. As atividades serão desenvolvidas em 2017.

Os cursos a serem ofertados terão duração média de um ano e meio. Entre as áreas que podem ser contempladas estão agroindústria, pecuária e agricultura, além de informática, eletrônica, mecânica, química, edificações, automação e meio ambiente.

O campus Marabá Industrial também já oferece o curso de controle ambiental. Para Marcelo Maia, diretor geral da instituição, a parceria entre Governo do Pará, municípios e instituições de ensino é fundamental para o desenvolvimento do Estado. “As parcerias e convênios são fundamentais. O governo estadual irá verificar junto às prefeituras de que forma podem atuar para que essa iniciativa seja colocada em prática”, afirmou.

O IFPA de Marabá já atua com cursos em Rondon do Pará. A instituição tem 14 polos ligados ao campus. “Para ofertar os cursos, temos que analisar os Arranjos Produtivos Locais de cada cidade para verificarmos dentro da nossa estrutura qual a gente pode de imediato ajudar e colocar em prática em 2017”, reiterou Marcelo Maia. (Lidiane Sousa)

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Pará

Pará segue com crescimento de empregos no segmento da Indústria

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A empregabilidade formal na indústria paraense cresceu em fevereiro de 2021, indicando resultados de esforços como o Programa RetomaPará. É o que indica o levantamento do Observatório do Trabalho do Estado do Pará, parceria entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster). O setor apresentou saldo de 281 postos de trabalho frente 3.101 admissões e 2.820 demissões, conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.

Titular da Seaster, Inocencio Gasparim, destacou o novo pacote econômico do Governo do Estado, como forma de estimular as atividades, revertendo os resultados em emprego e renda. “O Estado tem se adiantado com propostas e projetos econômicos, principalmente aos mais vulneráveis. Porém, sabemos que todos os setores têm sentido dificuldades e cabe a nós impulsionar este processo de retomada. O novo pacote econômico apresentado pelo Governo, com R$ 500 milhões para reduzir os impactos da pandemia em vários setores, nos dá possibilidades de um cenário mais positivo”, afirmou o secretário.

Especificamente para o setor de transformação, o governo estadual concedeu 90% de isenção sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Como todas essas empresas garantem 75% de redução de Imposto de Renda, elas têm todo o incentivo para continuar produzindo. À medida em que vacinamos a população, conseguimos trazer a normalidade de volta e expandir o plano de retomada econômica. Certamente, teremos a continuidade de obras públicas, de investimentos e outros fatores positivos que contribuem diretamente na manutenção desse crescimento”, acrescentou Gasparim.

Everson Costa, técnico do Dieese, avalia que o segundo ano de pandemia implica em dificuldades extremas para todos os setores econômicos do mundo todo. Entretanto, é possível observar comportamentos diferentes conforme as especificidades locais.

“A indústria tem uma dinâmica diferente aqui no estado, praticamente está ligada aos setores extrativista e mineral, que cresce cada vez mais a passos largos diante da verticalização do que é produzido no campo também. Temos a produção de cacau, açaí, o agronegócio, ou seja, temos espaço para crescer. E as atividades tradicionais de mineração também ganham formulação e estruturação”, pontuou o representante do Dieese.

A pesquisa indica ainda que o Pará foi o estado da região Norte que mais empregou no setor com saldo de 5.757 postos formais, nos últimos 12 meses, mesmo com a crise sanitária provocada pela pandemia de Covid-19. Entre os meses de março de 2020 e fevereiro de 2021 foram admitidos 39.429 e demitidos 33.672 trabalhadores. “É o melhor resultado no comparativo em relação aos demais estados da região Norte. Percebemos que a indústria paraense está conseguindo reagir mesmo com as adversidades colocadas pela pandemia”, avaliou Everson Costa.

Nos dois primeiros meses de 2021, o segmento contratou 6.489 trabalhadores formais, enquanto houve desligamento de outros 5.926, resultando em um saldo positivo de 563 postos de trabalho. 

A previsão do Observatório é otimista para o segundo semestre. “Vários instrumentos foram elaborados na perspectiva de ter a retomada da economia. Este ano, com a injeção de vários recursos por parte do Estado também em programas, incentivos, e a continuidade do programa de retomada serão fundamentais para que a gente possa, após esse momento dessa segunda onda, ter a possibilidade de a indústria paraense reagir fortemente”, afirmou o técnico do Dieese.

“A torcida é para que esse segundo semestre tenhamos capacidade, investimentos e a condução fiscal do Estado aliado a uma série de programas dando resultado para continuar numa trajetória positiva para o setor. E para isso precisamos qualificar mão-de-obra e dinamizar a logística, trazendo mais emprego e renda para a população”, acrescentou o técnico do Dieese. 

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Pará

Detran do Pará retoma serviços presenciais apenas para usuários com agendamento prévio

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Belém,Pará, Brasil. Atendimento Depártamento de transito do Estado do Pará

O atendimento gradual ao público no Departamento de Trânsito do Estado (Detran) foi retomado nesta segunda-feira (12). Para ser atendido, o usuário precisa de agendamento prévio pelos canais de comunicação do órgão, para evitar aglomerações nas unidades de Belém e do interior. O Detran estava com atividades suspensas desde o dia 8 de março.

O agendamento prévio é uma medida de proteção para a população e também para os servidores do Detran, para evitar a infecção pelo novo coronavírus. “Estamos reabrindo com o máximo de cautela, e o agendamento prévio é obrigatório. Quem chegar sem agendamento não será atendido. Estamos prezando pela saúde e segurança do usuário e do servidor”, informou Marcelo Guedes, diretor-geral do Detran.

São dois os canais de agendamento: o call center, pelo número 154, e o webchat disponível no site do Detran. No primeiro dia da retomada presencial dos serviços foram realizados 170 atendimentos agendados na sede do órgão, na capital. Nos próximos dias, de acordo com o cenário epidemiológico do Estado, este número diário poderá ser reavaliado.

Uma das novidades nesta retomada é a possibilidade de o usuário que estiver agendado para serviços de habilitação ou sobre veículos se dirigir ao balcão de atendimento ou optar pelo drive-thru montado na parte externa da sede. “É uma forma de dar vazão à demanda dos serviços com ainda mais segurança, já que o usuário não precisará descer do seu carro para receber o atendimento”, acrescentou o diretor-geral.

Prazos suspensos – Como há um grande fluxo nos canais de agendamento do órgão, vários serviços continuam com os prazos suspensos, para que não haja qualquer tipo de prejuízo ou penalidade ao usuário que não conseguir o seu agendamento de forma imediata para regularizar a situação. “Entendemos a dificuldade dos usuários e, por isso, para que ninguém fique prejudicado, essa prorrogação de prazos é fundamental”, afirmou Marcelo Guedes.

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Pará

MARABÁ: Segunda dose da vacina garante a eficácia do imunizante

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No Brasil, 14% dos vacinados com a primeira dose da coronavac não voltaram para receber a segunda dose, como aponta levantamento do jornal Folha de São Paulo junto ao DataSUS, que reúne a base de dados do Sistema Único de Saúde. Esse dado corresponde a mais de meio milhão de pessoas. De acordo com especialistas, a imunização só é completa após a segunda dose da vacina.

Mônica Borchart, coordenadora da Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde de Marabá (SMS) ressalta que as pessoas precisam se conscientizar que só a primeira dose não garante a imunização, sendo necessária maior atenção com os prazos de vacinação.

“É preciso que a carteira de vacinação do idoso seja monitorada pois o prazo para a segunda dose da Coronavac é de 21 a 28 dias, enquanto a Astrazeneca é de 12 semanas. E nós da Secretaria de Saúde trabalhamos com esses prazos, já que as datas são marcadas na carteira de vacinação”, afirma a coordenadora, ressaltando que apesar disso, mesmo que a pessoa ultrapasse esse prazo ainda é possível ser vacinada.

Ainda não há estudos que apontem o nível de imunização após a primeira dose, por isso a garantia de eficácia só acontece após a aplicação da segunda dose. “O risco é não se imunizar”, complementa a diretora.

Entre as principais dúvidas que podem levar uma pessoa a não querer tomar a segunda dose da vacina estão a sensação de já estar imunizado, os efeitos colaterais e a eficácia dos imunizantes. “Muitas pessoas podem se acomodar e achar que a primeira dose da vacina já imuniza contra o coronavírus. Isso é um engano”, reitera.

Em relação à eficácia das vacinas, segundo estudo publicado recentemente pelo Instituto Butantan, novos testes apontaram eficácia mínima em casos sintomáticos da Covid-19 é de 50,7% podendo atingir entre 83% e 100% entre os casos que requerem assistência médica. Já a vacina Oxford/Astrazeneca tem eficácia de 79%. A vacina da Influenza (gripe), por exemplo, que compõe o Plano Nacional de Imunização, tem eficácia entre 60% e 70%.

“Nenhuma vacina é 100% eficaz.  Mas a eficácia das vacinas atuais desenvolvidas para combater a Covid-19 garante uma boa cobertura de imunização e influencia diretamente na diminuição do número de casos e internações”, afirma a médica intensivista Tatiana Carvalho do Hospital Municipal de Marabá.

Sobre os efeitos adversos após a primeira dose, a médica destaca que não é possível reduzir os imunizantes a casos isolados. “Graças a Deus temos a Coronavac que tem nos ajudado a iniciar esse processo de imunização e já tem dado resultados significativos. Em um plano geral, as reações acontecem em um nível muitíssimo baixo comparado com as pessoas que não apresentam sintomas e com os benefícios que a vacina pode trazer”, comenta a médica.

As equipes da Atenção Básica que aplicam as vacinas orientam o vacinado sobre os possíveis efeitos colaterais e, caso sejam persistentes, a procurar o serviço de saúde. É o que informa Fernando Gomes da Silva, coordenador de Imunização da SMS. Segundo ele, tomar a segunda dose é importante para completar o quadro vacinal, principalmente porque, em média, dez dias após a aplicação o sistema imunológico já está com o escudo ativado contra o vírus.

“Quando a pessoa não retorna para tomar a segunda dose, nós fazemos uma busca ativa por esse indivíduo para que ele venha completar sua imunização. Cada frasco da vacina corresponde a dez doses, então sempre fazemos a busca garantindo que esse número de pessoas receba o imunizante”, pontua Fernando.

Quando as doses não são administradas, a SMS informa a Secretaria de Saúde Pública do Pará (SESPA) para que as mesmas sejam realocadas para a próxima fase do cronograma de vacinação.

“Toda a população deve se proteger para proteger sua família e as pessoas que amam para assim termos um bom resultado e sairmos da melhor forma possível dessa pandemia”, finaliza o coordenador.

Serviço: É necessário que o idoso que já recebeu a primeira dose fique atento ao calendário de vacinação, ao dia marcado para a segunda dose na carteira de vacinação e ao site da Prefeitura de Marabá para qualquer alteração. No dia marcado, estar acompanhado com familiar ou amigo, evitar aglomeração, usar máscara e estar com os documentos em mão.

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