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Tocantins

IFTO oferta 375 vagas para cursos técnicos gratuitos

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O Instituto Federal do Tocantins (IFTO) oferta 375 vagas para cursos técnicos gratuitos, distribuídas nas seguintes unidades: Araguaína, Gurupi, Lagoa da Confusão, Palmas e Pedro Afonso. As inscrições devem ser feitas por meio do Portal Seja IFTO, do dia 23 de julho até o dia 11 de agosto. Neste certame, o valor da inscrição é de R$ 15,00. 

A isenção do pagamento da taxa de inscrição deve ser solicitada até amanhã, 31. O candidato precisa enviar sua solicitação para o e-mail: [email protected], com a documentação comprobatória exigida no edital.

No caso dos cursos técnicos concomitantes, para os cursos que a demanda seja até 10% a mais do número de vagas ofertadas, a matrícula dos inscritos será feita de forma automática. Já para os cursos com demanda superior a esse número, será realizado sorteio.

Por sua vez, nos cursos técnicos subsequentes, será adotada a mesma estratégia para os cursos que a demanda seja até 10% a mais do número de vagas ofertadas, ou seja, matrícula automática dos inscritos. E no caso dos cursos com maior número de inscritos do que limite definido, será realizada a análise curricular dos inscritos, conforme critérios do Edital.

É importante destacar que a prova, método tradicional de ingresso no IFTO, foi substituída por essas formas em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Ainda nesse sentido, a modalidade das aulas poderá ser presencial ou a distância, a depender da análise do cenário ao início do semestre 2020/2.

Para mais informações, acesse o Edital.

Cursos concomitantes X Cursos subsequentes

Os cursos concomitantes são aqueles que o estudante faz ao mesmo tempo em que cursa o Ensino Médio em outra instituição de ensino. Já os cursos subsequentes são aqueles que o estudante ingressa após o término do Ensino Médio. (Maira Sobral)

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Tocantins

Rede de leitos de UTI Covid-19 entra em colapso na região norte do Tocantins e Justiça determina convocação de médicos

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A Justiça acatou pedido do Ministério Público do Tocantins (MPTO) e expediu uma liminar neste domingo, 2, obrigando o Estado do Tocantins a convocar profissionais de saúde do quadro do Hospital Regional de Araguaína (HRA), inclusive aqueles que se encontram em regime virtual de sobreaviso, na quantidade suficiente para o funcionamento integral dos 17 leitos de UTI Covid existentes naquela unidade hospitalar.

Em petição apresentada no sábado, 1º, Ministério Público informou que a rede de leitos de UTI para adultos colapsou em toda a região norte tocantinense, não existindo nenhum leito em operação vago. Isto, apesar de o HRA possuir sete leitos de UTI Covid que estão habilitados porém ociosos, em razão da falta de profissionais médicos.

Na petição, o MPTO também informou que o Hospital Regional de Araguaína dispõe atualmente de 200 médicos, a maior parte deles com vínculo estatutário, e ainda lembrou que é possível a convocação complementar de médicos vinculados a outros órgãos públicos da rede estadual, como Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, para que atuem junto aos sete leitos de UTI Covid que estão ociosos no Hospital Regional de Araguaína.

O Ministério Público está atuando no processo representado pelo promotor de Justiça Saulo Vinhal da Costa, da área de proteção à saúde pública em Araguaína.

Na liminar, o juiz plantonista Carlos Roberto de Sousa Dutra estabeleceu prazo de 24 horas para o cumprimento da decisão e estipulou que caberá ao diretor técnico do Hospital Regional de Araguaína convocar os profissionais de saúde, excluindo aqueles que se enquadram no grupo de risco e fundamentando formalmente esta exclusão.

Em caso de descumprimento da liminar, será imposta multa diária no valor de R$ 10 mil ao Estado do Tocantins.

Segundo especifica a liminar, um oficial de justiça deverá se dirigir ao Hospital Regional de Araguaína para intimar o diretor técnico e o diretor-geral da unidade hospitalar. Para que a decisão seja cumprida durante o plantão judicial, o magistrado registrou que não será necessária a intimação de outras autoridades. 

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Tocantins

Defensoria vai à Justiça para que hospitais privados atendam pacientes do SUS que precisam de UTI para Covid-19

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O Núcleo Especializado em Defesa da Saúde (Nusa) da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) apresentou na noite deste sábado, 1º, petição para que haja determinação para que unidades hospitalares da rede privada do Tocantins recebam pacientes de covid-19 regulados pelo Estado para atendimento em leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) específicos para a doença. O pedido, em caráter de urgência, cita todos os hospitais privados que têm compromisso firmado e homologado na Justiça para esse atendimento, contudo, destaca o Hospital Oswaldo Cruz que, conforme o Complexo Regulador do Estado, teria se recusado a atender em UTI covid um paciente de 82 anos que já estava no Hospital, mas em leito clínico, obrigando o paciente a ser transportado para outro Hospital.

Na petição, é destacado que já existe o compromisso na Justiça para o atendimento na rede privada de saúde para pacientes de covid-19 regulados pelo Estado, não havendo, portanto, motivo para o descumprimento. Contudo, conforme o Complexo Regulador da Secretaria Estadual da Saúde, na prática o acesso aos leitos na rede privada não tem sido ágil e desburocratizado como deveria ser para a garantia do atendimento adequado.

A petição considera o acordo judicial em vigor, mas, nesse momento, considera principalmente a situação de dois pacientes idosos (82 e 93 anos) que precisam de vaga em UTI covid para terem chances reais de se salvarem da doença. O paciente de 82 anos é de Palmas e estava em leito clínico no Hospital Oswaldo Cruz com indicação para leito de UTI covid; já a paciente de 93 anos, de Araguaína, encontrava-se na Unidade de Pronto Atendimento do Município aguardando vaga.

“O risco de morte diante da falta de articulação e cooperação é gritante, sendo crucial a atuação do Poder Judiciário para fazer valer o acordado nestes autos, bem como delinear a otimização dos escassos recursos ainda existentes na luta contra a covid-19 no que tange aos leitos de tratamento.”, destaca o defensor público Sandro Ferreira, coordenador em substituição no Nusa. Na petição, ele considera que há situação de colapso em curso, com a possibilidade de perdermos vidas por falta de atendimento adequado e conclui que o pedido busca justamente prevenir óbitos que podem ser evitados.

Pedidos

À Justiça, o Nusa requer que seja ordenado aos seguintes hospitais o recebimento de pacientes encaminhados pelo Complexo Regulador, dentro das vagas de UTI covid já determinadas em decisão proferida no mesmo processo: Oswaldo Cruz (cinco vagas); Instituto de Terapia Intensiva de Palmas (cinco vagas); Hospital Palmas Medical (cinco vagas) e Hospital Santa Thereza (dez vagas).

A Defensoria Pública também requer que seja ordenado ao Complexo Regulador do Estado que providencie, de forma imediata, a regulação das vagas de UTI exclusivas para pacientes com covid-19, de acordo, solicitadas e ainda não atendidas.

O pedido não foi atendido inicialmente e o Juiz plantonista pediu informações ao Estado em até 48 horas. Conforme o Defensor Público, o prazo é desproporcional diante da gravidade da pandemia e do caos de leitos instalado e entrou com um recurso, informando que já houve óbito na Unidade de Pronto Atendimento em Araguaína ontem, 1º, relatando que a Unidade seguia lotada, bem como os demais hospitais da cidade. O pedido agora aguarda decisão pelo Tribunal de Justiça do Tocantins.

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Tocantins

Tocantins tem mil novas confirmações de casos de Covid-19 neste domingo, 2

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que neste domingo, 02 de agosto, foram contabilizados 1.093 novos casos confirmados para Covid-19.

Desta forma, hoje o Tocantins acumula 26.434 casos confirmados da doença, destes 15.790 pacientes estão recuperados e 10.249 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 395 óbitos.

Devido à instabilidade do sistema oficial do Ministério da Saúde de notificação da Covid-19, o E-SUS-VE, os municípios tocantinenses não estão conseguindo alimentar a base de dados em tempo oportuno, e o Estado não está tendo acesso aos novos casos deste sistema diariamente, o que pode provocar um aumento expressivos nos próximos dias, quando a base for regularizada.

Este quantitativo se refere a casos novos de vários dias de coleta de exames, não podendo ser considerado um aumento de casos nas últimas 24hs.

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