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Maranhão

IMPERATRIZ: 60 leitos para Covid são aberto em Hospital de Campanha

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A entrega do Hospital de Campanha de Imperatriz nesta terça-feira (9), localizado no Centro de Convenções, é resultado de uma parceria público/privada e conta com a participação do Governo do Estado, da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz (ACII) e da Suzano Papel e Celulose. São 60 leitos no hospital, sendo 10 deles para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O hospital já entrou em funcionamento e vai reforçar o tratamento de pacientes, em um cenário extremamente delicado para a cidade.

O secretário de Estado da Infraestrutura e gestor do Comitê de Combate ao coronavírus na Região Tocantina, Clayton Noleto disse que o momento é de união de forças. “Estamos unindo forças para garantir o melhor atendimento ao paciente e também evitar que haja colapso no sistema de saúde”, afirmou. 

Clayton Noleto também lembrou da importância das medidas preventivas, como uso de máscara e álcool gel. “Estamos trabalhando firmes para garantir as melhores condições de atendimento, mas, devido a velocidade de propagação do vírus, nada será suficiente se as pessoas não usarem máscara e álcool e não obedecerem as regras de distanciamento social”, alertou Noleto.

José dos Santos é aposentado e fala que o hospital é importante para dar suporte ao atendimento dos pacientes com coronavírus neste período tão difícil para a cidade de Imperatriz. “Essa pandemia não vai acabar daqui para ali, então esse Hospital de Campanha é importante para garantir o atendimento das pessoas. Tem que fazer esses hospitais para desafogar os outros”, afirmou. 

Ações do Comitê

Além da montagem do Hospital de Campanha, o Governo do Estado já realizou outros investimentos na rede hospitalar para fortalecer o combate ao coronavírus em Imperatriz, como ampliação do número de leitos no Hospital Macrorregional Drª Rute Noleto, a entrega de materiais para reforçar a estrutura de saúde na cidade, alas exclusivas para pacientes com Covid-19 no Materno Infantil e auxílio com equipamentos no ambulatório que funcionou como centro de testagem, também no Centro de Convenções, reforçando as ações preventivas na cidade.

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Maranhão

IMPERATRIZ: Ladrão atrapalhado tenta roubar celular e levar porretada

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Um ladrão usando uma motocicleta e demonstrando ter algo, tipo uma arma de fogo, na cintura, tentou roubar uma mulher, em um bairro da cidade de Imperatriz, no sul do Maranhão, nesta quarta, 21, mas acabou tento seu intento frustrado pela ação da mulher e depois de um homem, que jogou um porrete no marginal, assista a cena captada por câmeras de segurança.

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Maranhão

IMPERATRIZ: Temporal causa alagamentos

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A chuva que caiu na cidade de Imperatriz, no sul do Maranhão, causou alagamentos e transbordou a moradores na tarde desta quinta, 22, deixando a maior cidade da região em estado de atenção, sendo monitorada pela Defesa Civil e outros órgãos de Segurança.

A água invadiu diversos estabelecimentos comerciais, veículos e bloqueou totalmente o trânsito, principalmente do centro da cidade. Os bairros da periferia também tiveram restrições.

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Maranhão

AÇAILÂNDIA: Ex-prefeito Juscelino têm bens bloqueados por direcionamento e superfaturamento em obra

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Atendendo a pedido formulado pelo Ministério Público, em Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público do Maranhão, em 30 de julho de 2019, a Justiça determinou a indisponibilidade dos bens do prefeito Juscelino Oliveira e Silva e de outras quatro pessoas. A indisponibilidade de bens deve se dar até o montante suficiente para garantir o ressarcimento dos danos ao erário e o pagamento de multa, com valor mínimo de R$ 302.098, 31.

Também tiveram os bens bloqueados o secretário de Infraestrutura e Urbanismo de Açailândia, Divaldo Farias da Costa; o engenheiro Rogério Rosa Lopes, da equipe da Secretaria de Infraestrutura; o então secretário de Infraestrutura de Imperatriz, Francisco de Assis Amaro Pinheiro; a Terramata Ltda e o sócio-administrador da empresa, Ricardo Barroso del Castilho.

ENTENDA O CASO

De acordo com a promotora de justiça Glauce Mara Lima Malheiros, titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Açailândia, a contratação da empresa ocorreu por meio da adesão à Ata de Registro de Preços da Concorrência Pública 006/2017, presidida pela Comissão Permanente de Licitação (CPL) de Imperatriz.

Entre as irregularidades constatadas no inquérito, estão: direcionamento do procedimento licitatório em favor da Terramata, superfaturamento das obras, favorecimento a empresas ligadas ao prefeito para execução de alguns serviços. “São diversos fatos que, analisados em conjunto, evidenciam o cometimento de atos ímprobos por agentes públicos municipais e particulares envolvidos na execução das obras”, relatou, na Ação, a promotora de justiça.

O Ministério Público constatou que as irregularidades aconteceram desde o pedido de adesão pelo Município de Açailândia à Secretaria de Infraestrutura de Imperatriz. Conforme o edital do certame, órgãos ou entidades que desejassem fazer uso da ata de registro de preços deveriam encaminhar solicitação para a Superintendência da CPL de Imperatriz, que teria a competência para permitir ou não o ingresso do solicitante.

“A Administração Municipal de Açailândia, atropelando as regras do processo de adesão e objetivando direcionar o procedimento licitatório, resolveu buscar a autorização diretamente junto ao secretário municipal de Infraestrutura, Transportes e Serviços Públicos de Imperatriz”, observou a promotora Glauce Malheiros.

Outras irregularidades na execução dos serviços foram identificadas por meio de vistorias do Núcleo de Assessoria Técnica do Ministério Público, Instituto de Criminalística de Imperatriz e Delegacia de Polícia Civil de Açailândia.

As investigações verificaram que os bloquetes utilizados na pavimentação das ruas pela Terramata teriam sido fornecidas por empresas vinculadas ao próprio prefeito de Açailândia. “Um dos imóveis destinados ao armazenamento dos bloquetes está vinculado à empresa Steel Estruturas e Metais, a qual consta como sócio- administrador o prefeito Juscelino Oliveira e Silva e seu filho Giuliano Gregory Santos Oliveira e Silva”, relata o texto da Ação Civil.

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