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Maranhão

IMPERATRIZ: Acidentes de trânsito na Pedro Neiva de Santana crescem após retirada de fiscalização eletrônica

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Depois que os radares de fiscalização eletrônica de velocidade foram retirados pelo governo do Estado, da Avenida Pedro Neiva de Santana, trecho de Imperatriz à João Lisboa, motoristas passaram a exceder o limite de velocidade permitido na via [60 km/h], fato que triplicou nos últimos dois meses o número de sinistros de trânsito.

Essa situação tem preocupado o secretário de Trânsito e Transportes, Leandro Braga, que iniciou tratativas com a direção do Departamento Estadual de Trânsito, Detran-MA, para celebração de convênio com o município de Imperatriz para assumir a fiscalização eletrônica na Avenida Pedro Neiva de Santana.

“Nós tínhamos um convênio que permitia os agentes de trânsito realizar essa fiscalização em toda extensão da Avenida Pedro Neiva de Santana. Agora, esperamos que a nova diretoria do Detran-MA possa renová-lo e autorizar também a instalação de dispositivos auxiliares de fiscalização eletrônica nesta via”, ressalta.

O secretário Leandro Braga comentou que após a redução dos casos de Covid-19, e das restrições, pretende marcar uma reunião com a diretoria do Detran-MA para alinhar os detalhes do convênio. “Nós observamos que o Estado tem interesse que a Secretaria de Trânsito possa auxiliar neste trabalho de fiscalização nesta importante avenida, que registra intensa fluxo de veículos”, frisou.

Segundo ele, com o Detran-MA liberando o convênio a Setran pretende implantar dois sistemas de fiscalização na Avenida Pedro Neiva: sistema de videomonitoramento e radares eletrônicos de velocidade. “Precisamos desses dois sistemas para reduzir esse excesso de velocidade que vem sendo praticado na via, inclusive com acidentes graves”, pontua.

Leandro Braga prevê que após a instalação do novo sistema de fiscalização, em pouco tempo o cidadão perceberá uma redução drástica no número de sinistros de trânsito na Avenida Pedro Neiva de Santana. “Já temos um exemplo: no início da fiscalização eletrônica chegou a zerar o número de mortes na Avenida Pedro Neiva e a reduzir consideravelmente a quantidade de acidentes”, finalizou.

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Maranhão

IMPERATRIZ: Ladrão atrapalhado tenta roubar celular e levar porretada

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Um ladrão usando uma motocicleta e demonstrando ter algo, tipo uma arma de fogo, na cintura, tentou roubar uma mulher, em um bairro da cidade de Imperatriz, no sul do Maranhão, nesta quarta, 21, mas acabou tento seu intento frustrado pela ação da mulher e depois de um homem, que jogou um porrete no marginal, assista a cena captada por câmeras de segurança.

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Maranhão

IMPERATRIZ: Temporal causa alagamentos

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A chuva que caiu na cidade de Imperatriz, no sul do Maranhão, causou alagamentos e transbordou a moradores na tarde desta quinta, 22, deixando a maior cidade da região em estado de atenção, sendo monitorada pela Defesa Civil e outros órgãos de Segurança.

A água invadiu diversos estabelecimentos comerciais, veículos e bloqueou totalmente o trânsito, principalmente do centro da cidade. Os bairros da periferia também tiveram restrições.

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Maranhão

AÇAILÂNDIA: Ex-prefeito Juscelino têm bens bloqueados por direcionamento e superfaturamento em obra

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Atendendo a pedido formulado pelo Ministério Público, em Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público do Maranhão, em 30 de julho de 2019, a Justiça determinou a indisponibilidade dos bens do prefeito Juscelino Oliveira e Silva e de outras quatro pessoas. A indisponibilidade de bens deve se dar até o montante suficiente para garantir o ressarcimento dos danos ao erário e o pagamento de multa, com valor mínimo de R$ 302.098, 31.

Também tiveram os bens bloqueados o secretário de Infraestrutura e Urbanismo de Açailândia, Divaldo Farias da Costa; o engenheiro Rogério Rosa Lopes, da equipe da Secretaria de Infraestrutura; o então secretário de Infraestrutura de Imperatriz, Francisco de Assis Amaro Pinheiro; a Terramata Ltda e o sócio-administrador da empresa, Ricardo Barroso del Castilho.

ENTENDA O CASO

De acordo com a promotora de justiça Glauce Mara Lima Malheiros, titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Açailândia, a contratação da empresa ocorreu por meio da adesão à Ata de Registro de Preços da Concorrência Pública 006/2017, presidida pela Comissão Permanente de Licitação (CPL) de Imperatriz.

Entre as irregularidades constatadas no inquérito, estão: direcionamento do procedimento licitatório em favor da Terramata, superfaturamento das obras, favorecimento a empresas ligadas ao prefeito para execução de alguns serviços. “São diversos fatos que, analisados em conjunto, evidenciam o cometimento de atos ímprobos por agentes públicos municipais e particulares envolvidos na execução das obras”, relatou, na Ação, a promotora de justiça.

O Ministério Público constatou que as irregularidades aconteceram desde o pedido de adesão pelo Município de Açailândia à Secretaria de Infraestrutura de Imperatriz. Conforme o edital do certame, órgãos ou entidades que desejassem fazer uso da ata de registro de preços deveriam encaminhar solicitação para a Superintendência da CPL de Imperatriz, que teria a competência para permitir ou não o ingresso do solicitante.

“A Administração Municipal de Açailândia, atropelando as regras do processo de adesão e objetivando direcionar o procedimento licitatório, resolveu buscar a autorização diretamente junto ao secretário municipal de Infraestrutura, Transportes e Serviços Públicos de Imperatriz”, observou a promotora Glauce Malheiros.

Outras irregularidades na execução dos serviços foram identificadas por meio de vistorias do Núcleo de Assessoria Técnica do Ministério Público, Instituto de Criminalística de Imperatriz e Delegacia de Polícia Civil de Açailândia.

As investigações verificaram que os bloquetes utilizados na pavimentação das ruas pela Terramata teriam sido fornecidas por empresas vinculadas ao próprio prefeito de Açailândia. “Um dos imóveis destinados ao armazenamento dos bloquetes está vinculado à empresa Steel Estruturas e Metais, a qual consta como sócio- administrador o prefeito Juscelino Oliveira e Silva e seu filho Giuliano Gregory Santos Oliveira e Silva”, relata o texto da Ação Civil.

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