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Maranhão

IMPERATRIZ: Fechamento parcial do comércio continua

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novo decreto que prorroga o fechamento parcial do comércio na cidade foi assinado nesta quinta-feira, 30 de abril, pelo prefeito de Imperatriz, Assis Ramos. O texto mantém as decisões anteriores, além de apontar para o uso obrigatório de máscaras em todo município, antes pedido apenas dentro de estabelecimentos comerciais.

Decisões foram tomadas em conjunto com diversos setores da sociedade imperatrizense, que buscam conter o contágio do novo coronavírus, Covid – 19, além de tentar evitar que o sistema de saúde fique sobrecarregado. Ao longo desta semana estiveram reunidas várias autoridades, públicas e privadas.

Decreto também prevê a proibição da circulação de crianças em locais públicos e privados. Também haverá um esforço para que boletins médicos hospitalares, dos casos da Covid – 19, ou de síndromes respiratórias dos hospitais da cidade, sejam veiculados, para que ter informação de qualidade.

É importante alertar a sociedade para evitar as fake news, e busquem informações em locais confiáveis. A própria Prefeitura publica boletim diário dos casos de Imperatriz nas redes sociais Instragam Facebook, além do Portal.

Com o avanço dos casos de infecção da Covid – 19 em Imperatriz e o aumento do número de óbitos, a Prefeitura decidiu continuar com o fechamento parcial do comércio. É o que conta o secretário de Governo e presidente do Conselho Empresarial de Desenvolvimento Econômico, Eduardo Soares, “Não é possível fazer abertura parcial do comércio no momento, porque os casos estão numa curva ascendente. Precisamos aguardar que os casos estabilizem e parem de aumentar para que haja uma abertura parcial”.

“A recomendação é para que todo mundo se previna. As palavras são de prudência e prevenção. Se todos forem prudentes, o vírus vai diminuir, e em breve poderemos fazer uma reabertura parcial do comércio”, ressalta Eduardo.

Casos da Covid – 19 em Imperatriz

A última atualização do boletim epidemiológico emitido pela Secretaria Estadual de Saúde, Ses, em 29 de abril, aponta para o crescimento dos casos no maranhão, com 3190 infectados. Destes, 132 são de Imperatriz. A cidade também registra seis mortes. (Regilson Borges)

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Maranhão

IMPERATRIZ: Núcleo de Enfrentamento à Covid-19 faz monitoramento de casos

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Secretaria Municipal de Saúde, Semus,  por meio do Núcleo de Enfrentamento à Covid-19, da Divisão de Vigilância em Saúde,  faz monitoramento de casos notificados de coronavírus, por todas as unidades da esfera pública e privada de saúde. Números incluem hospitais, Unidades de Pronto Atendimento – UPA, laboratórios e farmácias autorizadas pela Anvisa para realizar testes.

O programa de monitoramento foi instalado em 24 de março, no Complexo de Saúde do Parque Anhanguera, logo após a Organização Mundial de Saúde – OMS decretar a pandemia de coronavírus. A equipe, formada por 19 profissionais, trabalha todos os dias da semana, incluindo sábado e domingo, e já contabilizaram uma média de 15 mil ligações, com cerca de 240 por dia.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Enfrentamento à Covid-19, Rayssa Tantara, “assim que recebemos a notificação de casos positivos, realizamos uma triagem, onde passamos para a equipe de monitoramento que faz um acompanhamento a cada 48 horas desse paciente positivo, por meio de telefone. No final, a gente faz evolução de cada um”, explica.

Além dos casos notificados na cidade, o monitoramento se estende às pessoas de outros municípios notificadas em Imperatriz, identificado como fluxo de retorno. “Pacientes oriundos de outros municípios e são notificados aqui, fazemos a devolutiva, como também, pacientes que são residentes de Imperatriz que são notificados em outros municípios é realizada uma devolutiva para gente. O núcleo funciona como referência para outros municípios”, destaca a coordenadora.

O Núcleo de Enfrentamento é responsável, também, por auditar óbitos, que passam por uma investigação epidemiológica. Rayssa enfatiza que “é realizado o acompanhamento e análise dos óbitos acontecidos dentro da cidade, que passam por uma comissão onde cada caso é estudado, para definir se o óbito foi ou não por coronavírus”.

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Maranhão

IMPERATRIZ: Município chega a 1.431 casos de Covid-19. 56% já estão curados, porém UTIs estão lotadas

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Com 50 novas notificações registradas hoje, Imperatriz atualiza para 1.431 casos confirmados em laboratório. O Estado do Maranhão tem 22.786 casos confirmados com o novo coronavírus (COVID-19), sendo 16.731 ativos (629 em Imperatriz), 5.271 recuperados (802 em Imperatriz) e 784 óbitos registrados (68 em Imperatriz).

Ocupação de leitos 

Até às 18h de hoje, a ocupação de leitos no ​​​​​​Hospital Macrorregional era:

  • Leitos Clínicos: 76 ocupados – 93,83% de ocupação;
  • Leitos de UTI: 45 ocupados – 100% de ocupação;

No Hospital Municipal de Campanha Covid-19:

  • Leitos Clínicos: 34 ocupados – 69,38% de ocupação;
  • Leitos de UTI: 10 ocupados – 100% de ocupação. 

Na esfera privada, a ocupação de leitos no ​​​​​​Hospital Unimed é:

  • Não disponibilizou boletim no dia 24/05/2020.

No Hospital Santa Mônica:

  • Não disponibilizou boletim no dia 24/05/2020.
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Maranhão

IMPERATRIZ: TJ também nega pedido de lockdown

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Em duas decisões distintas a Justiça Estadual nega pedido de lockdaw e Justiça Federal indefere pedido de suspensão de Decreto Municipal que trata da flexibilização do comércio, nesta sexta-feira, 22 de maio. Com isso, no município de Imperatriz continua vigente a abertura parcial do comércio, obedecendo as normas sanitárias de precaução ao novo coronavírus, Covid-19 e com fiscalização constante. Órgãos compreendem que não há evidências científicas que esta seja a única e exclusiva solução eficiente para o enfrentamento da pandemia da Covid-19.

Na decisão do processo nº 1002818-91.2020.4.01.3701, da Justiça Federal, trata de Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público Federal – MPF e pelo Ministério Público Estadual – MPE em face da União e do Município de Imperatriz (MA) foi negada a suspensão dos efeitos do Decreto Municipal nº 57,de 16 de maio de 2020, que flexibilizou as medidas de distanciamento e isolamento social já editadas. Decreto permanece vigente. 

Já a Justiça Estadual, no Agravo de Instrumento n.º 0805559-51.2020.8.10.0000 – PJe,  reconhece que o lockdown não é cabível para Imperatriz por uma questão geográfica, pois poderia ocorrer transtornos no abastecimento do município por conta da medida de fechamento total. Dessa forma, o TJ-MA preferiu não interferir nas decisões do gestor municipal, que é quem lida diretamente com as políticas públicas e que demonstrou nos relatórios o forte trabalho da administração pública no enfrentamento da doença.

O secretário municipal de Governo, Eduardo Soares, ressalta que é preciso reconhecer as diferenças de realidade entre Imperatriz e a capital São Luís. “Foi constatado pela Justiça que mesmo com os dez dias de lockdown na capital, houve um aumento de mais três mil casos durante esse período. Dessa forma, ele se mostrou ineficiente. Já Imperatriz, mesmo sem lockdown, possui uma taxa de letalidade menor ou até equivalente a São Luís”, explicou.

Ainda de acordo com o secretário, o município buscou parcerias público-privadas, que é o caso de sucesso do Centro Ambulatorial de Imperatriz, que já atendeu mais de mil pessoas. O Centro é responsável por tirar as pessoas das filas de espera da UPA São José, por exemplo. “Essas pessoas tratadas antecipadamente, na sua grande maioria, não precisam se deslocar até uma UPA. É um caso de sucesso, que será referência no Brasil inteiro”, explicou.

A Justiça Federal também negou pedido para que a União  fiscalizasse as verbas repassada ao município para o combate à pandemia.  União requereu a extinção do processo sem análise do mérito ao argumento de inépcia da inicial e ausência de interesse processual. “Argumentou nesse ponto, que a causa de pedir narrada limita-se a afirmar que, em razão do repasse de recursos ao Município, deve ser brigado a empreender fiscalização mais incisiva da aplicação desses recursos, contudo os autores trouxeram qualquer narrativa acerca de quais seriam as atribuições fiscalizatórias da União em relação aos repasses efetuados, nem que os órgãos de controle estariam sendo omissos ou agindo de forma contrária às normas que regulamentam sua atuação. Requereu a extinção do processo sem análise do mérito”.

De acordo com a Procuradora Geral do Município, Alessandra Belfort Braga, “os promotores não apenas deixaram de apontar qualquer atitude irregular do município que justificasse a intervenção da Justiça, mas  cometeram grave equívoco ao ajuizar essa demanda na Justiça Federal”. (Ariel Rocha)

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