Os organizadores estimam que cerca de 135 mil pessoas passarão pelo local durante os 10 dias de evento. (Foto: Rafael Pestana)

Na manhã desta terça-feira, 01, a Prefeitura de Imperatriz, por intermédio da Fundação Cultural, em parceria com a Academia Imperatrizense de Letras, AIL, realizou reunião com os cozinheiros que participarão do II Concurso Gastronômico de Comida de Rua. Na ocasião foram esclarecidas dúvidas sobre o evento, que contará com 12 participantes e será realizado durante a 17° edição do Salão do Livro de Imperatriz, Salimp, entre os 04 e 13 desse mês, das 11h às 23h.

Na ocasião, os participantes puderam analisar o local cedido para alocarem suas tendas, carrinhos ou foodtruckers. Também foi uma oportunidade para os cozinheiros socializarem, contando suas experiências e retirando as últimas dúvidas antes do evento. Entre elas, informações sobre a caracterização dos espaços, que além de identificação visual, devem conter banners com nome do chefe, do prato concorrente e um breve histórico do alimento vendido.

O presidente da Fundação Cultural de Imperatriz, José Carneiro Buzuca, destaca que “a expectativa é que o evento supere os 2 mil votantes da edição anterior. A gestão Assis Ramos tem se empenhado em dar continuidade a esse projeto pela proporção e impacto que ele gera na ampliação do incentivo à culinária local. Realizando ações como essas, incentivamos também os grandes nomes da gastronomia imperatrizense”. De acordo com a organização, cerca de 135 mil pessoas devem passar pelo Salimp e pela praça de alimentações do concurso durante os 10 dias de evento.

O evento tem premiação total de dois mil reais para o prato mais votado, visando estimular a divulgação dos chefes de cozinha e potencializar o consumo de comidas tradicionais locais, trará pratos típicos da cidade, como a panelada, o bode no leite de coco, a galinhada e o cachorro-quente. Assim como novos alimentos, que estão se tornando populares em Imperatriz, hambúrgueres artesanais e a pipoca gourmet.

A dinâmica do concurso funcionará de maneira que todos os chefes culinários devem inscrever obrigatoriamente um prato principal, que concorrerá ao prêmio, e deve ser servido em todos os dias do evento, e uma segunda opção de alimento, que pode ser alternada durante todo o concurso gastronômico. Essa metodologia permite que cada cozinheiro tenha a possibilidade de garantir a exclusividade em relação ao seu prato, igualando assim a disputa entre todos.

Outra novidade é a mudança no sistema de avaliação. No último concurso, a votação popular era feita de acordo com a quantidade de alimentos vendidos, logo, alimentos que possuíam maior saída, levaram vantagem. Para garantir que todos os concorrentes sejam julgados de forma justa, esse ano a nota atribuída à cada prato será feita de acordo com a média das notas dadas pelo público consumidor. Desse modo, independentemente da quantidade de alimentos vendidos, as notas serão correspondentes à aprovação do prato e não à sua popularidade.

Também nessa edição, os organizadores fecharam parceria com a empresa Júpiter Telecomunicações para realizar a computação dos votos. “Cada vendedor ficará responsável por entregar aos consumidores fichas com seu nome e o nome do prato, e de posse dessa ficha, o público deve se dirigir ao totem de internet da Júpiter para que a pessoa encarregada efetue o registro do voto”, esclarece o coordenador de difusão cultural da FCI, Axel Britto. 

Além do voto popular, o concurso gastronômico contará com cinco críticos convidados pela organização do evento para realizar a degustação e avaliação dos pratos concorrentes. A nota dada pelos convidados levará em consideração quatro fatores: sabor, aroma, criatividade e apresentação do prato. (Rafael Pestana)

- Publicidade -

FAÇA UM COMENTÁRIO

Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.