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Maranhão

IMPERATRIZ: Justino Filho é convocado para depor sobre agressão que sofreu do prefeito Assis Ramos

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Nesta terça, 9, acontece o depoimento do radialista Justino Filho sobre a agressão que sofreu do prefeito de Imperatriz, município da região Tocantina, Assis Ramos (DEM), em maio de 2019 no interior da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude.

Assis na época, estava licenciado da função de delegado para exercer seu primeiro mandato de prefeito, o vídeo com imagens da agressão, foi amplamente divulgado nas redes sociais e segundo o jornalista sob os olhares de assessores particulares que nada fizeram para impedir o ato. “Por ser um homem conhecedor da Lei, eu nunca imaginaria que ele pudesse ser tão covarde”, disse Justino Filho a nossa reportagem.

Justino Filho disse que foi atacado quando estava aguardando o ex-secretário de esportes, Bispo Eudes, pra uma reunião na sede da Secretaria, onde também estavam o secretário de Infraestrutura e o ex-vice-prefeito apóstolo Alex, o radialista havia sido convidado para acompanhar a reunião.

Dois anos depois, o radialista foi convocado para prestar depoimento aos investigadores da Corregedoria da Polícia Civil, ele foi convocado pelo delegado Pauliran Pereira de Moura, presidente da Comissão do Processo Administrativo Disciplinar, nº 39/2019.

Na época, minutos após a agressão e devido á grande repercussão do caso, o prefeito, divulgou um áudio pelas redes sociais, explicando a agressão. De acordo com o mesmo, uma longa sequência de ataques pessoais a ele e a sua família, o ‘tirou do sério’ e por isso, ele alega a agressão.

“Eu devo dizer que a longa sequência de fatos, de agressões, sinceramente me tiraram do sério. Por último, de ontem para hoje (10.05.2019), o ‘lamaçal’ das redes sociais, esse elemento (…) vem atentando contra a honra da minha família. Vem sempre tentando agredir não a gestão, mas a minha pessoa e a minha família. (…) Eu não agi, eu reagi! Antes eu vinha buscando a proteção da minha honra na Justiça, mas ele não respeita nada da lei e das sentenças”, disse o prefeito a imprensa.

Sabendo do rigoroso trabalho da Corregedoria da Polícia Civil do Maranhão, na mesma gravação, o delgado prefeito pediu desculpas à população de Imperatriz, disse que não vai correr das suas responsabilidades e espera que os fatos sejam apurados.

Por ser servidor lotado na Segurança Pública do Estado do Maranhão e pelo fato da repercussão do caso, Assis poderá perder o cargo e responder na Justiça por agressão física.

“Vou atender ao chamado da Justiça, estarei lá para dizer á corregedoria como tudo aconteceu e da forma que fui covardemente agredido pelo delegado, ele é prefeito, mas exerce 24 horas a função de delegado, anda armado e intimidando quem ousar ser contra suas ações no cargo público de prefeito” disse Justino Filho. 

Nos processos que correm na Justiça Civil e Criminal, o prefeito ainda não apresentou as provas das agressões que segundo ele vinha sofrendo por parte do jornalista nas redes sociais.

Na época, Assis disse que tanto ele, como a família, vinham sofrendo ataques do radialista.

“Ele me agrediu fisicamente e ainda me acusa de extorquir a sua gestão, segundo a acusação dele eu tentei tirar proveitos como profissional de imprensa, ele vai ter que provar isso, fazer acusações levianas é papel de bandido e não de um delegado prefeito, ele como homem da lei precisa mostrar para população que extorsão é essa” finalizou Justino Filho.

Relembre o caso:

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Maranhão

IMPERATRIZ: “Quem mais quer a verdade dos fatos sou eu mesmo”, diz Assis sobre operação da PF

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Maranhão

Prefeitura no interior do Maranhão é suspeita de simular compra e venda de testes rápidos para Covid

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A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União, deflagrou nesta terça, 2, nas cidades de Teresina-PI e Pinheiro-MA, a Operação Estoque Zero. A finalidade da ação é desarticular grupo criminoso estruturado para promover fraudes licitatórias e irregularidades contratuais, no âmbito do Município de Pinheiro/MA, envolvendo recursos públicos federais que seriam utilizados no combate à pandemia da COVID-19.

A Polícia Federal cumpriu 5 Mandados de Busca e Apreensão, 4 Mandados de Constrição Patrimonial e 1 Mandado de Suspensão do Exercício de Função Pública. Ao todo 30 policiais federais cumpriram as determinações judiciais expedidas pela 1ª Vara Federal de São Luís/MA, que decorreram de uma representação elaborada pela Polícia Federal.

A investigação se concentra em processo da Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento de Pinheiro/MA, instruído para a aquisição de 6.000 testes rápidos para o diagnóstico da COVID-19, no valor total de R$ 960 mil. Os elementos colhidos pela equipe policial revelaram que funcionários da Secretaria de Saúde e Saneamento de Pinheiro/MA, em conluio com empresários de Teresina/PI, simularam a compra e venda de testes rápidos, por meio da contratação de empresa de fachada que não forneceu o objeto pactuado.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação (Art. 96, inciso I, Lei 8.666/93), peculato (Art. 312, Código Penal), lavagem de capitais (Art. 1º, caput, Lei 9.613/84) e associação criminosa (Art. 288, Código Penal).

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Maranhão

IMPERATRIZ: Esquema suspeito na Saúde teria usado empresa “laranja” para comprar refeições

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Nesta quarta, 3, a Polícia Federal começou a desmontar na Prefeitura de Imperatriz, na região Tocantina, no estado do Maranhão, um suposto esquema de corrupção na Secretaria Municipal de Saúde, comandada pela secretária, Mariana Jales, que investiga a contratação de uma empresa de fachada em nome de “laranjas” para fornecer refeições para o Centro Municipal de Tratamento de Covid-19.

No curso das investigações, a Polícia Federal identificou diversos indícios de fraudes em processos de dispensa de licitação que culminou com a contratação de empresas de fachadas, integradas por sócios ‘laranjas’, que foram beneficiados com contrato.

Estão sendo cumpridos, sete mandados de busca e apreensão na sede da Secretaria de Saúde de Imperatriz, em uma residência e em outros locais.

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