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sábado, 13 / julho / 2024

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IMPERATRIZ: Município vive aterrorizado com média de um assassinato por dia

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Com uma população 273.110 pessoas, cerca de 1/5 da capital São Luís, o município de Imperatriz, na região Tocantina do Maranhão, vive uma onda de violência com média de um assassinato a cada dia.

Segundo a Polícia Civil, na última semana foram sete homicídios, sendo três apenas no feriado de Adesão à Independência, durante um tiroteio no bairro Ayrton Sena. Um dia depois, uma adolescente, de 13 anos, foi assassinada dentro da própria casa.

Suelen, que não tinha envolvimento com o tráfico de drogas, foi morta no lugar do irmão, em meio a uma briga entre facções criminosas rivais. A guerra entre as facções, inclusive, é o que tem motivado a onda de assassinatos, segundo George Marques, Superintendente de Homicídios e Proteção à Pessoa.

“É uma guerra acentuada entre faccionados e um deles, que era tido como um dos líderes, foi morto essa semana e desencadeou outras mortes. Em algumas situações, pessoas que não tinham envolvimento com facções foram mortas”, declarou.

Após os crimes, a Polícia Civil montou uma operação e afirma que tem buscado identificar e prender os autores.

No crime envolvendo a Suelen, ela era irmã de outro jovem, chamado Samuel, que seria o alvo de uma facção criminosa. No entanto, segundo a polícia, os criminosos armados não encontravam Samuel em casa. Por causa disso, decidiram matar Suelen, que estava dormindo em um quarto junto com os pais e um irmão mais novo.

Suelen recebeu vários tiros, que também atingiram o pai da vítima, que foi levado em estado grave ao hospital. Após o crime, os autores do assassinato fugiram e ainda não foram encontrados.

No dia anterior, Imperatriz já havia registrado quatro assassinados no feriado de Adesão à Independência. Só no bairro Ayrton Sena foram três mortes durante um tiroteio.

“Pelo que foi repassado, o objetivo era atingir um indivíduo e terminou atingindo quatro pessoas que se encontravam no local”, afirmou o perito Décio Carvalho.

As vítimas foram identificadas como Geovane Miranda de Almeida, Rogério da Silva Luz e Celso Bezerra Pereira. Segundo a polícia, o alvo dos atiradores seria Geovane, enquanto Rogério e Celso foram atingidos por acidente. Ambos morreram no local, enquanto Geovane não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.

No mesmo dia, no bairro São José, o jovem João Vitor foi baleado levado às pressas para o hospital municipal, mas morreu logo após dar entrada no hospital. Ele estava caminhando na rua, quando dois homens se aproximaram e fizeram vários disparos.

Antes disso, na terça-feira (25), um adolescente identificado como Pedro Henrique da Silva Sousa, de 16 anos, foi morto a tiros dentro de uma loja na Avenida Newton Belo, situado no bairro Santa Inês.

Segundo a polícia, dois homens chegaram em uma motocicleta e um deles entrou na loja, onde o adolescente estava trabalhando, e efetuaram disparos contra a vítima, que não resistiu e morreu ainda no local do crime.

Há suspeita de que Pedro tenha sido morto por engano, já que não existe nenhuma relação de Pedro Henrique no mundo do crime.

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