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terça-feira, 05 / julho / 2022
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IMPERATRIZ: Riacho do Meio recebe limpeza para aumentar vazão da água

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A Prefeitura Municipal de Imperatriz, através da Superintendência Defesa Civil-SUPDEC, Secretaria Municipal de Planejamento Urbano-SEPLU, Meio Ambiente e Superintendência de Limpeza Urbana, atenderam nesta quinta-feira, 22, moradores próximos ao Riacho do Meio, trecho na Rua Godofredo Viana, entre as ruas Tupinambá e Tamandaré, área do Bairro Bacuri.

Eles reclamaram que a construção irregular de dois muros no local, sendo um de uma Igreja Evangélica e outro de um condomínio que está sendo construído, diminuíram a vazão do canal e com as chuvas, água do Riacho do Meio está invadindo as residências, principalmente as localizadas na Rua Simplício Moreira. Moradores alegam que antes da construção dos muros, não tinham problemas de alagamentos.

O superintendente da Defesa Civil, Josiano Galvão, informou que o local é uma Área de Preservação Permanente-APP, protegidas, cobertas ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico da fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem estar das populações humanas.

Diante do que foi verificado, segundo Josiano Galvão, a Defesa Civil vai fazer o laudo, que será direcionado ao Ministério Público e Procuradoria Geral do Município. “Laudo identificará a irregularidade das construções que certamente pela avaliação feita, serão embargadas e demolidas”, destacou Josiano Galvão.

Na primeira visita, a equipe da Superintendência de Limpeza Pública, fez a limpeza do Riacho do Meio na área reclamada, retirando lixo e outros objetos do leito, para que seja amenizado o escoamento da água e pelo menos, por enquanto, não haja alagamentos nas residências.

O empresário Elmar Barros, proprietário do Condomínio que está sendo erguido na área, informou que se o problema for o muro, ele vai demolir o que já foi feito e recuar. “Vamos ver se com a limpeza do local as residências voltarão ser invadidas pela água. Se acontecer, estou pronto para recuar o muro”, enfatizou.

Liramericles Morais, que lidera o grupo de moradores enfatiza que a água está voltando porque não pode escoar devido ao estreitamento do local, com a construção dos muros. “Moro aqui há 35 anos, sempre teve água, mas jamais houve alagamentos”, lembrou.

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