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Maranhão

IMPERATRIZ: Último boletim aponta 2.713 casos de Covid-19 com 125 óbitos e 2.164 recuperados

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Com 42 novas notificações registradas nesta segunda-feira, 08 de junho de 2020, Imperatriz atualiza para 2.713 casos confirmados em laboratório. O número representa 5.4% do total de casos registrados no estado (49.371). Desses 23.272 casos continuam ativos (1575 a menos do que o dia 5 de junho quando o percentual começou a cair), 424 estão em Imperatriz, o que representa 1.8% dos casos ativos em todo o Maranhão.

Óbitos

Desde o início da pandemia, a cidade registrou um total de 125 óbitos. Sendo que 3 foram registrados nos sistemas de informação oficiais da Secretaria de Estado da Saúde nas últimas 24h. Os perfis dos óbitos anexados hoje são do dia 06 de junho. Isso porque as notificações são confirmadas apenas após a conclusão da investigação dos motivos das mortes.

Assim, do total de registros (122), esses 3 óbitos que foram confirmados, de fato, são dos últimos três dias.

Casos do Maranhão

O Estado, assim como a cidade, tem registrado menos casos ativos recentes. Foram 1.575 a menos do que o dia 5 de junho, quando o percentual de casos ativos começou a cair.

Data   –  Recuperados – Ativos  
02/junho –   12.741        24.405    + 250 do que o dia anterior.
03/junho –  14.014        25.553    + 1.148 do que o dia anterior.
04/junho  – 15.629        26.589    +1.036 do que o dia anterior.
05/junho  –  17.911        26.427    – 162 do que o dia anterior.
06/junho    20.280        26.143    – 284 do que o dia anterior.
07/junho    21.814        25.515    – 628 do que o dia anterior.
08/junho    23.272        24.852    – 663 do que o dia anterior.
 

Ocupação de leitos
Até às 18h de hoje, a ocupação de leitos no ​​​​​​Rede Estatual era:

  • Leitos Clínicos: 66 ocupados – 81% de ocupação;
  • Leitos de UTI: 47 ocupados –  87% de ocupação;

No Hospital Municipal de Campanha Covid-19:

  • Leitos Clínicos: 25 ocupados – 51% de ocupação;
  • Leitos de UTI:  8 ocupados – 80% de ocupação. 

Na esfera privada, a ocupação de leitos no ​​​​​​Hospital Unimed é:

  • Não disponibilizou boletim no dia 08/06/2020.

No Hospital Santa Mônica:

  • Leitos Clínicos: 15 ocupados – 65,2% de ocupação;
  • Leitos de UTI:  11 ocupados – 91,6% de ocupação. 
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Maranhão

IMPERATRIZ: Município tem 11 candidatos a prefeito. Veja quem são

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Desde 31 de agosto, os partidos políticos já começaram a fazer convenções para oficializar os nomes que vão concorrer às Prefeituras Municipais nas eleições de 2020. Em Imperatriz maior município do interior maranhense, 11 partidos pediram registros de postulantes ao Paço Municipal e até 461 a Câmara Municipal.

Veja quem são os candidatos a prefeito:

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Maranhão

ITINGA: Acidente na BR-010 deixa jovem morto neste sábado, 26

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Na tarde deste sábado, 26, próximo ao Povoado Cajuapara, município de Itinga, sul do Maranhão, Katielson Chaves dos Santos, 31 anos, morreu vítima de acidente automobilístico.

O sinistro ocorreu da rodovia BR-010.

Katielson estava em uma motocicleta que se chocou em uma carreta. As circunstância do incidente serão apontadas pela perícia. A vítima era moradora de Itinga.

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Maranhão

AÇAILÂNDIA: Defesa dos direitos dos moradores da comunidade de Pequiá de Baixo é destaque na ONU

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A atuação do Ministério Público do Maranhão (MPMA) na defesa dos direitos dos moradores da comunidade de Pequiá de Baixo, em Açailândia, no Maranhão, foi destacada, em 18 de setembro, pelo Conselho de Direitos Humanos (CDH), da Organização das Nações Unidas (ONU), durante a 45ª Sessão Ordinária do Conselho, em Genebra, Suíça.

Resultado da visita oficial do relator especial sobre substâncias tóxicas, Baskut Tuncak, ao Brasil, no período de 2 a 13 de dezembro de 2019, o documento “Implicações para os direitos humanos da gestão e eliminação ambientalmente saudáveis de produtos, substâncias e resíduos perigosos” cita, entre outros, o caso da comunidade.

No documento, Tuncak ressalta que “instituições de direitos humanos, promotores públicos e a Defensoria Pública Federal dos Direitos do Cidadão contribuíram para melhorar o acesso à justiça no Brasil”.

Para o relator, as atuações do Ministério Público e da Defensoria Pública no Estado foram essenciais para a defesa dos direitos dos habitantes do povoado, que abriga 312 famílias. “Houve esforços notáveis para melhorar os serviços de saúde para lidar com os impactos na saúde da exposição tóxica”, acrescenta.

PEQUIÁ DE BAIXO

A área começou a ser ocupada na década de 1950. No final dos anos 80, com a instalação de siderúrgicas e do Projeto Estrada de Ferro Carajás, as operações de mineração da Companhia Vale do Rio Doce (atualmente, Vale S.A), produção de ferro-gusa, aço, cimento e energia termoelétrica, começaram a causar problemas de saúde nos moradores.

Em 2011, um relatório da Federação Internacional dos Direitos Humanos (FIDH) demonstrou a frequência de doenças de pele, respiratórias e de visão de grande parte da população do povoado.

ATUAÇÃO

De acordo com a titular da 3ª Promotoria de Especializada de Meio Ambiente de Açailândia, Letícia Teresa Sales Freire, o MPMA vem acompanhando formalmente o caso de Pequiá de Baixo desde 2010, quando foram realizadas as primeiras audiências públicas com a comunidade. Um ano após, foi instaurado um Inquérito Civil para acompanhar a situação.

Depois disso, o Ministério Público celebrou diversos Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com as siderúrgicas na região, estabelecendo o custeio do terreno para o reassentamento e a destinação de recursos para o projeto.

Ainda segundo a promotora de justiça, o Sindicato das Industrias de Ferro Gusa do Maranhão (Sifema) assinou, em 17 de fevereiro de 2011, um termo de compromisso, na presença do Ministério Público, assumindo a responsabilidade pelo pagamento de quantia necessária para aquisição de 21 hectares do terreno do “Sítio São João”, conforme o valor de R4 3,48 milhões, definido pela avaliação oficial realizada pelo CREA. Em outro acordo, o Sifema concordou em contribuir com R$ 750 mil ao projeto.

Em outubro de 2018, foi assinado o contrato do programa federal Minha Casa, Minha Vida, garantindo a liberação conjunta, pela Caixa Econômica Federal e Fundação Vale S/A, de recursos no valor de R$ 6,24 milhões, para a construção de casas para as famílias da região. As obras foram iniciadas em novembro do mesmo ano.

“O MPMA sempre esteve na mesa de negociações e pressionou as três esferas de governo (União, Estado e Município) para que o reassentamento se tornasse uma realidade, participando de reuniões com a Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades, Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Município de Açailândia, além da Fundação Vale”, enfatiza a representante do MPMA, que destaca o esforço de outros promotores de justiça que atuaram no caso, entre os quais Leonardo Tupinambá, Samira Mercês, Francisco Telmário e Glauce Malheiros.

REIVINDICAÇÕES

A partir de 2008, a Associação Comunitária de Moradores de Pequiá (ACMP) começou a reivindicar o reassentamento coletivo e outras medidas de reparação integral pelos danos sofridos. Mobilizações populares, ocupações e denúncias à ONU e Comissão Interamericana de Direitos Humanos levaram o caso a ter visibilidade e apoio nos níveis nacional e internacional.

Com a mediação do MPMA e da Defensoria Pública Estadual, a associação dos moradores conseguiu levar as empresas responsáveis pelas violações socioambientais a uma negociação extrajudicial.

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