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Pará

Inscrição de aprovados na UFPA começa nesta segunda-feira

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Começa nesta segunda-feira (20) o período de apresentação dos candidatos aprovados nos processos seletivos 2014 da Universidade Federal do Pará (UFPA). Os calouros devem apresentar uma série de documentos pessoais e escolares para fazer o registro na universidade; esta é a única forma de garantir a vaga conquistada no vestibular. A UFPA alerta que, embora o prazo siga aberto até o final do mês, cada graduação tem dia, horário e local específico para a apresentação dos materiais.

O prazo é válido também para indígenas, quilombolas e integrantes de populações tradicionais da Amazônia que foram aprovados pelo Processo Seletivo Especial (PSE). Os candidatos aprovados precisam apresentar RG, CPF e comprovante de residência, além de documentos escolares, especialmente histórico e comprovante de conclusão do ensino médio.

Segundo o diretor do Centro de Registro e Indicadores Acadêmicos da UFPA (Ciac), Aluízio Barros, este grupo em particular de candidatos deve ficar atento a documentos especiais como a Declaração de Pertencimento, documento que assegura que o estudante pertence à comunidade quilombola, indígena ou tradicional. “Como se trata de cotistas, eles precisam comprovar que estudaram na rede pública, que pertencem a uma comunidade tradicional e que, portanto, são efetivamente cotistas”, explica.

De acordo com a UFPA todos os candidatos devem ficar atentos a possíveis dificuldades para fazer o registro, especialmente àquelas relacionadas aos critérios de seleção. “Os cotistas do PS [Processo Seletivo] e do PSE precisam comprovar que cursaram todo o ensino médio na rede pública de ensino e há também os que precisam comprovar que pertencem à famílias cuja renda familiar per capita não ultrapassa 1,5 salário mínimo. Este ano também tivemos o bônus de 10% para todos os candidatos, da rede pública e privada, que estudaram as três séries do ensino médio nos sete estados da região norte. Para todos estes casos, quem não conseguir apresentar os documentos comprobatórios perderá o direito à vaga”, afirma Barros.

Sisu e PS

Segundo a UFPA, os candidatos que foram aprovados pelo Processo Seletivo (PS) 2014 e também pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) devem comparecer nas duas habilitações. Após o registro em ambos os casos é que eles escolherão qual vaga desejam ocupar, especialmente se foram classificados para graduações diferentes nos dois concursos.

A UFPA informou que ainda está contabilizando quantos estudantes estão nesta situação, porém, uma análise preliminar mostra que entre os dez primeiros colocados do PS, sete já haviam sido aprovados no SISU para os mesmos cursos.

“Estes estudantes devem comparecer ao Ciac o quanto antes para fazer a desistência de uma das vagas oficialmente. Caso não façam isso, iremos considerar como válida a primeira habilitação, ou seja, a do Sisu. Então, indeferiremos a habilitação pelo PS e a vaga será ocupada na repescagem do Processo Seletivo 2014 que deve acontecer a partir do mês que vem”, avisa Barros.

No caso de cursos distintos, a orientação é que o candidato escolha o quanto antes o curso de sua preferência. “Neste caso, o candidato deve escolher e comparecer ao Ciac para desistir da outra vaga. Caso contrário, permanecerá com a vaga do Sisu, que pode não ser a que ele realmente deseja”, alerta Barros.

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Pará

MARABÁ: ADEPARÁ realiza saneamento em fazendas

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Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) de Marabá, no sudeste paraense, promoveram uma ação sanitária com coleta sanguínea para Anemia Infecciosa Equina (AIE) em equídeos de uma prioridade rural do município, a fim de investigar se os animais da propriedade são portadores ou não da AIE.

Para o trabalho sanitário, na última quarta-feira (12), a propriedade foi interditada para trânsito de equídeos até à finalização do saneamento. Para a liberação da propriedade, é preciso que dois exames consecutivos constem como negativos.

“A Adepará se dirigiu até à propriedade para realizar os exames porque um animal contaminado passou pelo rancho e criou um vínculo epidemiológico. É uma doença altamente infecciosa e não podemos deixar os animais positivos transitar no estado”, disse Geraldo Teotônio Pereira Jota, gerente regional da Adepará de Marabá.

A propriedade com foco de AIE pode seguir até 60 dias interditada, podendo ter o prazo estendido, se caso uma amostra positivar. As amostras foram colhidas pela Fiscal Estadual Agropecuária (FEA) Raika Dias, que contou com o apoio dos servidores Leandro Sousa e José Cleudo para a contenção dos animais. O material recolhido será enviado para análise do laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a médica veterinária Raika Dias, o trabalho tem uma grande importância para a defesa animal no Pará. Ela destacou que o Estado segue as legislações vigentes em instruções normativas e portarias estabelecidas, que contribuem para a erradicações de doenças em equídeos.

“A importância desse trabalho para a defesa animal é um trabalho que se dá em duas frentes: preventiva e corretiva, uma que atua antes e durante a ocorrência de um foco, minimizando assim, a proliferação da doença”, ressaltou veterinária Raika Dias.

Doença – A Anemia Infecciosa Equina (AIE) acomete os equídeos (cavalos, jumentos, burros e mulas) de todas as idades. Não há cura para a doença e nem vacinas, por isso há todo um trabalho de prevenção por parte dos órgãos de defesa animal, como a Adepará.

A transmissão ocorre por meio de picada de mutucas e das moscas dos estábulos; e materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza dentária, sonda esofágica, aparadores de cascos, arreios, esporas e outros materiais, além da placenta, colostro e acasalamento.

O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, permanece por toda a vida, mesmo quando não provoca sintomas. Não há tratamento efetivo ou vacina para a doença. O animal infectado torna-se portador permanente da doença, sendo fonte de infecção.

SERVIÇO

A Adepará trabalha com orientações para os produtores, para que haja a prevenção contra a AIE e realizem regularmente exame de todos os equídeos da propriedade. Em caso de suspeita, a notificação deve ser feita no escritório da Agência mais próximo de onde a propriedade está localizada.

Presente nos 144 municípios paraenses, a Adepará disponibiliza canais de comunicação e uma Ouvidoria para recebimento de denúncias. No site da Agência – há os contatos dos escritórios das regionais. O telefone fixo da Gerência dos Programas Estaduais Suídeos e Equídeos (Gpese) é o 3210-1188 e, caso a preferência seja por celular, o contato é o (91) 99392-4250.

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Pará

Pará recebe mais um lote de vacinas contra a Covid-19

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O Pará recebeu, na tarde desta sexta-feira (14), mais uma remessa das vacinas contra a Covid-19. Essa é a 22ª enviada pelo Ministério da Saúde desde janeiro. São 34.200 doses da CoronaVac/Sinovac, vacina que é desenvolvida no Brasil pelo Instituto Butantan, localizado em São Paulo. No total, o Pará já recebeu 2.687.220 doses, sendo 1.239.440 da CoronaVac, 1.396.300 da Oxford/AstraZeneca e 51.480 da Pfizer. 

A expectativa é que a distribuição das doses que chegaram hoje, seja realizada já a partir deste sábado (15), para os Centros Regionais de Saúde. O envio será feito por vias terrestre, aérea e fluvial, e contará com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

“A equipe de logística da Sespa vai se reunir, ainda na tarde de hoje, para organizar o envio das doses para os municípios da Região Metropolitana e interior do Estado. A prioridade é enviar doses aos locais que precisam acelerar a vacinação nos grupos da terceira etapa do plano estadual de vacinação”, explica Marcus Coura, coordenador de Logística da Sespa. 

A aplicação da vacina é responsabilidade das secretarias municipais de saúde. “A Sespa está viabilizando a campanha junto aos municípios, mas nós reforçamos que a população deve continuar fazendo a sua parte sem deixar de lado os cuidados com a higienização das mãos assim como distanciamento social, uso de álcool em gel e máscara”, afirma o Secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Rômulo Rodovalho. 

“A chegada de mais remessas ao Estado é importante, pois dessa forma vamos avançando a vacinação em todo o Estado. Ressaltamos que é importante que todos fiquem atentos ao calendário de vacinação do seu município e não deixem de tomar a segunda dose, pois só assim é possível completar o ciclo da imunização”, reforça o secretário.

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Pará

MARABÁ: ARCON coíbe circulação do transporte clandestino

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Com o intuito de coibir a circulação do transporte clandestino, a equipe de fiscalização da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon-Pa) realizou durante esta semana uma  operação de combate ao transporte  irregular de passageiros nas estradas do município de Marabá, sudeste do Estado.

A fiscalização atuou na região sudeste do Estado, no período dos dias 10 a 14/05.  A Arcon vem realizando operações periódicas para impedir a circulação do transporte clandestino nas estradas de todo o Estado. A ação, mobilizada pela equipe de fiscalização da Agência, contou com o apoio da Polícia Militar. 


“O objetivo da operação é garantir a prestação do serviço do transporte intermunicipal de forma segura, e autorizada pelo órgão estadual para a segurança nas viagens da população paraense e a garantia no cumprimento ao protocolo de sanitário de enfrentamento à Covid-19”, explica Ivan Bernaldo – Diretor de Fiscalização da Arcon.

Durante a operação em Marabá, foram apreendidos 10 veículos clandestinos e aplicados 17 autos de infração. Os fiscais da Arcon também observaram o cumprimento do protocolo de segurança por conta da Covid-19 (Decreto nº 800/2020) a capacidade de lotação, dentre outros itens para a segurança da viagem, como, por exemplo, as condições dos veículos.

Serviço: Denúncias e reclamações podem ser feitas presencialmente, nas salas da Ouvidoria da Arcon-Pa localizadas nos terminais rodoviário e hidroviário de Belém, pelo telefone 08000911717, no e-mail [email protected], e através do  aplicativo de celular “Ouvidoria Arcon-Pa”.

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