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Pará

JACUNDÁ: Jovem faz cachorro inalar fumaça de maconha e caso vai parar na Polícia

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Um vídeo de uma influencer digital de Jacundá, na região de Carajás, Pará, publicado nas redes sociais foi alvo de denúncias por maus tratos à polícia.

Nas imagens, a jovem aparece tragando um cigarro de maconha e expirando na boca de um cachorro, o obrigando a inalar a fumaça.

Ainda no vídeo, uma pessoa que está com a jovem pede para ela parar, avisando que seria maus-tratos, o que é crime por lei: “Não faz isso não, mano. Coitado do animal. Isso aí é maus-tratos”.


A denúncia foi parar na Superintendência Regional do Lago de Tucuruí, da Polícia Civil (PC), que informou, em nota, ter instaurado um Auto de Investigação (AI) para apurar o caso.

De acordo com a PC, informações preliminares apontam que o vídeo foi gravado há cerca de um mês, quando a investigada ainda era adolescente.

“A investigada e o amigo, dono do animal, compareceram à unidade policial para prestar esclarecimentos e aguardam a conclusão da investigação”, segundo a PC.

O crime de maus-tratos a animais é previsto no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais 9.605/98 e, com atualização, pode ser punido com pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e a proibição de guarda.

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Pará

Pará recebe nesta quarta-feira quase 40 mil doses de vacina contra a Covid-19

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Chegou a Belém, na tarde desta quarta-feira (15), a 81º remessa de vacinas contra a Covid-19, enviada pelo Ministério da Saúde. São mais 39.780 mil doses da Pfizer. Com mais essa remessa, o Pará totaliza agora 9.561.580 milhões de doses de imunizantes recebidos e destinados à população paraense, das quais, 3.338.590 são da CoronaVac/Sinovac; 3.806.550 da Oxford/AstraZeneca; 2.277.990 da Pfizer e 138.450 da Janssen.

De acordo com o secretário de Saúde do Pará, Rômulo Rodovalho, com mais remessa, o Estado segue avançando na imunização dos paraenses. “Nesse sentido, o Governo do Estado tem se esforçado para fazer a distribuição das doses de forma rápida e segura. Por isso, pedimos sempre que todos façam a sua parte e fiquem atentos aos calendários de vacinação dos municípios e não percam a oportunidade de se vacinar”, ressalta. 

A Sespa recomenda que as vacinas dessa remessa sejam utilizadas para a primeira dose de imunização de jovens entre 12 e 17 anos e o reforço para idosos com mais de 70 anos, imunodeficientes e transplantados. O calendário de aplicação das doses é definido e divulgado pelas Secretarias Municipais de Saúde. 

A equipe técnica da Sespa já trabalha no planejamento de distribuição e logística de entrega das doses aos Centros Regionais de Saúde. Desde a chegada da primeira remessa ao Estado, o envio está sendo feito por vias terrestre, aérea e fluvial, com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup). As estratégias de aplicação serão definidas pelas Secretarias Municipais de Saúde. 

Até às 12 horas desta quarta-feira (15), o Pará já havia aplicado 6.989.161 milhões doses de vacina contra a Covid-19. Desse total, 4.288.118 milhões foram primeiras doses e 2.701.043 milhões correspondem à segunda dose dos imunizantes.

As informações sobre a vacinação são fornecidas pelas Secretarias Municipais de Saúde. A população pode acompanhar o andamento da campanha em todo o Estado na página do Vacinômetro. (Mozart Lira)

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Pará

Azul se expande no Pará e vai lançar novos voos comerciais em 14 municípios

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O Estado do Pará ficará mais conectado e com logística facilitada. A empresa Azul Linhas Aéreas anunciou, nesta terça-feira (14), no Palácio do Governo, em Belém, o plano de expansão da companhia com a inclusão de 14 novas cidades paraenses em voos comerciais até 2022. Com a medida, a empresa vai totalizar operações aéreas comerciais em 19 cidades do Estado. Durante a agenda, o governador do Pará, Helder Barbalho, ressaltou que a medida foi possível após a redução da tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para companhia aéreas que desejam investir no Estado.

“Nós temos por meta ampliar a oferta de voos dentro do Pará, então nós estamos com essa parceria, levando para 14 municípios a operação aeroviária que permitirá a integração do Estado. Com essa oferta estaremos facilitando a integração com o Brasil, fortalecendo economicamente estes municípios e estimulando a atividade do turismo, criando oportunidades. Importante lembrar que isto faz parte de um plano de desenvolvimento do Estado para a Azul, mas estamos dialogando com todas as companhias aéreas para provocá-las a enxergar o Pará como destino oportuno”, assinalou o governador. 

Na agenda, o chefe do Executivo Estadual também lembrou que a ampliação da malha aeroviária da Azul no Pará foi possível após a decisão do Governo do Estado de reduzir a tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da QAV (Querosene de Aviação), tendo como contrapartida das companhias aéreas investimento do setor no território paraense.

Com a medida anunciada hoje, a empresa vai totalizar operações aéreas comerciais em 19 cidades do Estado. A diretoria da Azul não refuta a possibilidade de retorno de voos internacionais em Belém, mas a decisão vai depender do cenário econômico e mercado internacional. Atualmente, a Companhia atende cinco municípios paraenses. A empresa interliga Belém a Altamira, Santarém, Marabá e Carajás. Além disso, a Azul possui uma vasta rede doméstica a partir do aeroporto de Belém, além de ligações interestaduais também a partir de Marabá, Santarém e Carajás. 

“Sem dúvida é investimento importante do Governado do Estado no desenvolvimento econômico do Estado e a Azul tem isso no nosso DNA. Operamos para mais de 130 cidades do país e faz parte do nosso modelo de negócios servir novos mercados e interiores e criar centro de conexões. Hoje, Belém, é um grande mercado para nós, então estamos trabalhando para que as pessoas cheguem na capital e outros municípios também”, disse Marcelo Bento, diretor de Relações Institucionais da Azul.
 
De forma prática, o plano de expansão  da Azul no Pará contempla três fases. Na primeira, prevista para novembro deste ano, por meio da sua subsidiária Azul Conecta, a companhia passaria a atender mais nove destinos: Itaituba, Porto Trombetas, Breves, Monte Dourado, Almeirim, Juruti, Monte Alegre, Óbidos e Oriximiná.
 
Em dezembro de 2021, a segunda fase do plano prevê a introdução de operações em Salinópolis, Tucuruí e Paragominas com serviços da Azul Conecta, desde que estejam com a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a infraestrutura local suporte a operação regular e segura do Cessna Gran Caravan. Já em abril de 2022, as localidades de Itaituba e Porto Trombetas passarão a ser atendidas pela Azul com aeronaves ATR 72-600, cumprindo assim a última etapa do plano de expansão da companhia.
 
“Para existir turismo, nós precisamos de acesso, então o Estado publicou o Decreto 1840 que estabelece benefícios fiscais para que as empresas possam ampliar suas malhas áreas dentro do Estado, e agora a Azul vem celebrar essa parceria hoje, enquanto principal linha área a atuar em solo paraense. Dessa maneira, a companhia estará assistindo mais municípios do Estado, conectando nosso grande território”, frisou o secretário de Estado de Turismo, André Dias. 

Também participaram da agenda no Palácio do Governo, em Belém, a primeira-dama do Estado, Daniela Barbalho, além de secretários estaduais e representantes dos executivos municipais.

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Pará

MARABÁ: Hospital Regional desativa leitos Covid e retoma atendimentos eletivos

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Com a queda nos casos relacionados com a Covid-19, o Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, região de Carajás, desativou os leitos exclusivos para tratamento do novo coronavírus na unidade. O hospital, agora retoma os atendimentos eletivos seguindo as diretrizes da Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa). 

Instaladas de maneira emergencial em março de 2020, as alas para o tratamento de pacientes graves da doença no HRSP tiveram 52 leitos, sendo 40 de UTI (Unidades de Terapia Intensiva) e 12 clínicos.   

A escolha do Regional do Sudeste do Pará como referência no atendimento de pacientes foi realizada pela Sespa e Ministério da Saúde. Ao todo, foram atendidos 981 pacientes pela unidade, com 588 recuperados, três transferências e 390 óbitos. 


Valdemir Girato, diretor Hospitalar do HRSP, explica que o anúncio da desativação dos leitos foi feito durante a reunião do Comitê de Gerenciamento de Crise, criado na unidade para combater a doença, e composto por profissionais do corpo clínico, assistencial e administrativo da instituição. 

“Após ser referência para pacientes com a Covid-19, voltamos com 100% dos nossos atendimentos eletivos que durante a pandemia foi reprimido. Estamos felizes com a redução significativamente da doença na região, mais caso necessitem novamente dos nossos trabalhos, iremos estar prontos para combater o vírus que infelizmente tirou muitas vidas”, explicou.       

Ainda de acordo com o diretor, as visitas de familiares a pacientes internados na instituição também serão retomadas normalmente a partir dessa semana, seguindo todas as recomendações de higienização da Organização Mundial de Saúde (OMS).    

Para o secretário de Saúde do Pará, Rômulo Rodovalho, o hospital cumpriu a missão delegada pelo governo do Estado. “Ficamos contentes em oferecer aos pacientes de Covid-19 da região de Marabá uma unidade capaz de ajudá-los na recuperação e alta hospitalar. Toda a equipe da unidade está de parabéns pela sensibilidade em ter oferecido mais esse diferencial no atendimento”, afirmou. 

O Regional do Sudeste do Pará é uma unidade que pertence ao Governo do Pará, sendo gerenciado pela entidade filantrópica Pró-Saúde. Com atendimento 100% pelo SUS (Sistema Único de Saúde), o hospital é referência para mais de 1 milhão de pessoas de 22 municípios da região. 

Origem dos pacientes

Entre os 981 pacientes encaminhados para tratamento da Covid-19 no Regional do Sudeste do Pará, dados levantados pela unidade apontam que desse total 39% tinham origem de Marabá, 7% de Itupiranga, 5,9% de Jacundá, 4,99% de Canaã dos Carajás, e os demais de outros municípios da região.   

A maioria dos pacientes com o novo coronavírus atendidos na unidade tinham idade acima dos 50 anos (63,40%), seguido por pessoas entre 34 e 39 anos (21%). Outros pacientes, com idades entre 19 e 33 anos, representaram 9,48% dos casos. Por último, menos de 7% dos pacientes tinham idade abaixo dos 18 anos. 

De acordo com Cassiano Barbosa, diretor Técnico do HRSP, a unidade foi referência para os casos mais graves da doença, com muitos pacientes em estado crítico, com a necessidade de intubação. 

“Foi um período de muita superação para todos, conseguimos salvar centenas de vidas que chegaram em estado gravíssimo. Gostaria de parabenizar todo o corpo clínico e assistencial do HRSP, que sempre se empenharam em oferecer um serviço humanizado de excelência a todos pacientes”, ressaltou. 

O médico menciona que a taxa de mortalidade na UTI Covid do hospital foi de 39%, bem abaixo da média nacional dos hospitais públicos brasileiros, que é de 53,1%, de acordo com o Registro Nacional de Terapia Intensiva (RNTI). 

“O treinamento da equipe, acompanhamento com visitas diárias aos pacientes, e discussão das condutas médicas com a equipe multidisciplinar, fez toda a diferença, para que tantas vidas fossem salvas” explicou Cassiano. 

Atendimento pós-Covid-19 

O HRSP está promovendo o acompanhamento de pacientes com algum tipo de sequela da Covid-19. O atendimento é realizado por uma equipe multiprofissional da unidade, destacada especialmente para atender os casos de pessoas que continuam apresentando algum sintoma persistentes após a recuperação. 

Para agendar as consultas no Regional do Sudeste do Pará é necessário entrar em contato por telefone, no número (94) 98116-1989, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 17h. Os atendimentos são realizados uma vez por semana, e já beneficiaram mais de 200 pacientes com consultas e exames laboratoriais. 

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