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Pará

JACUNDÁ: Políticas públicas de controle e prevenção de queimadas serão fiscalizadas

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O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) instaurou nesta segunda (13) um procedimento administrativo (PA) para acompanhar e fiscalizar as políticas públicas de controle e prevenção das queimadas em Jacundá.  O objetivo é preservar a mata nativa do município, localizado no sudeste paraense. 

O procedimento foi assinado pelo promotor de Justiça Sávio Ramon Batista da Silva. A fiscalização das queimadas deve ser acentuada nesta época do ano, entre os meses de junho e setembro, período mais seco na Amazônia. Nesses meses, queimadas feitas para limpar o terreno desmatado podem facilmente sair do controle, causando danos ambientais, prejudicando a qualidade do ar e a saúde da população. 

No documento, o promotor solicita à Secretaria Municipal de Meio-Ambiente e Turismo (Sematur) algumas informações, como o Plano de Enfrentamento de Queimadas e infrações autuadas pela Sematur. A Secretaria deverá também promover campanhas de conscientização contra os incêndios florestais, que causam poluição ambiental.

Sávio Ramon da Silva destaca, no texto do procedimento, que o poder público municipal deve controlar a situação pois a cidade já apresenta “altos índices de queimadas e da notória necessidade da melhoria na fiscalização dos incêndios na zona urbana e rural têm ocorrido no município”. O promotor explica ainda que as queimadas afetam a saúde da fauna, flora e dos cidadãos de Jacundá. 

A poluição ambiental é crime previsto na legislação brasileira, com penas que variam entre 6 meses à 5 anos de prisão, tempo de pode ser estendido dependendo do crime. (Sarah Barbosa)

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Pará

MARABÁ: Tião Miranda recua e adere a decreto restringindo funcionamento de bares

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Donos de estabelecimentos, funcionários e músicos protestaram nesta sexta

O prefeito de Marabá, Tião Miranda (PSD), recuou da ideia de não aderir ao Decreto do Governo do Pará, que restringe a abertura de bares, como medida de enfrentamento aos crescimento de casos de Covid-19 no estado do Pará e também proibiu.

A medida mantém autorizado o funcionamento de restaurantes, distribuidoras de bebidas e espaços de eventos até no máximo meia-noite e com apenas 50% da capacidade total.

Quem não cumprir o decreto corre o risco de ter o estabelecimento fechado e sofrer pena de cassação de Alvará de Funcionamento, respeitado o devido processo legal.

Aconteceu uma reunião do Comitê de Crise para Enfrentamento a Covid-19 no município e optado, por respeitar a decisão do Estado, considerando, também, a elevada taxa de ocupação dos leitos para pacientes com Covid-19 no município, que estão ocupados em 96% nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 50% nas enfermarias.

Donos de estabelecimentos, funcionários e músicos, não gostaram da ideia e protestaram interditando uma via da cidade, nesta sexta, 22. Eles reclamam da determinação que objetiva conter o avanço da Covid-19, mas ao mesmo tempo os prejudica, por dependerem do setor para garantir sua renda.

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Pará

MARABÁ: Sem poder abraçar os familiares, enfermeira vacinada pede que população respeite o isolamento

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A primeira profissional de saúde a ser vacinada contra a Covid-19 no Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso, é uma mulher, de 28 anos, enfermeira e com atuação na linha de frente de combate ao novo coronavírus.

Lorenna Fachetti foi vacinada na manhã desta quinta-feira (21), durante o ato simbólico que reuniu diversos profissionais de saúde no hospital que também foram vacinados.

Auxiliando no tratamento de pacientes graves com a Covid-19, e internados na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da unidade, Lorenna destaca que apesar da chegada da vacina, a população precisa manter os cuidados.

“É importante que a população continue seguindo as recomendações dos órgãos de saúde, para evitar o contato com à Covid-19. Devemos manter a higienização das mãos e o distanciamento social”, diz.

Lorenna acrescenta que, desde o início da pandemia, mantém o afastamento da família, principalmente por atuar na linha de frente contra a doença. “Tive que manter o distanciamento social de familiares queridos, redobrei a atenção quanto as orientações de higienização. Espero, em breve, poder voltar a abraçar a todos”.

Com sete anos de profissão e cinco deles no Regional do Sudeste do Pará, a enfermeira é uma das 170 profissionais de saúde que serão imunizadas no hospital na primeira etapa da imunização.

Vacinação

Os profissionais vacinados nessa 1° etapa no hospital atuam no atendimento exclusivo de pacientes com a Covid-19. De acordo com Valdemir Girato, diretor Hospitalar, a unidade está empenhada em vacinar todos os colaboradores e o esforço de todos tem sido importante no dia a dia na luta na recuperação de pacientes.

“O empenho e dedicação de todos os profissionais nos últimos meses tem sido uma grande inspiração e fortalece a nossa missão no cuidado assistencial. Estamos esperançosos que logo toda a população também esteja vacinada”, disse.

O primeiro lote da vacina chegou no Pará na última segunda-feira, 18, e a distribuição das mais de 173 mil doses foi realizada aos municípios na mesma data.

Na primeira fase da campanha, serão vacinados trabalhadores de saúde; pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência e indígenas aldeados.

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Pará

MARABÁ: Tião Miranda peita Helder e vai manter bares abertos

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A prefeitura de Marabá informou que os bares da cidade continuarão abertos apesar do decreto estadual, publicado nesta quinta-feira (21), que volta a proibir o funcionamento desse tipo de estabelecimento em todo o Pará para frear a disseminação da Covid-19. Em Marabá, os bares funcionam com 50% da capacidade e fecham à 00h, como rege o último decreto municipal, do dia 14 de janeiro.

Ainda segundo a Prefeitura de Marabá, os casos da doença na cidade estão sendo monitorados e os espaço fiscalizados. Uma reunião com representantes de bares e restaurantes dos municípios reforçou as medidas de segurança, como distanciamento entre as mesas, uso de máscara e álcool em gel.

O novo decreto estadual alterou o banderamento de algumas regiões do Pará e impôs medidas mais rígidas. Segundo o governador Helder Barbalho, as novas medidas estão sendo tomadas devido à pressão no sistema de saúde e aumento na incidência viral nos municípios que fazem fronteira com o estado do Amazonas.

A Procuradoria-Geral do Pará (PGE) informou em nota que o Governo tem sinalizado as taxas de ocupação de leitos e de contaminação pela Covid-19, em todas as regiões do Estado e que a partir daí cabe às prefeituras a determinação sobre a abertura ou não de serviços. A autonomia das prefeituras é uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permite que cada gestor municipal defina atividades e serviços que não serão interrompidos em seus territórios.

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