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segunda-feira, 08 / agosto / 2022
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Mais um “picareta” é preso pela Polícia de Imperatriz

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Policiais civis prenderam nessa terça-feira (26) o paulista Leandro Roberto Carnicer Morais, 34 anos, que também responde pelo nome de Yacob Abravanel, o qual é acusado de quatro crimes, sendo três do Código Penal Brasileiro e um de uma lei especial.

Leandro Roberto foi preso no interior do Instituto de Psicanálise Clínica Freudiana, localizada na Rua João Lisboa, 1174, no centro de Imperatriz. Os policiais, comandados pelos delegados Arthur Bardhal e Vital Rodrigues de Carvalho, chegaram no momento em que, passando-se por psicanalista e usando o nome de Yacob Abravanel, Leandro Roberto Carnicer atendia a um cliente. Ele também atendia em uma clínica denominada de “Clínica do Coração e do Trabalhador”.

Segundo o delegado Vital Rodrigues de Carvalho, titular da Regional de Polícia Civil de Açailândia, onde as investigações começaram, tudo isso foi feito por Leandro Roberto sem que ele tenha qualquer formação superior em medicina.

A Polícia Civil começou a investigar a vida de Leandro Roberto quando ele disse ser gerente do “Lars Hotel”, em Açailândia, em um evento naquela cidade. Como o delegado conhece a gerente do hotel, estranhou que Leandro Roberto, usando o nome de Yacob Abravanel, fosse o representante.

Foi descoberto durante as investigações que Leandro Roberto se passava por clínico e era entrosado em outras instituições.

No veículo Hyundai CRV, preto, placa LSR-2065 Rio de Janeiro, apreendido pela polícia, foram encontrados distintivo de delegado da Polícia Civil de São Paulo, uma camisa também da Polícia Civil daquela estado, carteiras de instituições diversas, cartões e receitas. Foram apreendidos também joias, dois DVDs em que aparece Leandro Roberto como o rabino Yacob Abravanel, uma Bíblia e até um símbolo da maçonaria. O veículo Hyundai possui um serviço de rádio e até sirenes como as usadas em carros de polícia.

Crimes – Segundo o delegado Arthur Bardhal, Leandro Roberto Carnicer Morais, ou Yacob Abravanel, cometeu quatro crimes: falsidade ideológica, por estar usando um nome que não é o seu e por estar se passando por psicanalista, previsto no artigo 299, do Código Penal Brasileiro; uso de símbolos da administração pública sem autorização, previsto no artigo 295, § 1º, item III do Código Penal Brasileiro; estelionato, em função dos golpes que vinha praticando na cidade, previsto no artigo 171, também do Código Penal Brasileiro; e crime das leis de telecomunicações, porque estava usando frequência de rádio sem autorização, previsto no artigo 183, da Lei 9.472/97.

Leandro Roberto foi autuado em flagrante delito e se encontra à disposição da Justiça na Delegacia Regional. (O Progresso)

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