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Pará

MARABÁ: Bebê João Miguel, de apenas dois meses, vence a Covid-19

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O pequeno guerreiro João Miguel, de apenas 2 meses de idade, é o mais novo curado contra a Covid-19 em Marabá. O bebê recebeu alta do Hospital Municipal de Marabá (HMM), na quarta-feira (01), após uma semana de internação na pediatria.Jennifer Thaís França, mãe do João Miguel, disse que ficou surpresa com o diagnóstico do filho. “Eu pensava que ele nem pegava”, comenta a jovem de 18 anos. De acordo com Jennifer, as suspeitas de infecção foram confirmadas depois que o bebê foi levado ao hospital, por causa da febre alta, tosse e dores.

“Ele passou a noite chorando e aí o levamos ao hospital. Fizeram o exame nele e deu positivo. A gente como mãe fica preocupada”, enfatiza ela sobre o diagnóstico.

Desde o início da pandemia  no município, ela, a mãe e duas irmãs, seguiram a risca, o isolamento social. Por isso, acredita que o vírus tenha entrado em casa durante uma visita de parentes. Elas sentiram os sintomas, mas o primeiro a testar positivo foi João Miguel. O vírus só foi detectado nela, Jennifer, após uma semana de internação do bebê. A avó e as tias do João, até a última quarta-feira, aguardavam pelo o resultado.

“Fomos muito bem atendidos no hospital. Mas eu digo para as pessoas que o certo é ficar em casa. Não sair e evitar aglomeração, independentemente de ser família. Basta ter consciência e respeitar”, alerta a estudante.

Miguel e a família seguem em isolamento social em casa, na Folha 06, com todos os cuidados necessários. (Leydiane Silva)

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Pará

Pará pode ser prejudicado em renovação do contrato de concessão da Estrada de Ferro Carajás

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Durante pronunciamento nas redes sociais, na tarde desta quinta-feira (30), o governador Helder Barbalho informou que o Estado segue dialogando com o governo federal para impedir que o Pará seja prejudicado com a renovação do contrato de concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC), administrada pela Vale S/A, e pelo uso do mecanismo de investimento cruzado, que permitirá o uso do valor da outorga para a construção de novas ferrovias, dentre elas a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), entre os Estados de Goiás e Mato Grosso.

A autorização para que fosse antecipada a renovação do contrato, a qual deveria ocorrer somente em 2027, foi determinada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), na quarta-feira (29). Segundo o regulamento da concessão, a empresa deixará de investir na própria EFC, ou em novas ferrovias do Pará, os R$ 9,8 bilhões correspondentes à outorga da estrada de ferro. Os investimentos cruzados e a renovação antecipada estão previstos na Lei Federal 13.448/ 2017.

“Primeiro, lamentar. O Estado entrou na Justiça a este respeito, contraditou no TCU, mas a Corte entendeu que não tínhamos razão. O fato é que fizemos constar a necessidade de sermos compensados por isso. O Pará tem ajudado muito o Brasil com seus minérios. As nossas riquezas vão embora sem agregar valor, trazendo problemas sociais e muito pouco retornando para o Estado”, disse o chefe do Poder Executivo.

Danos – De acordo com a procuradora do Estado responsável pela setorial da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) em Brasília, Viviane Ruffeil, os ministros do TCU, por unanimidade, consideraram que o interesse público e a vantajosidade na renovação estavam comprovados nos autos do processo. “Com isso, a União já vai poder usar a outorga para imediatamente fazer investimentos no setor ferroviário, se valendo do instituto do investimento cruzado. Infelizmente, na modelagem atual, não haverá investimentos no Pará“, disse.

Ao todo, a Vale destinará R$ 2,7 bilhões somente para a construção da Fico, que servirá ao escoamento da produção de grãos do Vale do Araguaia (GO). “A rigor, os investimentos adicionais deveriam ser feitos no próprio empreendimento, mas a equipe técnica do TCU considerou que não há investimentos adicionais a serem feitos na EFC. Ou seja, para o Estado e a região impactada com a atividade, não haverá nenhuma vantagem”, complementou a procuradora. 

O governo do Estado, por meio da PGE, aguarda a publicação do acórdão para tomar as medidas cabíveis. “Estamos aguardando a redação do acórdão do TCU. Esperamos que conste a sensibilidade do governo federal de compensar o Estado do Pará. Nossa proposição é que seja, inclusive, no reforço da malha ferroviária. Temos pautas importantes de malha ferroviária no Estado. Vamos seguir dialogando, mas não aceitaremos que o Pará saia perdendo e que a renovação da EFC, que está em território paraense, sirva apenas para beneficiar outros Estados e o Pará não seja compensado por isso”, concluiu Helder Barbalho.

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Pará

PARAUAPEBAS: Gilberto Laranjeiras é alvo de nova Ação por improbidade

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O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) ajuizou hoje (28) uma Ação Civil Pública (ACP) contra o secretário de saúde de Parauapebas, Gilberto Laranjeiras, por ato de improbidade administrativa, pela realização em período de pandemia de modalidade de licitação que prejudicou a competição entre fornecedores. Na ACP, a Promotoria de Justiça requer a condenação do respopnsável à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o Poder Público.

Durante a pandemia, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) realizou um processo seletivo (pregão) para escolher a empresa que iria fornecer medicamentos ao órgão. Contudo, o pregão foi feito de forma presencial, o que diminui a quantidade de empresas disponíveis a participar do processo e gerou riscos desnecessários aos participantes. 

No documento, a Promotoria explica que o município possui aparato tecnológico e mão de obra qualificada para realizar o pregão eletrônico. Além disso, o evento presencial poderia gerar aglomerações e aumentar os riscos de contaminação pelo novo coronavírus.

De acordo com o promotor de Justiça Emerson Costa de Oliveira, responsável pela ACP, “percebe-se que o gestor forçou a realização do pregão presencial, sem qualquer fundamento razoável, tanto quanto a estrutura, quanto sobre a situação de saúde em que o município se encontra em relação a pandemia, com o fim deliberado de restringir a participação no certame e, portanto, ferindo os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência”, explica o promotor, no texto entregue à Justiça.

Emerson Costa afirma ainda que a escolha do secretário de saúde “causou imenso prejuízo à competitividade e a busca da melhor proposta”.

O MPPA ingressou na Justiça após receber informações do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que faz acompanhamento e fiscalização dos procedimentos licitatórios e contratações destinadas ao enfrentamento da pandemia de covid-19. (Sarah Barbosa)

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Pará

Pró-Saúde está com vagas de emprego para atuação no Hospital da Transamazônica no Pará

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A Pró-Saúde, uma das maiores entidades de gestão hospitalar do país, está com vagas de emprego abertas para Auxiliar Administrativo e Agente de Portaria, para atuação no Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira. Os interessados devem cadastrar o currículo no site da entidade (https://www.prosaude.org.br/trabalhe-conosco).

Para concorrer às vagas, o candidato deve possuir ensino médio completo, conhecimento básico do pacote Office e experiência de, no mínimo, seis meses.

Saiba como se inscrever

Para participar do processo seletivo, os interessados devem acessar o menu “Trabalhe Conosco”, no site da Pró-Saúde e, em seguida, acessar a opção “Conheça nossas oportunidades”, clicar na vaga desejada e realizar a inscrição.

Para concluir o processo, os candidatos devem realizar o cadastro no Portal Vagas (www.vagas.com.br), plataforma externa reconhecida no mercado e que proporciona transparência ao processo. Pessoa com Deficiência (PCD) também pode se candidatar para as vagas.

Os currículos passarão por triagem e os selecionados serão contatados para a realização das próximas etapas do processo, como provas e entrevistas. Vale lembrar que todas as etapas são eliminatórias.

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