Jaqueline Alves Souza, chefe de gabinete do vereador marabaense, Alécio Stringari, foi presa preventivamente dentro da Operação Reverso, nesta segunda, 18, por uso de diploma de ensino superior falso. Ela foi enquadrada no art. 297 do Código Penal Brasileiro, acusada de falsificação de documento público.

A pena para esse tipo de crime é de reclusão, que varia entre dois a seis anos.

Jaqueline trabalha há mais de cinco anos na Câmara Municipal de Marabá.

O vereador não se manifestou sobre o assunto.

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