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Pará

MARABÁ: Funcionário da PF é suspeito de vazar informações para empresários ligados à exploração ilegal de manganês

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A Polícia Federal deflagrou nesta quarta, 14, a Operação Mapinguari, no Pará. A ação visa aprofundar investigação sobre vazamento de informações de operação da Polícia Federal cometido, em tese, por um servidor da própria Instituição.

A operação conta com a participação de 35 policiais federais, que deram cumprimento a 8 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Marabá/PA. As diligências ocorreram em Marabá, Parauapebas, Belém e Goianésia-GO. Houve ainda decretação do afastamento das funções do agente público investigado.

A investigação remonta ao ano de 2018 e trata especificamente da violação de sigilo funcional ocorrida durante o desencadeamento da nominada Operação Migrador, trabalho investigativo conduzido à época pela PF, em Marabá/PA. Este visava apurar atuação de organização criminosa dedicada à exploração ilegal de minério de manganês.

 
O vazamento trouxe prejuízo para investigação, uma vez que parte dos investigados teve conhecimento antecipado da ação policial, acarretando a não-localização de alguns dos alvos no dia da deflagração.

 A operação de hoje alcança, além do próprio servidor, seis empresários ligados à exploração ilegal de manganês do sudeste do Pará, os quais, de acordo com as apurações, tiveram acesso indevido às informações da Operação Migrador.

Os crimes investigados são de violação de sigilo funcional, corrupção passiva, corrupção ativa e associação criminosa, com penas previstas superiores a 20 anos de reclusão.

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Pará

PARAUAPEBAS: Construção do sistema viário avança às margens do Igarapé Ilha do Coco

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Do quintal da casa da aposentada Maria Pereira Batista, de 66 anos, é possível ver a movimentação de homens e máquinas da empresa Transvias na construção de novas vias às margens do Igarapé Ilha do Coco. As execuções resultarão em maior proteção ao canal, melhor mobilidade urbana na área do projeto, e benefícios para toda a comunidade.

Moradora da rua 19, no bairro União, dona Maria acompanha de perto os trabalhos, confiante de que as melhorias serão sentidas por ela e seus vizinhos.  “Se Deus quiser, isso aqui vai ficar muito bom! Vai melhorar cada dia mais. Agora eu estou gostando, meu filho também está satisfeito”, diz a aposentada sobre os serviços realizados na área.


O engenheiro civil do Prosap, Lucas Carvalho, reforça que nessa primeira etapa de obras serão construídos 3,44 quilômetros de vias marginais ao longo do Igarapé Ilha do Coco, em ambos os lados do canal, com sarjeta, meio-fio, calçada e ciclofaixa, além de dispositivos de drenagem, sinalização e iluminação pública.

“Ainda na semana passada, realizamos uma obra de drenagem visando à melhoria de uma situação ocorrida em uma margem do viário na rua 19, que gerou um alagamento pontual. Como ainda vamos aumentar a dimensão do sistema viário, uma drenagem provisória foi executada com a implantação de manilhas”, explica o engenheiro civil.

O sistema viário vai interligar os bairros Liberdade e Rio Verde, alcançando a avenida Liberdade, e a estrutura em construção em frente à prefeitura municipal. “Com os Parques Lineares do Liberdade e Rio Verde, o Parque Urbano Municipal e a lagoa, a população terá mais lazer e bem-estar”, acrescenta o engenheiro Lucas. (Jéssica Borges / Fotos: Jéssica Borges)

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Pará

Três inquéritos sigilosos no STJ miram gestão Helder no enfrentamento à Covid-19

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A revista Veja, trouxe este final de semana, matéria em que trata sobre três inquéritos sigilosos do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que miram a gestão do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) no combate à Covid-19. Material está com a CPI da Pandemia.

Helder é suspeito de participar de um esquema criminoso instalado na administração pública para fraudar licitações e desviar recursos públicos da área de saúde. As apurações revelaram que Helder discutia com empresários assuntos relacionados a compras que seriam efetuadas depois pelo Estado. Um dos processos se debruça sobre contratos feitos entre o governo paraense e organizações sociais para a gestão de hospitais de campanha em Belém e municípios do interior. Os valores firmados ultrapassam a cifra de 1,2 bilhão de reais.

Esses contratos dos hospitais de campanha seriam loteados, direcionados, fraudados e superfaturados, segundo os investigadores. O Ministério Público Federal (MPF) encontrou indícios de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção e lavagem de dinheiro em um esquema ilegal envolvendo empresários e pelo menos quatro secretarias estaduais, por meio da participação de agentes públicos. O material, de cerca de 280 mil páginas, foi compartilhado com a CPI da Pandemia.


Entre as irregularidades apontadas na gestão de hospitais estão sobrepreço de itens, ausência de parecer jurídico sobre os contratos, indícios de que propostas apresentadas por organizações diferentes eram idênticas e até mesmo subcontratação de serviços médicos por parte dessas entidades. “O descaso com a gestão do sistema de saúde fica evidente nas divulgações que relatam a precariedade das unidades de saúde e dos serviços prestados, a despeito dos repasses milionários de recursos públicos aqui expostos”, apontou o relator do caso no STJ, ministro Francisco Falcão.

Os procuradores também investigam compras efetuadas pelo governo do Pará, como a aquisição de 400 respiradores e 1,6 mil bombas de infusão. Barbalho participou diretamente das tratativas,
trocando mensagens com o empresário André Felipe Silva, que atuou como representante comercial da empresa de importação SKN. De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o negócio é fruto de relações pessoais.

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Pará

PARAUAPEBAS: Corpo de Faisal é sepultado sob forte emoção

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Velório na Câmara Municipal

O médico pediatra Faisal Salmen foi sepultado no final da tarde deste sábado, 24, no Cemitério Jardim da Saudade, em Parauapebas, região de carajás, Pará. O corpo foi velado na Câmara Municipal.

Faisal foi o primeiro prefeito de Parauapebas, deputado estadual por dois mandatos e vereador. Ele vinha lutando contra as sequelas de um câncer.

Faisal Faris Mahmoud Salmen Hussain, tinha 68 anos e era paulista de Agudos. Foi eleito prefeito de Parauapebas, em novembro de 1988 e cumpriu o mandato de 1989 a 1992.

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