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Pará

MARABÁ: Perímetro urbano da Transamazônica ganha ciclofaixa

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Quem trafega pela Transamazônica no perímetro urbano de Marabá já percebeu, desde a semana passada, a nova sinalização que parte da pista de rolamento ou canteiro destinada à circulação exclusiva para os ciclistas. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte, (DNIT), ao todo serão 20 quilômetros de ciclofaixa, isso no sentido crescente e decrescente, entre o KM 06 e as imediações do aeroporto da cidade, o que vai proporcionar mais segurança aos usuários do pedal. O serviço faz parte das melhorias feitas pelo Governo Federal nas rodovias da cidade, inclusive o recapeamento da ponte Itacaiúnas.

Diante da novidade da faixa destinada aos ciclistas na rodovia e em algumas ruas da cidade, o Departamento Municipal de Trânsito e Transporte Urbano (DMTU) alerta os condutores de veículos para as mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), como enfatiza o coordenador de Educação no Trânsito do DMTU, Rogério Mathias.

“Agora é multa gravíssima, você não diminuir a velocidade ao se aproximar do ciclista. Já existia a regra de multa grave, mas agora é gravíssima. Então, nós alertamos o condutor sobre os cuidados com a velocidade, sobre beber e dirigir e o avanço no sinal vermelho nos semáforos, que tem sido um dos problemas recorrentes”, alerta Rogério.

De acordo com Lei 14.071, de 13 de outubro de 2020, que altera o artigo 182 do CTB, estacionar na ciclovia/ciclofaixa, inclusive para embarque ou desembarque passou a ser considerada infração grave, com 5 pontos na carteira e multa de R$ 195,23. Transitar passou a ser considerada infração gravíssima, com valor da multa triplicado, ou seja, R$ 880,00 e 7 pontos. Não reduzir a velocidade ao ultrapassar o ciclista se tornou infração gravíssima (7 pontos) e multa de R$ 293,40.

“Nós, DNIT, fizemos em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, Detran, Ciretran e DMTU, uma ação nos dias 15 e 16, para divulgação sobre a ciclofaixa, segurança no trânsito e foi realizada no shopping e no semáforo da Folha 33. Uma ação de conscientização”, ressalta o engenheiro Jairo Rabelo, chefe de serviço do DNIT/Marabá.

Ciclistas satisfeitos com a novidade

A implantação da ciclofaixa em Marabá atende um anseio de quem precisa da bicicleta como meio de transporte ou para a prática do ciclismo em Marabá. O empresário Alexson Freitas está nesta situação. Ele faz parte do grupo de treino Borimbora, que existe no município há 6 anos. “É muito importante a questão da segurança, é um espaço reservado ao ciclista, algo que a gente aguardava há muito tempo”, enfatiza o integrante do grupo.

Para Jeorgean Alex Assunção, a sinalização é uma grande conquista. “Pra gente treinar aqui na BR tendo como respeito essa ciclofaixa, evitando acidentes com qualquer tipo de veículo. Agora é muito importante ter um trabalho maior de conscientização, para que os motoristas sejam conscientes de que isso aqui não é lugar deles e sim para ciclistas”, pontua o professor.

A faixa para os ciclistas também trouxe mais confiança para Andreia Alves, que pedala há 4 anos pelas ruas de Marabá. “Sem dúvida a gente vai pedalar com mais segurança se todos respeitarem o nosso espaço. Ainda é muito novo, mas a gente já se sente mais protegido”, pondera a ciclista.

Conclusão da ciclofaixa

Os serviços da ciclofaixa ainda estão em andamento e a previsão é que sejam concluídos no máximo até o final de julho, quando a pintura provavelmente estará pronta. O DNIT explica que com o recapeamento da ponte, foi preciso aguardar um tempo para iniciar a pintura na parte mais gasosa da parte betuminosa, que se expeliu para não ter nenhum prejuízo na qualidade do material da pintura termoplástica. Por outro lado, toda a parte horizontal estará pronta, faltando apenas implantação das tachinhas, em pontos que ainda não receberam a sinalização. (Leydiane Silva / Fotos: Paulo Sérgio Santos)

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Pará

PARAUAPEBAS: Construção do sistema viário avança às margens do Igarapé Ilha do Coco

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Do quintal da casa da aposentada Maria Pereira Batista, de 66 anos, é possível ver a movimentação de homens e máquinas da empresa Transvias na construção de novas vias às margens do Igarapé Ilha do Coco. As execuções resultarão em maior proteção ao canal, melhor mobilidade urbana na área do projeto, e benefícios para toda a comunidade.

Moradora da rua 19, no bairro União, dona Maria acompanha de perto os trabalhos, confiante de que as melhorias serão sentidas por ela e seus vizinhos.  “Se Deus quiser, isso aqui vai ficar muito bom! Vai melhorar cada dia mais. Agora eu estou gostando, meu filho também está satisfeito”, diz a aposentada sobre os serviços realizados na área.


O engenheiro civil do Prosap, Lucas Carvalho, reforça que nessa primeira etapa de obras serão construídos 3,44 quilômetros de vias marginais ao longo do Igarapé Ilha do Coco, em ambos os lados do canal, com sarjeta, meio-fio, calçada e ciclofaixa, além de dispositivos de drenagem, sinalização e iluminação pública.

“Ainda na semana passada, realizamos uma obra de drenagem visando à melhoria de uma situação ocorrida em uma margem do viário na rua 19, que gerou um alagamento pontual. Como ainda vamos aumentar a dimensão do sistema viário, uma drenagem provisória foi executada com a implantação de manilhas”, explica o engenheiro civil.

O sistema viário vai interligar os bairros Liberdade e Rio Verde, alcançando a avenida Liberdade, e a estrutura em construção em frente à prefeitura municipal. “Com os Parques Lineares do Liberdade e Rio Verde, o Parque Urbano Municipal e a lagoa, a população terá mais lazer e bem-estar”, acrescenta o engenheiro Lucas. (Jéssica Borges / Fotos: Jéssica Borges)

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Pará

Três inquéritos sigilosos no STJ miram gestão Helder no enfrentamento à Covid-19

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A revista Veja, trouxe este final de semana, matéria em que trata sobre três inquéritos sigilosos do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que miram a gestão do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) no combate à Covid-19. Material está com a CPI da Pandemia.

Helder é suspeito de participar de um esquema criminoso instalado na administração pública para fraudar licitações e desviar recursos públicos da área de saúde. As apurações revelaram que Helder discutia com empresários assuntos relacionados a compras que seriam efetuadas depois pelo Estado. Um dos processos se debruça sobre contratos feitos entre o governo paraense e organizações sociais para a gestão de hospitais de campanha em Belém e municípios do interior. Os valores firmados ultrapassam a cifra de 1,2 bilhão de reais.

Esses contratos dos hospitais de campanha seriam loteados, direcionados, fraudados e superfaturados, segundo os investigadores. O Ministério Público Federal (MPF) encontrou indícios de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção e lavagem de dinheiro em um esquema ilegal envolvendo empresários e pelo menos quatro secretarias estaduais, por meio da participação de agentes públicos. O material, de cerca de 280 mil páginas, foi compartilhado com a CPI da Pandemia.


Entre as irregularidades apontadas na gestão de hospitais estão sobrepreço de itens, ausência de parecer jurídico sobre os contratos, indícios de que propostas apresentadas por organizações diferentes eram idênticas e até mesmo subcontratação de serviços médicos por parte dessas entidades. “O descaso com a gestão do sistema de saúde fica evidente nas divulgações que relatam a precariedade das unidades de saúde e dos serviços prestados, a despeito dos repasses milionários de recursos públicos aqui expostos”, apontou o relator do caso no STJ, ministro Francisco Falcão.

Os procuradores também investigam compras efetuadas pelo governo do Pará, como a aquisição de 400 respiradores e 1,6 mil bombas de infusão. Barbalho participou diretamente das tratativas,
trocando mensagens com o empresário André Felipe Silva, que atuou como representante comercial da empresa de importação SKN. De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o negócio é fruto de relações pessoais.

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Pará

PARAUAPEBAS: Corpo de Faisal é sepultado sob forte emoção

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Velório na Câmara Municipal

O médico pediatra Faisal Salmen foi sepultado no final da tarde deste sábado, 24, no Cemitério Jardim da Saudade, em Parauapebas, região de carajás, Pará. O corpo foi velado na Câmara Municipal.

Faisal foi o primeiro prefeito de Parauapebas, deputado estadual por dois mandatos e vereador. Ele vinha lutando contra as sequelas de um câncer.

Faisal Faris Mahmoud Salmen Hussain, tinha 68 anos e era paulista de Agudos. Foi eleito prefeito de Parauapebas, em novembro de 1988 e cumpriu o mandato de 1989 a 1992.

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