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Pará

MARABÁ: Rede Covid continua sobrecarrega na região de Carajás e MP cobra providências

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O MPPA ajuizou Ação Civil Pública (ACP) de obrigação de fazer com pedido de tutela de urgência contra o Estado do Pará. Os pedidos são referentes ao atendimento de pacientes acometidos pela covid-19 em Marabá e municípios da região, para que estes sejam imediatamente assistidos de maneira ininterrupta, tendo assegurados os leitos necessários, 66 clínicos e 33 de UTI, para viabilizar o fluxo e rotatividade de leitos de UTI, definindo estratégias de atendimento para a regularização deste serviço. Entre os pedidos estão também duas ambulâncias para o transporte de pacientes com covid-19. 

Em caso de descumprimento da decisão, é requerido que seja aplicada multa diária inicial de R$ 100 mil por paciente de qualquer modo desassistido. Outra solicitação é para que os réus sejam condenados a pagar indenização por dano moral coletivo, no valor de  R$ 3 milhões de reais, a serem destinados ao Fundo Estadual do Ministério Público ou a órgãos/instituições ou programas/projetos públicos ou privados, que tenham objetivos filantrópicos, culturais, educacionais, científicos, de assistência social, preferencialmente relacionados ao serviço público de saúde. 

Entenda o caso

O Hospital de Campanha de Marabá encerrou suas atividades em novembro de 2020. A partir do encerramento, a retaguarda para novos casos de Covid-19 começou a ser feita pelo Hospital Regional Público do Sudeste do Pará e também pelo Hospital Municipal de Marabá. Segundo informações, o Estado do Pará está com mais de 82% de leitos de UTI ocupados, a sobrecarga é ainda maior em algumas regiões como a de Carajás que atende doze municípios, incluindo Marabá. 

Com a preocupação de avanço da doença, o Ministério Público instaurou procedimento administrativo (n° 000096-940/2021) para acompanhar o caso, foi observado que o Hospital Regional do Sudeste do Pará ficou responsável pelo atendimento de todos os municípios que compõem a 11ª Regional de Saúde, o que soma mais de um milhão pessoas. Tendo isso em vista, o MPPA expediu Recomendação ao governo do Estado, solicitando a instalação de leitos e outras medidas. Em resposta à recomendação foi informado que aumentaram o número de leitos no Município.

No entanto, foi apurado que não houve instalação de novos leitos, mas sim a utilização de leitos já existentes nos hospitais, agora direcionados para tratamento de covid-19.

O número de pacientes em fila aguardando por UTI também continuou elevado. Dessa maneira, o Ministério Público oficiou a Diretora do 11º Centro Regional de Saúde pedindo informações e realizou uma vistoria no local. As informações levantadas apontavam para falta de leitos clínicos suficientes para que pudesse haver uma maior rotatividade dos leitos de UTI, que nesse momento é uma estratégia fundamental para assegurar o tratamento correto para um maior número de pacientes. 

No texto da ACP destaca-se ainda que a expertise médica é unânime para apontar a relação entre leitos de UTI e leitos de clínicos na proporção de 1/3 como a ideal, o que salienta os equívocos deste planejamento. Além disso, indica que o tratamento de outras patologias tem sido negligenciado e que a abertura novos leitos de UTI-COVID sem a implementação de leitos de retaguarda, pode contribuir para criar um cenário falso de solução dos problemas. Ainda foi constatado que não existe estrutura física para comportar os novos leitos, havendo necessidade de implementar reformas e adaptações para efetivar a medida de urgência. 

As promotoras Mayanna Queiroz e Lílian Freire, que assinam a ACP, enfatizam no documento que o Hospital Municipal de Marabá executa um importante papel na rede pública de saúde, atendendo pacientes de vários municípios. Além do fato de que esta ação tem o objetivo de garantir direitos indisponíveis tais como a saúde e a vida.  (Juliana Amaral)

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Pará

Paragominas e Palmas empatam na Arena Verde

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Daylon marcou para o Paragominas, aos 24 minutos do primeiro tempo e aos 29, também da etapa inicial, Tchô empatou para o Palmas, a partida que terminou empatada por 1 a 1, na tarde deste domingo, no Estádio Arena Verde, em Paragominas. A partida foi válida pela nona rodada do Grupo 2 do Brasileiro da Série D.

SITUAÇÃO NO CAMPEONATO

Com o resultado, as equipes não avançam na competição. O Paragominas segue na sexta colocação com dez pontos, enquanto o Palmas permanece na sétima colocação com oito pontos.


O JOGO

A partida não foi movimentada até pouco mais da metade do primeiro tempo, quando as duas equipes buscaram e conseguiram fazer os gols. Mas no segundo tempo a partida caiu de produção, a marcação forte foi amarrando a partida e praticamente nenhuma chance clara foi criada. Apenas chutes sem muito perigo de fora da área.

PRÓXIMOS JOGOS

Na décima rodada, no próximo sábado (7), o Palmas recebe em casa, às 16 horas, no Estádio Nilton Santos, o último colocado da chave, o Tocantinópolis, que soma sete pontos. A partida ocorrerá no Estádio Nilton Santos, na capital tocantinense. É o clássico regional tocantinense.
Já o Paragominas recebe no domingo (8), o Juventude Samas (MA), às 16 horas, no Estádio Arena Verde, em Paragominas. (Futebol Interior / Foto: João Botelho)

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Pará

Em Belém, Remo vence CSA por 1 a 0

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O Remo bateu o CSA por 1 a 0 e ganhou justamente a posição do adversário na classificação da Série B. Assumiu neste domingo o 12° posto. No Baenão, em Belém, o único gol da partida saiu aos oito minutos do primeiro tempo, com o atacante Renan Gorne. O time alagoano perdeu a segunda consecutiva e volta para Maceió sob pressão.

O Remo abriu o placar logo na primeira chance. Erick Flores deu um drible desconcertante em Fabrício na área do CSA e serviu a Renan Gorne, que só teve o trabalho de empurrar para a rede, aos oito minutos. Aos 14, Gabriel lançou para Aylon, que finalizou com perigo, mas estava impedido. Não valeu o ataque do CSA. O jogo ficou morno e só esquentou aos 31, num chute colocado de Gabriel. Assustou o goleiro do Remo. Depois, o time alagoano rondou a área paraense, mas não foi efetivo.


O Remo teve a primeira oportunidade do segundo tempo. Lucas Tocantins, que havia acabado de entrar, passou fácil por Yuri e bateu por baixo. Thiago Rodrigues defendeu com dificuldades, com as pernas, e a zaga do CSA aliviou. Depois, o Remo passou a controlar mais o jogo. O técnico do CSA mexeu no ataque, mas o time continuou com enorme dificuldade para finalizar. Aos 29, Lucas Tocantins bateu cruzado, pela esquerda, e levou perigo ao gol do CSA. Aos 36, Dudu Beberibe acertou uma cabeçada na área do Remo e obrigou Vinícius a fazer uma boa defesa. Aos 38, Fabrício, do CSA, bateu falta com veneno e deu trabalho ao goleiro do Remo.

O Remo chegou a 19 pontos e fechou a 15ª rodada da Série B na 12ª colocação. Com 18, o CSA perdeu uma posição e caiu para o 13º lugar, com cinco pontos de vantagem para a zona do rebaixamento.

O CSA volta a jogar em Maceió no próximo sábado. Às 19h, recebe o Avaí no Estádio Rei Pelé. Antes, na sexta, o Remo faz outro jogo no Estádio Baenão, em Belém, desta vez contra o Operário-PR, às 16h. (Foto: Samara Miranda)

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Assista o Conexão Rural deste final de semana – Dias 31 e 1ª

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