Connect with us

Pará

MARABÁ: Simulação de incêndio no Hospital Regional coloca brigadistas à prova

Publicado

em

Com o objetivo de prevenir sinistros e preservar vidas, o Hospital Regional do Sudeste do Pará (HRSP) promoveu, nesta quarta-feira (18), o seu Simulado de Abandono de Emergência em Incêndio Predial, com a finalidade de preparar brigadistas e colaboradores no combate ao fogo.

A unidade realiza periodicamente o treinamento de brigadistas, uma das principais medidas para evitar riscos aos pacientes e aos colaboradores.

Além de ser treinado para situações de risco, auxiliando na evacuação de pessoas, o brigadista é capacitado para identificar riscos no ambiente de trabalho, na emissão de pareceres e até na fiscalização do estado de conservação de equipamentos de segurança.

Na legislação, é a Norma Regulamentadora nº 23, conhecida como NR-23, que determina as funções do brigadista de incêndio, formado por um grupo de colaboradores voluntários, que passam a maior parte do tempo no mesmo local de trabalho.

De acordo com Joline Amorim, Engenheira de Segurança do Trabalho do HRSP, o simulado testou a eficácia do plano de emergência, que mostrou situações reais que podem ser enfrentadas durante incêndios na unidade.

“Preparamos nossos 40 colaboradores brigadistas para que todos saibam como agir, preservando sua integridade e a de nossos usuários em situações como essa. A resposta do simulado foi positiva, atestando que estamos preparados para qualquer eventualidade”, ressaltou.

TEMPO DE RESPOSTA

O Hospital Regional do Sudeste do Pará possui um sistema de combate a incêndio com mais de 85 extintores, 16 pontos de hidrantes, placas de iluminação e sinalização nos corredores e demais sistemas vitais da unidade, além de alarmes sonoros, visuais e saídas de emergência.

“Temos uma preocupação constante em oferecer toda segurança necessária a todos que circulam dentro da unidade. Entre as ações preventivas, é essencial apoiar capacitações periódicas para nossos brigadistas e realizar regularmente a manutenção adequada de todo nosso sistema de prevenção a incêndio”, ressalta Valdemir Girato, diretor Hospitalar do HRSP.

Ainda de acordo com o gestor, o simulado seguiu todas as recomendações do Ministério da Saúde de prevenção ao novo coronavírus (Covid-19). A ação também não interferiu no atendimento prestado diariamente aos pacientes da unidade.

O simulado avaliou ainda a agilidade e o tempo de resposta do Corpo de Bombeiros do Pará, que chegou em poucos minutos ao hospital, prestando toda a assistência necessária para controlar e extinguir os possíveis focos de incêndio, que, na ocasião, foram simulados com máquinas de fumaça.

O Hospital Regional do Sudeste do Pará é uma unidade do governo do Estado, gerenciada pela Pró-Saúde em Marabá, que presta atendimento 100% gratuito pelo SUS (Sistema Único de Saúde), sendo referência para mais de 1 milhão de pessoas no Pará.

publicidade
FAÇA UM COMENTÁRIO
Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.
Faça um comentário

Pará

PARAUAPEBAS: Marginais roubam ótica dentro do Partage Shopping

Publicado

em

Dois bandidos aproveitaram o final de expediente da loja Ótica Maia, dentro do Partage Shopping, na cidade de Parauapebas, na região de Carajás, no estado do Pará, para realizar um roubo.

O registro feito por câmeras de segurança mostra a ação dos assaltantes.

Após o assalto os bandidos saíram em retirada sem serem notados pela Segurança do shopping. A Polícia Militar foi acionada mas os criminosos não foram localizados.

Continue lendo

Pará

No Pará, homem tem surto psicótico, agride policiais e acaba morto

Publicado

em

Um homem identificado como Luís Carlos Rodrigues, de 44 anos, foi morto a tiros na tarde desta segunda-feira, 11, depois de atacar policiais militares das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), possivelmente durante um surto psicótico. A tragédia aconteceu na rua Tancredo Neves, na comunidade Fé em Deus, no bairro do Tenoné, em Belém, por volta de 17h30. A confusão que resultou na morte do deficiente mental foi registrada em vídeo por diversos moradores da localidade e amplamente divulgada nas redes sociais.

De acordo com vizinhos da vítima, Luís Carlos Rodrigues teria tido um surto por volta das 15h30 e começou a quebrar toda a residência onde morava a pouco tempo com a família, situada na vila da Lourdes. Os parentes dele, assustados, acionaram o Serviço de Atendimento Móvel (SAMU) e o Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMP) para tentar conter a fúria do homem, que estava transtornado. Ainda conforme relatos dos moradores do entorno, as equipes de socorristas do Samu e dos bombeiros também foram agredidas por Luís Carlos. O homem, segundo testemunhas, empunhava um barra de ferro pesada e com o objeto teria quebrado a ambulância e a viatura do CBMP. Estilhaços de vidro dos dois veículos se espalharam pela via e as equipes, com medo, acabaram deixando o local rapidamente.

Moradores e comerciantes do entorno, apavorados, se trancaram em suas casas e se esconderam, com receio de também serem atacados por Luís Carlos, que continuava visivelmente alterado.

Ainda numa tentativa de frear a violência de Luís Carlos, foi requisitado o apoio das Rotam, que chegaram ao local por volta de 17h20. O homem, no entanto, ao se ver encurralado por vários policiais armados, não exitou e começou a agredir os agentes de segurança pública, ainda com a barra de ferro. Os policiais revidaram a ação e dispararam munições de borracha contra ele, mas os tiros não o contiveram. Luís Carlos continuou a se insurgir contra os policiais e correu atrás de um deles para tentar espancá-lo. O PM,  que corria de costas, tropeçou e caiu ao chão. Luís Carlos, então, o golpeou pelo menos três vezes na região da cabeça. Para impedir que o policial fosse morto, os agentes de segurança pública efetuaram disparos de arma de fogo contra Luís Carlos, que morreu ainda no local.

O PM ferido, identificado apenas como cabo Vilhena, foi amparado por colegas de farda e por moradores do entorno, ainda no local. Ele foi socorrido por uma guarnição da PM e levado inicialmente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Icoaraci, distrito de Belém, em estado gravíssimo. Em seguida, foi transferido para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) e até o fechamento desta edição o estado do policial era considerado grave.  

A família de Luís Carlos se manteve perto do cadáver e lamentou a tragédia. O corpo dele foi removido e encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) no final da noite.

Continue lendo

Pará

MARABÁ: Avenida Contorno, no São Félix, recebe serviço de drenagem e pavimentação

Publicado

em

Os serviços de pavimentação da Avenida Contorno/Tamboril no São Félix II estavam em sua fase de finalização da concretagem, restando apenas poucos metros para o fim. A etapa seguinte é a construção das calçadas.

Um amplo serviço de infraestrutura realizado por etapas desde a drenagem profunda passando pela terraplanagem e pavimentação e agora se aproxima a etapa final. Uma importante obra para o bairro onde a população já esperava há décadas.

O comerciante Fernando Campos chegou ao bairro em 1991 e construiu uma casa comercial, desde então teve que enfrentar diversos problemas no local como a imensa poeira e a lama. Hoje, Campos comemora a chegada do asfalto em sua porta.

“Foram 30 anos de espera. Quando cheguei aqui toda essa área era matagal e depois as pessoas começaram a invadir. Já tivemos muitos problemas, só chegava aqui promessas, mas ninguém fazia nada e hoje nós temos uma rua asfaltada digna de se morar”, relatou.

Além da Avenida Contorno/Tamboril, outras ruas transversais também foram pavimentadas, como a travessa São Miguel, que dá acesso à Rodovia BR-222. A Avenida Tamboril é uma via de intenso comércio e dá acesso à Avenida Magalhães Barata, a principal via comercial do bairro de São Félix.

Para o engenheiro Thiago Lobo, da Secretaria de Viação e Obras Públicas, pavimentar a Avenida Contorno foi um grande desafio. “Foi um trabalho técnico de cooperação e muita análise, pois a drenagem carecia de um projeto bem preparado para não termos problemas no futuro. Tudo isso foi feito e agora estamos prestes a entregar uma pavimentação de qualidade para a população”, declarou o engenheiro. (Victor Haôr / Fotos: Paulo Sérgio)

Continue lendo
publicidade Bronze