Dimbagad Dias Guimarães (“Dimba”) é um dos quatro presos pelo assalto em Jacundá

A Polícia Civil já prendeu quatro suspeitos de participação no assalto a banco na modalidade “vapor ou novo cangaço”, ocorrido em Jacundá, na região de Carjás, no estado do Pará, no último dia 22 de outubro. Três deles – José Iran dos Santos Lucena, conhecido como Zé Iran; Júlio César Gonçalves de Carvalho e Leonardo Barbosa de Oliveira, de apelido Lalau – foram presos neste sábado, 2, em Marabá, também na região de Carajás. Outro suspeito – Dimbagad Dias Guimarães, de apelido Dimba – foi preso no último dia 28 de outubro, em Bom Jesus do Tocantins no Pará. Com Dimba, armas, munições e uma roupa camuflada foram apreendidos.

As prisões resultaram de investigações realizadas pela equipe de policiais civis da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos a Bancos e Antissequestro (DRRBA), Unidade Policial vinculada à DRCO (Divisão de Repressão ao Crime Organizado). Logo após o crime cometido contra a instituição financeira, a equipe policial se deslocou até a região de Jacundá para iniciar as investigações e fazer buscas aos criminosos em conjunto com policiais civis do NAI (Núcleo de Apoio à Investigação) de Marabá e com apoio de policiais militares da Companhia de Operações Especiais (COE) da PM.

Durante as investigações, o núcleo criminoso responsável pelo assalto foi identificado. Com isso, explica o delegado Fausto Bulcão, titular da DRRBA, as prisões preventivas dos suspeitos e mandados de busca e apreensão foram solicitados à Justiça. Após a prisão de Dimbagad, as investigações prosseguiram para localizar e prender outros envolvidos no crime. Até que, no último dia 2/11, por volta de 6 horas, outros três investigados por participação no crime foram presos. As prisões foram realizadas em Marabá.

José Iran foi preso em sua casa, enquanto que Júlio César e Leonardo Oliveira tiveram os mandados cumpridos na prisão. Com José Iran, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e celulares. A Polícia Civil prossegue as investigações para localizar e prender os demais suspeitos do crime. Todos permanecem presos em Marabá à disposição da Justiça.

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