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quarta-feira, 25 / maio / 2022
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MARANHÃO: Adolescente é apreendido portando revólver em sala de aula em Davinópolis

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O adolescente de iniciais A.C.L., de 16 anos, foi apreendido, semana passada, por estar portando um revólver calibre 38, municiado com dois projéteis, na sala de aula do Colégio Davi Alves Silva, na cidade de Davinópolis, distante 18 Km de Imperatriz.

De acordo com o que foi informado, o Cabo Azevedo, do Destacamento da Polícia Militar de Davinópolis, recebeu uma denúncia anônima de que um aluno estava armado com uma arma de fogo no Colégio Davi Alves Silva, localizado na Avenida Davi Alves Silva, no centro de Davinópolis.

Imediatamente, o policial foi até a escola e entrou na sala de aula onde o adolescente estava e mandou que ele saísse. Ao realizar a revista, o militar constatou que A.C.L. estava portando uma arma de fogo, um revólver Taurus, calibre 38, municiado com dois projéteis.

O adolescente foi apreendido e conduzido ao Plantão Central da 10ª Delegacia Regional de Imperatriz e entregue ao delegado de plantão, Carlos Alberto Brasil.

Em função da tragédia ocorrida no Rio de Janeiro, quando 12 adolescentes de uma escola foram mortos a tiros, todos na escola Davi Alves Silva ficaram apreensivos quando perceberam que A.C.L. estava armado.

O delegado Carlos Alberto Brasil tomou depoimento do adolescente, em seguida lavrou “Termo de Entrega de Adolescente” e entregou A.C.L. para a mãe, que o levou para casa.

Segundo o delegado Brasil, não houve violência ou grave ameaça. Em função disso, não foi lavrado o auto de apreensão em flagrante delito do adolescente, fato que é previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Em seu depoimento, A.C.L. disse que estava usando a arma porque teria sido ameaçado por um colega, que estava com uma faca para agredi-lo. Segundo disse, ele tinha o revólver há 3 anos. Isso quer dizer que desde os 13 anos A.C.L. possuía essa arma que, segundo levantamentos feitos pela Polícia Civil, está em nome de Dirceu Elias Machado, que vai ser investigado.

Foram ouvidos também a professora Patrícia Valéria da Conceição Marreira, o diretor Walter Maranhão e o vigilante Josivan Alencar Silva. (O Progresso)

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