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segunda-feira, 04 / julho / 2022
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MARANHÃO: Bombeiros atendem doze municípios da região Tocantina

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O terceiro grupamento de Corpo de Bombeiros, instalado em Imperatriz, tem a difícil missão de atender a doze municípios da região Tocantina com um contingente reduzido e falta de equipamentos.

Salvar vidas é difícil e com tantas dificuldades fica ainda mais complicado, apesar do esforço da corporação, seriam necessários pelo menos mais vinte homens e um reforço na frota de veículos para atender à demanda que aumenta esta época do ano com o período de veraneio e a incidência das queimadas.

Entre os doze municípios que dependem do atendimento dos bombeiros, no sudoeste do Estado estão: João Lisboa, Senador La Rocque, Buritirana, Davinópolis, Governador Edison Lobão, Ribamar Fiquene, Campestre, São Francisco do Brejão, Açailândia, Cidelândia e Vila Nova dos Martírios.

No acidente com um ônibus, na BR-222, no trecho conhecido como “curva da morte” no município de Bom Jesus das Selvas, a 170 quilômetros de Imperatriz, os bombeiros trabalham no resgate das vítimas. Dependendo da ocorrência os bombeiros vão mais longe, estão prontos para agir no apoio as vítimas de acidentes de trânsito e outras ocorrências.

Para atender todos estes municípios o contingente do terceiro Grupamento de Bombeiros Militar de Imperatriz, é de 65 homens, sendo 55 praças. Número considerado insuficiente diante da grande demanda e condições de trabalho.

Nos últimos quatro meses, desde que assumiu o comando, o tenente coronel Sandro Saraiva, recebeu o reforço de quinze novos bombeiros. Ainda assim, o comandante reconhece que seriam necessários pelo menos mais vinte militares. Apesar das dificuldades internas a comunidade reconhece o esforço da corporação.

Quanto a frota de veículos, o comando dispõe de um carro auto resgate, um caminhão bomba-tanque, este utilitário usado na captura de animais, e esta motocicleta. No pátio a outra parte da frota está abandonada há pelo menos dez anos, lembram um cemitério de sucatas.

O caminhão bomba-tanque fabricado há vinte e três anos, resiste a esperança de voltar as ruas. Entre os meses de junho e setembro, período de veraneio nas praias e de estiagem com auto índice de queimadas na região, as ocorrências crescem 50%.

Com um planejamento diário os bombeiros cumprem a árdua jornada de trabalho na expectativa de dias melhores. (iMirante)

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