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Maranhão

MARANHÃO: Emap e Ufma assinam convênio para estudos ambientais no Itaqui

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O presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Luiz Carlos Fossati, assinou, nesta segunda-feira (6), com a Universidade Federal do Maranhão (Ufma) um convênio para realização de estudos e pesquisas ambientais no Porto do Itaqui. Esse é mais uma iniciativa da nova gestão da empresa, que desde janeiro de 2011 tem os olhos voltados para a sustentabilidade ambiental do porto maranhense. Para a assinatura do convênio – no valor de R$ 4,1 milhões – foram convidados o reitor da Ufma, Natalino Salgado; o secretário de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Maurício Macedo; e a diretora de Administração e Finanças da Emap, Jaqueline Lobão. O acordo foi firmado na abertura da V Semana do Meio Ambiente promovida pela empresa.

O convênio prevê a realização de uma série de estudos que deve acompanhar o processo de expansão e modernização do Porto do Itaqui, isto é, integrado às obras e projetos realizados atualmente, como a construção do berço 100, recuperação do berço 101, projetos futuros como o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) e a construção do berço 108 (exclusivo para operação com granéis líquidos), dentre outros.

“O gerenciamento sustentável do porto é nosso principal foco atualmente, assim como o das maiores empresas do país”, afirmou Fossati, destacando que o convênio com a universidade proporcionará estudos necessários para que a Emap caminhe seguramente nessa direção.

Ações como a elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos, Estudo de Monitoramento de Sedimentos, Plano de Controle Ambiental do Tegram, batimetria completa e monitoramento ambiental contínuo estão previstas no acordo com a universidade. Esse será um portfólio importante para que a Emap conquiste, no futuro, certificados de relevância internacional na área de meio ambiente, como o ISO 14001.

Para o reitor da Ufma, Natalino Salgado, com o convênio, a universidade poderá contribuir com conhecimento científico e tecnológico, auxiliando a Emap no desenvolvimento dos projetos. “A celebração desse convênio mostra a responsabilidade da empresa em se inserir numa política nacional e mundial de preservação do meio ambiente”, disse o reitor.

O secretário de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Maurício Macedo, frisou que a cada dia novos investidores batem à porta do estado para trazer negócios para o Maranhão e o porto é o maior indutor desse desenvolvimento. “Precisamos estar preparados para conhecer melhor os riscos ambientais, assim poderemos gerenciar preventivamente todos os tipos de operação portuária que aconteçam no futuro. A universidade dentro do porto é ter o auxílio da ciência para esses estudos”, disse.

O convênio será executado pela Ufma, por meio do Departamento de Oceanografia e Limnologia, cujo chefe é o professor doutor Marcos Valério Jansen Cutrim, e acompanhado e fiscalizado pela Coordenadoria de Meio Ambiente da Emap (Coamb), que integra a Gerência de Saúde, Segurança no Trabalho e Meio Ambiente (Gessma).

“A assinatura do convênio é resultado de um ano de trabalho”, comemorou o coordenador de Meio Ambiente da Emap, Daniel Aroucha.

Comunidade

À tarde, foi realizado o plantio de 200 mudas na Unidade Integrada Jupiaçu, escola localizada no Anjo da Guarda. Mais de 100 crianças participaram do ato, gerenciado pela Gessma, com o apoio da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CipaA). A parceria foi com o projeto Ecoescola.

Nesta terça-feira (7), pela manhã, às 8h15, o plantio de mudas acontece na área verde do Centro de Negócios Júlio Rebello, localizado na área portuária, com a presença do presidente da Emap, diretores e voluntários.

A Semana do Meio Ambiente encerra ao meio dia, após o lançamento da Campanha “Eu pratico consumo consciente”.

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Maranhão

Saneamento básico pode ser regionalização no Maranhão

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Secretário da Secid, Márcio Jerry, participou da reunião virtual.

O Governo do Estado realizou, na manhã desta terça-feira (22), uma transmissão ao vivo, mediada pela Secretaria das Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid) e Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), onde foi discutida a proposta de regionalização do saneamento básico no Maranhão.

Durante o encontro virtual foi feita a apresentação do anteprojeto de Lei Complementar que institui as Microrregiões de Saneamento Básico no estado. Participaram do evento o secretário da Secid, Márcio Jerry; o secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia, Leonardo Góes; e o presidente do IMESC, Dionatan Carvalho, que fez uma apresentação dos fundamentos técnicos do projeto do Maranhão. 

O titular da Secid destacou que o governo do Maranhão tem intensificado os diálogos para o cumprimento das metas do Novo Marco Legal Federal do saneamento básico.

“Seguimos intensificando as reuniões para chegarmos o mais próximo possível das necessidades do Maranhão e, assim, viabilizar uma regionalização com efeitos concretos que assegure os cumprimentos das metas previstas no marco temporal de pouco mais de uma década. Estamos propondo uma regionalização mais enxuta e buscando dessa maneira a colaboração dos municípios na busca de prioridades”, enfatizou Jerry.

O secretário falou ainda que a divisão dos blocos regionais do Governo da Bahia tem sido modelo para a implantação das microrregiões de saneamento no Maranhão. “A modelagem utilizada na Bahia tem sido muito observada por nossas equipes. Colhemos a experiência deles, que estão em percurso mais avançado e com um processo iniciado bem antes, e que nos deu muitas luzes para implementarmos no estado do Maranhão. O êxito do plano da Bahia reforça nosso caminho e nos dá mais segurança para seguirmos nesse processo”, disse.

Secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento do Estado da Bahia, Leonardo Góes, apresentou o plano de universalização do saneamento básico da Bahia que está com projeto de implantação avançado. “Os critérios para agregação dos municípios em nosso Estado basearam-se em aspectos econômicos, populacionais, similaridades com outras regionalizações na Bahia e compartilhamento de ativos, de modo a equilibrar a sustentabilidade econômico-financeiras nos aglomerados microrregionais, considerando que a demanda por serviços com altos padrões de qualidade e a necessidade de substituição de infraestrutura obsoleta, não correspondem à capacidade financeira, técnica e gerencial dos pequenos municípios, o que tornaria improvável a promoção do saneamento em âmbito local para operarão sem subsídios de suportes financeiros e profissionais” destacou Góes.

Em cumprimento às diretrizes da Lei nº 14.026, de 15 de julho de 2020, a proposta de regionalização do saneamento básico para Maranhão está baseada na criação de quatro microrregiões: Norte Maranhense, Noroeste Maranhense, Centro-Leste Maranhense e Sul Maranhense.

De acordo com o anteprojeto apresentado, essas são unidades territoriais caracterizadas pelo agrupamento de municípios para o exercício de função pública de interesse comum.

Após o webnário, será feita apresentação formal da proposta de regionalização à Assembleia Legislativa do Maranhão, seguindo-se o rito do Estatuto das Metrópoles (Lei nº 13.089/2015), com obrigatoriedade de realização de audiência pública com envolvimento de todos os municípios pertencentes ao Estado. 

O projeto de lei complementar estadual para universalizar a prestação dos serviços no setor de Saneamento Básico e, assim, estabelecer as Microrregiões no estado do Maranhão segue disponível para consulta pública no site da Secid: (https://consultapublica.ma.gov.br/) até sexta-feira, dia 25 deste mês.

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Maranhão

Dino se filia no PSB e fala em frente ampla para derrotar Bolsonaro

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A cerimônia de filiação de novos nomes ao PSB , nesta terça-feira (22), virou uma ato de críticas e protestos contra o governo. Foram vários os discursos em defesa de uma unidade não só da esquerda mas também entre outros segmentos da política para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) seja derrotado na eleição de 2022.

O governador do Maranhão, Flávio Dino , que deixou o PCdoB e ingressa no PSB, afirmou que a eleição do ano que vem precisará juntar de um lado comunistas, socialistas, petistas, liberais, progressistas, católicos e evangélicos para que Bolsonaro seja derrotado.

“A eleição de 22 não será mais uma. Não será uma qualquer. Será uma batalha. Será um plebiscito entre os que querem a continuidade da democracia contra o extermínio de um projeto popular. Não podemos cometer erros e minimizar o mal. Derrotá-lo (Bolsonaro) não é tarefa de poucos, nem de muitos. É de todos. Temos que nos unir. A conjuntura não comporta posturas narcisistas nem celebração de nossas virtudes. A conjuntura exige que nos juntemos”, disse Flávio Dino.

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Maranhão

Esquema estava desviando recursos do combate a pandemia em Bom Jesus das Selvas e Bacurituba

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça, 22, a Operação Inter Pares, com a finalidade de desarticular grupo criminoso estruturado para promover fraudes licitatórias e irregularidades contratuais, no âmbito dos Municípios de Bacurituba e Bom Jesus das Selvas. Os contratos envolvem verbas federais que seriam utilizadas no combate à pandemia COVID-19.

Inicialmente, foi constatada a falta de capacidade econômica da empresa investigada, restando demonstrado que o custo dos produtos vendidos era incompatível com a receita auferida nos 12 meses anteriores ao período de monitoramento. Conforme foi aferido, enquanto adquiriu apenas R$ 33 mil dos itens de contratos públicos no período investigado, vendeu mais de meio milhão de reais para os Municípios de Bom Jesus das Selvas e Bacurituba.

Além disso, revelou-se que o principal investigado utilizava “laranjas” para figurarem como proprietários da empresa que supostamente fornecia os produtos, sendo que, simultaneamente, concorria nessas licitações assinando propostas em nome de outra empresa.

Diante desses fatos, a Polícia Federal cumpriu 6  Mandados de Busca e Apreensão e 5 Mandados de Constrição Patrimonial. Ao todo 30 policiais federais cumpriram as determinações judiciais expedidas pela 1ª Vara Federal de São Luís/MA, que decorreram de uma representação elaborada pela Polícia Federal.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação (Art. 90, Lei 8.666/93), simulação de compra e venda (Art. 96, V, Lei 8.666/93), lavagem de capitais (Art. 1º, caput, Lei 9.613/84) e associação criminosa (Art. 288, Código Penal). Somadas, as penas podem chegar a 23 anos de prisão.

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