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quarta-feira, 06 / julho / 2022
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MARANHÃO: Hospital Carlos Macieira treina profissionais para correta higiene das mãos

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Diminuir os riscos de infecção evitando a transmissão de microorganismos e outros mecanismos que possam por em risco a saúde dos profissionais e propiciar agravos em pacientes por meio das mãos. Foi esse o objetivo de um treinamento realizado com técnicos de enfermagem, enfermeiros e outros colaboradores que atuam nas alas de UTI do Hospital de Alta Complexidade Dr. Carlos Macieira (HCM). 

Segundo a coordenadora geral de enfermagem do HCM, Franckcelina Lima, uma das intenções é reforçar a idéia de um ato indispensável para quem trabalha em ambientes hospitalares.  “A lavagem das mãos é, sem dúvida, a rotina mais simples, mais eficaz e de maior importância na prevenção e controle de infecções, devendo ser praticada por toda equipe, sempre no início e término de uma tarefa”, ressaltou ela.

Para o infectologista coordenador da Comissão de Controle de Infecção do Hospital (CCIH), Clóvis Silva Carneiro, a lavagem das mãos não deve ser dispensada também fora dos ambientes hospitalares, seja o indivíduo profissional da saúde ou não. “Esse gesto universal é capaz de reduzir em 80%, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o índice de infecções hospitalares, o que representa uma grande economia de tempo e de dinheiro uma vez que reduz a carga de medicamentos e diminui o tempo de internação. Além disso, no meio social, certamente o hábito tem uma grande importância na medida em que evita o transporte de bactérias, germes e parasitas que podem levar a um problema de saúde”, acrescentou.

O treinamento foi realizado, nesta quinta-feira (20) durante todo dia, por meio de palestras com apoio de vídeo explicativo sobre a forma correta de lavar as mãos, levando em conta cinco momentos básicos para higienizá-las, antes, durante e depois de dispensar cuidados ao paciente.

 “O profissional deve ter o cuidado de lavar as mãos corretamente antes do contato com o paciente, quando for realizar procedimentos assépticos, após risco de exposição a fluidos corporais, após contato com o paciente, e após contato com áreas próximas ao paciente, lembrando sempre que o uso de luvas não exclui a lavagem das mãos”, diz Janet Alves, supervisora da Comissão de Controle de infecção (CCIH).

Ainda levando em conta a integridade física do paciente e do profissional, o treinamento enfatizou a importância de se evitar adornos como anéis, cordões e brincos muito grandes dentro do ambiente, e também a importância do uso de luvas e toca quando necessário.

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