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Maranhão

MARANHÃO: Rodoviária de Imperatriz inicia operações nesta segunda-feira (20)

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A Rodoviária Jackson Lago, em Imperatriz, começa a operar nesta segunda-feira (20). A medida visa beneficiar os usuários do transporte rodoviário e contemplar a população da região, que recebe a maior e mais moderna rodoviária do estado.

“A governadora Roseana, mesmo não podendo estar presente em Imperatriz, autorizou de imediato o início das operações do terminal rodoviário para contemplar os usuários e operadores do setor. O sindicato das empresas de ônibus solicitou a segunda-feira (20) para iniciar o funcionamento, em razão de utilizarem os próximos dois dias para a adaptação e a mudança em definitivo para o novo local de trabalho”, concluiu Hildo Rocha, secretário de Assuntos Políticos.   

O prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, reconhece como positiva a iniciativa do governo em colocar em funcionamento a Rodoviária Jackson Lago. O prefeito de Imperatriz aproveitou para agradecer a sensibilidade da governadora em dar continuidade e concluir a obra com todas as necessidades que o projeto requeria e “pela postura íntegra de Roseana em sancionar o projeto de lei com o nome do ex-governador Jackson Lago para o terminal de passageiros”.  

Estrutura

A rodoviária construída pelo Governo do Estado está localizada no Jardim Tropical, nas proximidades da Rodovia BR-010 (saída para Belém) e conta com 10.500 m² de área construída.

São 10 plataformas de embarque e 9 de desembarque, interligadas por uma passarela de pedestres. O espaço físico é composto de 26 lojas, sendo 3 de conveniências; 24 guichês para venda de passagens; 1 restaurante; 3 lanchonetes; 1 posto policial; 1 posto médico; 1 sala para implantação de ponto de atendimento bancário; 1 sala para o juizado cível; 2 praças de alimentação, além de banheiros com acessibilidade para portadores de deficiência física.

Dezoito empresas estão habilitadas a operarem no terminal de passageiros, que tem capacidade prevista para receber cerca de três mil passageiros/dia.

Além de receberem uma das mais modernas rodoviárias da região, os passageiros, ao utilizarem as plataformas de ônibus, contarão com uma novidade: um sistema eletrônico de informações, disponibilizando os horários de cada partida e chegada e os respectivos destinos.

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Maranhão

No Maranhão, policiais são afastados por morte de jovem que desejou “boa sorte” a Lázaro

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A Polícia Civil do estado do Maranhão afastou três agentes que participaram na morte do jovem de 23 anos, Hamilton César Lima Bandeira. O caso ocorreu na última sexta-feira, 18, em Calumbi, povoado do município de Presidente Dutra.

Em postagem nas redes sociais, a vítima teria desejado “boa sorte” para Lázaro Barbosa, assassino considerado serial killer e com atuação no estado de Goiás. Familiares de Hamilton alegaram que ele era pacífico e a publicação seria em decorrência de transtornos mentais que o jovem sofria desde criança.

Os agentes civis da Delegacia Territorial (DT) de Presidente Dutra foram até a casa do jovem e efetuaram dois disparos contra ele, que chegou a ser levado a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com o titular da DT, César Ferro, a ação ocorreu porque Hamilton não teria atendido ao chamado dos policiais, além de ainda ter feito ameaças com uma faca. A versão é contestada pela família, que afirma que os agentes ‘invadiram’ a residência sem uma determinação da Justiça.

Um inquérito foi aberto para apurar as circunstâncias da morte. O caso está sendo acompanhado pelo Ministério Público do Maranhão e a Secretaria de Estado de Direitos Humanos (SEDIHPOP). Além dos afastamentos, as condutas dos policiais serão investigadas por agentes do Departamento de Homicídios e da Superintendência de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor).

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Maranhão

Deputado do Maranhão Júnior Lourenço e mais 24 pessoas são denunciadas por fraudes em licitações

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O Ministério Público do Maranhão ofereceu, na última sexta-feira, 18, denúncia contra o deputado federal José Lourenço Bomfim Júnior, conhecido como Júnior Lourenço, um dos alvos da Operação Laços de Família, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) no dia 15 de abril. Na ocasião, foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão em São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Miranda do Norte e Bom Jardim.

Com base nos elementos e provas coletados, o Ministério Público do Maranhão requer que seja autuada a denúncia e proferida sentença condenatória pelos crimes de fraude em procedimento licitatório, peculato e organização criminosa, com perda de cargo ou mandado eletivo dos denunciados, além de pagamento do valor de R$ 22.061.477,53 como forma de reparação dos danos ao erário.

Além de Júnior Lourenço, também foram denunciados Carlos Eduardo Fonseca Belfort, conhecido como Negão, ex-prefeito de Miranda do Norte; os empresários Tiago Val Quintan Pinto Frazão, Bruno Val Quintan de Menezes, Paulo Ricardo Nogueira Ayres Val Quintan e mais 20 pessoas, inclusive pessoas que ocupavam cargos na prefeitura até o período atual e que foram afastadas do exercício de suas funções por deferimento de medida cautelar. 

Segundo as investigações, iniciadas a partir de denúncia do Tribunal de Contas da União (TCU), foram identificados desvios de recursos na Prefeitura de Miranda do Norte, no período de 2017 a 2020, durante a gestão do ex-prefeito Carlos Eduardo Fonseca Belfort. O mesmo esquema teria sido usado pelo também ex-prefeito e atual deputado federal Júnior Lourenço, que esteve à frente da gestão do município no período de 2009 a 2016, apontando para a existência de uma organização criminosa.

A denúncia foi assinada pelos promotores de justiça Luís Samarone Batalha Carvalho, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Itapecuru-Mirim; Ana Carolina Cordeiro de Mendonça Leite e Fernando Antonio Berniz Aragão, integrantes do Gaeco; e Marco Aurélio Ramos Fonseca, que responde atualmente pelas 1ª e 2ª Promotorias Criminais do Termo Judiciário de São Luís.

De acordo com o documento, encaminhado ao titular da 1ª Vara Criminal do Termo Judiciário de São Luís, as investigações apontam a existência de três núcleos de agentes classificados com base na atuação de cada um: político, composto pelos ex-gestores Carlos Eduardo Fonseca Belfort e Júnior Lourenço; empresarial, comandado por Tiago Val Quintan Pinto Frazão, que está presente no município de Miranda do Norte desde a gestão de Júnior Lourenço; e administrativo, formado pelos secretários municipais Antônio da Conceição Sanches, Alysson Rogério Mesquita de Oliveira – atualmente vice-prefeito do município – e Adson Mendonça Mendes, além de outros servidores da prefeitura de Miranda do Norte, inclusive membros da Comissão Permanente de Licitação (CPL).

Ainda segundo a denúncia, desde 2009, primeiro ano do mandato do ex-prefeito Júnior Lourenço, foi constituída, de modo permanente e ordenado, uma organização criminosa com ramificações dentro do município de Miranda do Norte com o objetivo de obter, direta e indiretamente, vantagens indevidas por meio das práticas de crimes licitatórios e crimes contra a Administração Pública.

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Maranhão

Empresas ligadas a organização criminosa que atua no Maranhão e Piauí são interditadas

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Como desdobramento da Operação Mormaço, o Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão interditou as arenas Alto da Cruz, em Caxias, no dia 16 de junho; e Placar e Terceiro Tempo, no dia 11, em Timon, além da loja Modelo Veículos, em Teresina.

As informações foram anunciadas nessa segunda-feira, 21.

A ação contou com a parceria do Gaeco do Piauí, Polícia Civil do Maranhão e Instituto de Criminalística de Timon (Icrim). As interdições cumpriram decisões da Justiça, proferidas a pedido do Ministério Público do Maranhão. Todos os estabelecimentos pertencem a pessoas presas na primeira etapa da Operação Mormaço, realizada no dia 10 de junho.

O objetivo da operação foi desarticular uma facção com atuação interestadual. Foram alvos pessoas físicas e jurídicas em Teresina (Piauí), Timon e Caxias, no Maranhão.

Iniciadas há cerca de um ano, as investigações mostraram que a organização criminosa tem um sistema de lavagem de dinheiro sofisticado, com a utilização de empresas para o escoamento dos valores resultantes de negócios com drogas ilícitas, armas de fogo, veículos e peças de automóveis, além de outras atividades.

A Operação Mormaço contou com a participação de seis promotores de justiça do Maranhão (sendo cinco do Gaeco), dois promotores de justiça do Piauí (do Gaeco) e 14 servidores do MPMA, além de 84 policiais civis e seis peritos do Icrim.

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