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Maranhão

MARANHÃO: Tratamento de hemodiálise pode ser interrompido

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Uma das clínicas que atendem pacientes que precisam fazer hemodiálise em Imperatriz ameaça fechar as portas por falta de recursos. Segundo a direção da clínica, os valores pagos pelo governo federal não cobrem os gastos do atendimento aos pacientes.

Em Imperatriz, são duas clínicas de hemodiálise, que atendem duzentos e sessenta pacientes de toda a Região Sudoeste do Estado. Quem sofre de insuficiência renal crônica tem que ficar ligado à máquina que substitui os rins três vezes por semana. Cada sessão dura quatro horas.

O tratamento de 98% dos doentes renais é pago pelo Sistema Único de Saúde, mas as clínicas alegam que os recursos enviados pelo governo federal são insuficientes para cobrir as despesas. Em uma determinada clínica, por exemplo, cem pacientes estão cadastrados, mas o recurso que recebe mensalmente só daria para atender setenta pessoas.

O diretor da clínia, Antonio Dantas Júnior, alega que será obrigado a fechar as portas, porque a empresa está custeando o tratamento que é de responsabilidade do poder público. O rombo nos últimos oito meses é superior a R$ 180 mil.

A clínica já enviou uma carta à Secretaria Municipal de Saúde solicitando que não sejam enviados novos pacientes e solicitando o descredenciamento definitivo em um prazo de três meses.

Helhio Pereira Mendes é presidente da Associação de Doentes Renais da Região Tocantina. Ele alega que o fechamento de uma das clínicas coloca em risco a vida de quem depende da hemodiálise para sobreviver.

A Associação dos Doentes Renais já entrou com uma ação no Ministério Público para garantir o atendimento dos pacientes.

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Imperatriz informou que o município recebe R$ 200 mil reais para o serviço, e que ainda coloca outros R$ 200 mil de recursos próprios para atendimento dos pacientes do SUS. Ainda segundo a assessoria da prefeitura, o município busca apoio dos governos estadual e federal para resolver o problema. (iMirante)

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Maranhão

AÇAILÂNDIA: Salário de servidores municipais será pago nesta segunda, 2

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A Prefeitura de Açailândia, na região Tocantina, através da Secretaria de Economia e Finanças, anunciou, a liberação da folha salarial dos servidores municipais referente ao mês de julho, que será paga na segunda, dia 2.

O pagamento aquece a economia local e assegura aos servidores o poder de compra.

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Maranhão

Navio é colocado em quarentena após tripulante testar para a Covid-19 no Maranhão

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta quinta-feira (29) que monitora a tripulação a tripulação do navio ‘MV Pipit Arrow’, após um dos tripulantes testar positivo para a Covid-19. A embarcação está atracada em uma área de fundeio na Baía de São Marcos, no litoral de São Luís.

O navio, que tem bandeira do Panamá, saiu da Bahia e chegou a São Luís em 19 de julho. Após a notificação suspeita do caso, a Anvisa foi notificada e determinou o isolamento do tripulante e a embarcação foi colocada em quarentena.

O nome e a nacionalidade do homem não foi identificada. Até o momento, não foi confirmado se o tripulante foi infectado com algum tipo de variante do novo coronavírus.

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Maranhão

ITINGA DO MARANHÃO: Conselho Tutelar precisa passar por melhorias

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O promotor de justiça Tiago Quintanilha Nogueira, que responde pela Promotoria de Justiça de Itinga do Maranhão, inspecionou, na terça-feira, 27, o Conselho Tutelar da cidade. Acompanharam a vistoria secretária de Assistência Social de Açailândia, Arly Brenda Lima Franco Jardim, conselheiros tutelares, integrantes do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, incluindo a presidente Maria Valdirene Fernandes da Costa.

Na ocasião, foi constatado que o prédio do Conselho necessita de algumas melhorias, assim como o veículo pertencente ao referido órgão.

Foi discutida também a efetivação do Plano Municipal da Primeira Infância no Município, plano intersetorial que visa ao atendimento aos direitos das crianças na primeira infância (até os seis anos de idade) no âmbito do município, cuja elaboração é recomendada pelo Marco Legal da Primeira Infância (Lei 13.257/2016).

Outro tema tratado foi a implantação do Sipia no Conselho Tutelar, sistema nacional de registro e tratamento de informações sobre a garantia e defesa dos direitos fundamentais preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Igualmente foi abordado o treinamento dos integrantes da rede de proteção acerca da escuta especializada, procedimento de entrevista previsto na Lei Federal n. 13.431/17, sobre possível situação de violência contra criança ou adolescente, no intuito de garantir a proteção e o cuidado da vítima.

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