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domingo, 14 / agosto / 2022
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Maranhão é o segundo do país em vacinação contra gripe

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O Maranhão está com a segunda maior cobertura geral de vacinação contra o vírus H1N1 do país, segundo dados parciais divulgados pelo Ministério da Saúde (MS) no final da tarde desta quinta-feira, 22. Já foram vacinados 1.493.149 pessoas na capital e no interior, 60,76% dos 2.457.477 previstos para o estado. Embora os resultados sejam positivos, O objetivo do governo agora é manter o bom desempenho para alcançar os 80% estabelecidos pelo MS.

Uma das estratégias previstas para continuar garantindo o sucesso da vacinação é a mobilização que acontece neste sábado, 24. Por recomendação do MS, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) mobilizou os 217 municípios maranhenses para disponibilizarem a vacina contra a Influenza H1N1. O alerta é direcionado principalmente às localidades que ainda não atingiram as coberturas pactuadas. Em São Luís, o mutirão acontecerá nos cinco terminais de integração e em shoppings centers da capital.

O secretário de estado da Saúde, Luiz Alfredo Guterres Soares Júnior, informou que alguns fatores explicam os bons números da vacinação contra a H1N1 no Maranhão. Um deles é a estrutura que a SES mantém nas unidades regionais, o que permite a realização de um trabalho descentralizado, mas com intenso monitoramento e um programa de capacitação forte.

Jovens de 20 a 29 anos

As equipes de vacinação atenderão os jovens de 20 a 29 anos. No que diz respeito a esse grupo de risco, os dados da SES mostram que o Maranhão está próximo de alcançar o percentual de 80%. Até a quinta-feira (22), já haviam sido imunizados 654.579 pessoas, ultrapassando os 50% de jovens estimados nessa faixa etária. Nenhum outro estado brasileiro já chegou ao patamar estipulado, que é de 80%. O que mais se aproxima é o Paraná, com uma cobertura vacinal de 60,32%.

“Esse é um grupo que temos muitas dificuldades de imunizar porque eles não têm o hábito de ir a um posto de saúde. Por esta razão é importante realizar ações extramuros, ou seja, que ultrapassem o limite das unidades de saúde e chegue onde eles estão”, explicou o superintendente de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES, Henrique Jorge dos Santos.

Resultados

Ainda segundo informações do MS, o estado do Paraná, na região Sul, detém a melhor colocação, com 2.747.011 doses aplicadas e uma taxa de cobertura geral de 70,58%. Se for levado em consideração o índice de cobertura por grupo de risco, o Maranhão também se encontra em uma boa situação em relação ao resto do Brasil. No caso da vacinação de gestantes, o estado, conforme dados parciais divulgados na terça-feira (20), aparece na segunda colocação com uma taxa de cobertura 73,39%, faltando apenas sete pontos percentuais para alcançar a cobertura de 80% estabelecida pelo governo federal.

Entre as crianças de seis meses a dois anos de idade, o trabalho de imunização foi ainda melhor: o Maranhão superou a meta vacinando 103,36% da população-alvo. Os trabalhadores em saúde, com 97,96%, e os indígenas, com outros 92,62%, também alcançaram bons resultados. No ranking dos doentes crônicos, o estado se mantém na segunda colocação com a vacinação de 77,39% das pessoas estimadas nesse grupo prioritário, ficando atrás apenas do Paraná, que já ultrapassou a meta, e tem um taxa de 121,48%.

“Além da nossa Rede de Frio central, em São Luís, e os três caminhões frigoríficos, temos mais outras 17 redes de frio nas regionais, fora o apoio que damos às redes municipais. Além de garantirmos a qualidade dos nossos imunizantes, as coordenações das redes de frio também não descuidam com a qualificação do quadro envolvido”, destacou o gestor estadual.

Para o superintendente de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES, Henrique Jorge dos Santos, o desempenho só não está sendo melhor por conta do fracionamento no envio das vacinas por parte do Ministério da Saúde. “Isso tem gerado muitos problemas para as secretarias municipais de saúde, que a cada nova etapa da campanha, precisam empreender um esforço gigantesco para entregas as doses, principalmente na zona rural. Estamos melhorando também o sistema de informação para que possamos atualizar os nossos dados com maior agilidade”, informou ele.

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