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Maranhão

Maternidade estadual será referência na utilização do Método Canguru

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A Maternidade Marly Sarney será oficialmente reconhecida pelo Ministério da Saúde como Referência Estadual na utilização do Método Canguru, um tipo de assistência neonatal que implica em contato pele a pele entre a mãe e o recém-nascido de baixo peso (ou seja, bebês abaixo de 2,5kg). Por conta disto, será realizado, quarta (9), quinta (10) e sexta-feiras (11), nas dependências da maternidade, na Cohab, o curso “Sensibilização ao Método Canguru”.

O curso será destinado a 40 profissionais da saúde que atuam em UTIs neonatais de maternidades da rede estadual em São Luís, Bacabal, Codó, Açailândia e Barra do Corda. “Nossa intenção é destacar a política de atenção humanizada para bebês de baixo peso que normalmente vão para as UTIs e que podem ser muito beneficiados com a utilização do método”, destacou a responsável pelo Método Canguru na Maternidade Marly Sarney e uma das organizadoras do curso, Marivanda Goudar.

Entre os profissionais que participarão do curso estão médicos, enfermeiras, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e psicólogos. Durante os três dias de curso serão discutidos temas como a “Norma de Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso do Ministério da Saúde”; “Benefícios do Método Canguru para os bebês”; “Como o método alivia o estresse e as dores do recém-nascido”; “A importância do envolvimento da família no processo”; e “A relação do cuidador com o bebê”.

O curso é uma realização da Secretaria de Estado de Saúde em parceria com o Ministério da Saúde e será ministrado com o apoio de técnicos do Hospital Universitário Materno Infantil, que é um Centro de Referência Federal no Método Canguru.

Além da Marly Sarney, o Complexo Materno Infantil formado pela Maternidade Benedito Leite e o Hospital Infantil Juvêncio Matos, e o Hospital Regional Materno Infantil, em Imperatriz, são unidades da rede estadual que também implantaram o Método Canguru. “Com o curso queremos estimular hospitais de outros municípios a adotarem o método, e para isto estamos investindo neste processo de sensibilização”, disse Marivanda Goudar.

Método

A posição canguru consiste em manter o recém-nascido de baixo peso parcialmente desnudo na posição vertical contra o peito do adulto. Reconhecida pelo Ministério da Saúde como política fundamental de atenção ao recém-nascido prematuro, o método foi instituído na Maternidade Marly Sarney há dois anos.

Só são considerados como Método Canguru os sistemas que permitam o contato precoce, realizado de maneira orientada, por livre escolha da família, de forma crescente, segura e acompanhado de suporte assistencial por uma equipe de saúde adequadamente treinada.

Podem participar do Método Canguru gestantes com situações clínicas ou obstétricas com maior risco para o nascimento de crianças de baixo-peso; recém-nascidos de baixo peso, desde o momento de admissão na Unidade Neonatal até a sua alta hospitalar; mães e pais de bebês com baixo peso.

De acordo com Marivanda Goudar, o tempo de aplicação do método se dá, geralmente, desde o ingresso do recém-nascido na UTI até o momento em que ele atinja e/ou ultrapasse os 2,5kg.

A posição canguru foi idealizada na Colômbia em 1979 para diminuir a mortalidade neonatal elevada naquele país. A idéia era a de que a colocação do recém-nascido contra o peito da mãe promoveria maior estabilidade térmica, substituindo as incubadoras, permitindo alta precoce, menor taxa de infecção hospitalar e, consequentemente, melhor qualidade da assistência com menos custos para o sistema de saúde.

No Brasil, o Ministério da Saúde, em junho de 1999, criou a norma de atenção humanizada ao recém nascido de baixo peso. Em 2000, instituiu a implantação do método nas maternidades de referência em gestações de alto risco.

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Maranhão

Indivíduo no interior do Maranhão agride brutalmente esposa grávida e quase provoca aborto

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Na tarde da última quarta-feira, 13, um homem de 30 anos de idade foi preso em flagrante pela Polícia Civil do Maranhão com apoio da Guarda Municipal, pelos crimes de lesão corporal, tentativa de abortamento e injúria, praticados em contexto de violência doméstica no município de Vargem Grande.

A prisão ocorreu no bairro Canaã em virtude de na noite da terça-feira, 12, o indivíduo em um momento de fúria teria desferiu um soco na face de sua companheira, grávida de três meses, e, ainda, tentado sufocá-la com uma “gravata”. Em decorrência dessa violência, a vítima chegou a ter sangramentos e foi impedida de ir ao hospital pelo agressor, que disse “pouco se importar” com ás condições dela e da criança.

Na manhã da quarta-feira, a vítima conseguiu sair de casa e ir até a Delegacia de Polícia pedir ajuda. O agressor, após a sua captura, foi autuado pelos crimes acima e encontra-se à disposição da justiça.

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Maranhão

Maranhão paga primeira parcela do auxílio combustível a motoristas

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O Governo do Maranhão já começou o pagamento da primeira parcela da segunda etapa do auxílio combustível aos beneficiários. O benefício, que varia entre R$ 60 e R$ 300, é concedido a taxistas, mototaxistas, motoristas de aplicativo e operadores de transporte alternativo complementar. De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado do Maranhão (Sefaz), a medida visa amenizar os impactos financeiros no período de pandemia da Covid-19. 
 
O auxílio combustível será pago em duas parcelas. Em outubro e em novembro, entre os dias 4 e 22 de cada mês. A iniciativa também é tida como uma forma de ajudar as categorias que exercem atividade remunerada no trânsito e são ainda mais impactadas pelo aumento no preço dos combustíveis. O Maranhão é o estado com a quarta maior alíquota de ICMS sobre a gasolina do país. 
 
João Carlos, presidente do Conselho Regional de Economia do Maranhão (Corecon/MA), acredita que o benefício ajuda a minimizar os prejuízos que esses trabalhadores tiveram com o aumento do preço dos combustíveis. “Ele é mais para essas pessoas que, nessa alta de combustível, estão tendo perdas significativas na sua qualidade de vida, porque elas dependem disso e os aplicativos não corrigem as oscilações de preços. Então, o auxílio combustível está aí para tentar mitigar um pouco. Ele não resolve o problema de combustível, muito menos para toda a população”, ressalta. 

ICMS

O Maranhão cobra 30,5% de ICMS sobre a gasolina. Quanto o assunto é diesel, o imposto estadual é de 18,5%, o segundo maior do país – atrás apenas do Amapá. Questionada pela reportagem do portal Brasil61.com se pretende seguir o Distrito Federal e propor uma redução do ICMS sobre os combustíveis, a Sefaz/MA não respondeu. 
 
Em nota, o órgão afirmou que a alíquota não é, por si só, determinante para a formação do ICMS incidente sobre o preço dos combustíveis. “Para o cálculo da carga tributária, também se utiliza o preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF). Com base nesse cálculo de ICMS, é importante que haja uma comparação com Unidades Federadas da mesma região geográfica, uma vez existirem as variações dos preços da refinaria no território nacional, de logística das importações e de logística interna”, destaca. 
 
A Sefaz também disse que o preço final dos combustíveis aos consumidores são determinados por diversos fatores, de modo que “qualquer redução de carga tributária não garante a diminuição do preço no final da cadeia, uma vez que estamos diante de um livre mercado.”
 
Levantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aponta que, entre 3 e 9 de outubro, o valor médio da gasolina no Maranhão foi de R$ 6,03. 
 
Especialistas ouvidos pela reportagem concordam que a iniciativa do DF de diminuir o ICMS sobre os combustíveis poderia pressionar outros governadores a fazerem o mesmo. Hoje, a menor alíquota sobre a gasolina é de 25%. “As pressões que as próprias populações vão exercer com o exemplo que é dado pelo DF devem provocar alguma reação por parte dos estados que têm alíquotas mais elevadas. A tendência, pelo visto, é que esses estados que cobram até 34% de ICMS ajustem esse percentual ao mínimo praticado pela maior parte dos entes da federação, no patamar de 25%”, afirmou o economista Roberto Piscitelli.   

Arrecadação

A diminuição do ICMS sobre os combustíveis pelos governadores esbarra, principalmente, em um ponto: o imposto é muito importante para a arrecadação dos estados. Diminuir a alíquota, em tese, implica em menos receita para os cofres estaduais. Os combustíveis representam mais de 20% do que os estados arrecadam com ICMS. 
 
João Carlos destaca que a pandemia da Covid-19 fez as despesas públicas aumentarem, o que dificulta que governadores abram mão de receitas. “No Maranhão, o ICMS é o principal tributo, mas dentro do ICMS, combustíveis e lubrificantes é a principal fonte de arrecadação. Então, qualquer tentativa de redução de alíquota acaba afetando muito essa arrecadação estadual”, pontua. (Brasil 61)

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Maranhão

ESTREITO: Boto é resgatado após ficar encalhado em pedra no Rio Tocantins

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No último sábado, dia 9, o Corpo de Bombeiros do município de Estreito, na região Tocantina, no estado do Maranhão, que limita com Aguiarnópolis, no Bico do Papagaio, realizou um salvamento incomum.

Um boto, foi localizado por populares encalhado em meio a pedras, no Rio Tocantins, próximo a Usina Hidrelétrica de Estreito. Chamados, os bombeiros foram até o local realizar o resgate. Ao devolver o animal para o leito normal do rio, o boto regressou para a mesma pedra, repetindo por quatro vezes a situação.


Os militares observaram que outro boto, sempre se aproximava e mordia a calda do seu congênere. Logo em seguida, os bombeiros perceberam que existia mais três botos cercando o local. Foi quando notaram que se trava de uma perseguição e o boto encalhado estava fugindo dos outros animais.

Ao identificarem a situação, os bombeiros resolveram retirar o boto da água, colocar na carroceria de caminhonete e levar o animal para ser solto em outro ponto do rio.

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