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Maranhão

Morre em São Paulo o deputado federal João Castelo (PSDB-MA)

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O deputado federal do Maranhão, João Castelo (PSDB), faleceu na manhã deste domingo (11), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A morte do parlamentar foi confirmada às 10h15 (horário de Brasília). Ele morreu aos 79 anos de idade. Por telefone, a assessoria informou que o velório será na Assembleia Legislativa, em São Luís. O corpo deverá chegar na capital maranhense ainda na noite deste domingo. O deputado federal será sepultado no Cemitério Parque da Saudade, no bairro Vinhais.

O deputado foi transferido de São Luís para a casa de saúde em São Paulo no dia 31 de outubro. No dia 10 de novembro, ele foi submetido a uma cirurgia para a revascularização do miocárdio. Desde então, estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem previsão de alta.

Em nota, a família confirmou a morte do deputado. “A família do deputado federal João Castelo Ribeiro Gonçalves, cumpre a dolorosa missão de informar aos parentes, aos amigos e a todo o povo maranhense o seu falecimento na manhã deste domingo”, diz trecho da nota.

O governador Flávio Dino (PCdoB) manifestou-se, na manhã deste domingo, sobre o assunto. Ele lamentou a morte do político e decretou luto oficial de três dias, da mesma forma que o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr. (PDT).

Natural de Caxias, distante 281 km de São Luís, João Castelo Ribeiro Gonçalves estava no terceiro mandato como deputado federal. Foi prefeito de São Luís entre 2009 e 2012. Antes, governou o Maranhão de 1979 a 1982. Foi também senador de 1983 a 1991.

Foi durante seu governo no estado que a ponte Bandeira Tribuzzi, o Estádio Castelão (nome alusivo ao próprio governador) e a Italuís foram construídos, assim como Conjunto Maiobão, Cohatrac e Cidade Operária. O Hospital do IPEM (Dr. Carlos Macieira) foi outra obra de sua gestão como governador. Ele foi presidente também do Banco da Amazônia (BASA) em 1970.

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Maranhão

PORTO FRANCO: “Chefe” é preso acusado de importunação sexual

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Em Porto Franco, município do sul do Maranhão, distante certa de 100 km de Imperatriz, um homem foi preso pela Polícia Civil, acusado de importunação sexual e estupro.

O homem não teve a identidade divulgada, se utilizava da sua posição hierárquica dentro de órgão público, pra assediar, importunar e estuprar suas subordinadas.
Ele foi preso em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 1° Vara da Comarca de Porto Franco e está à disposição da Justiça.

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Maranhão

IMPERATRIZ: Valores incorretos do IPTU de apartamentos estão sendo corrigidos

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Os valores para imóveis com apartamentos do IPTU 2021 saíram com alíquotas incorretas, o que gerou um valor mais alto que o normal do imposto desse ano, na cidade de Imperatriz, no sul do Maranhão.

O contribuinte que perceber o erro no sistema, ao tentar gerar o boleto, deve aguardar a correção que já está em andamento pela Secretaria Municipal de Planejamento, Fazenda e Gestão Orçamentária, Sefazgo, ou falar com a Secretaria.

A empresa responsável pelo sistema que realiza o cálculo foi acionada e a Secretaria está empenhada em resolver o problema o mais rápido possível.

Contatos da Sefazgo:

E-mails: [email protected]/[email protected]
WhatsApp: (99) 99185-7126

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Maranhão

No Maranhão, deputado e ex-prefeito são suspeitos de pagarem dívidas junto ao TCU usando dinheiro público

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Uma operação realizada pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão em parceria com a Polícia Civil do Maranhão cumpriu na manhã desta quinta-feira (15) mandados de busca e apreensão em cinco municípios do estado por crimes de desvios de recursos públicos.

Batizada de ‘Laços de Família’, a operação está sendo realizada nas cidades de São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Miranda do Norte e Bom Jardim.

Segundo a polícia, as investigações começaram após uma denúncia do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre desvios de recursos realizados no período de 2017 a 2020, durante a gestão do ex-prefeito de Miranda do Norte, Carlos Eduardo Fonseca Belfort.

Ainda de acordo com a polícia, o ex-prefeito faria uso de recursos públicos para quitar dívidas pessoais junto ao TCU. O mesmo esquema também seria feito pelo ex-prefeito e atual deputado federal, José Lourenço Bonfim Júnior, que esteve à frente da administração municipal de Miranda do Norte no período de 2009 a 2016.

A polícia diz que o esquema era operacionalizado por meio de empresas de fachada que participavam de licitações fraudulentas. O esquema causou um prejuízo aos cofres públicos no valor de R$ 22.061.477,53.

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